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COXAnautas

Falando de Bola

Esse é o espírito

08/03/2010 17h05 - Ricardo Honório Alves - Comente esse post

 / Foto: SXC.hu/Ove Tøpfer



Nunca podemos ficar contentes em apenas empatar com “eles”, porém não resta dúvida que o Coritiba trouxe um excelente resultado da Baixada.

O excelente resultado não se materializa apenas pelo placar em si, mas sim pelo amplo domínio do Coritiba na partida.

Um primeiro tempo que só não foi irrepreensível pelo gol tomado. Logo na principal jogada “deles” e que tanto deveria ser cuidada com atenção pela zaga Alviverde.

No segundo tempo o jogo foi mais equilibrado, mas não pela melhora “deles” na partida, mas sim pelo fato de que buscando o empate, o Coritiba lançou-se ao ataque e consequentemente deixou mais espaços em sua defesa, explorado de forma ineficaz pelos atacantes do adversário.

O Coritiba poderia ter saído com a vitória, o que seria mais justo, porém o empate praticamente garantiu o “supermando” e com isso todas as vantagens para a fase decisiva do campeonato.

Espera-se apenas que estas vantagens não sejam perdidas pelo Coritiba no Atletiba decisivo que acontecerá no Couto Pereira.

Um título ganho pelo Coxa, com uma derrota no Atletiba não terá a mínima graça, sensação provada por eles que ao perder o Atletiba por 4x2 no Estadual de 2009, comemoraram o título com um sorriso amarelo no rosto.




Os grandes destaques Alviverdes na partida foram o volante Leandro Donizete e o atacante Marcos Aurélio.

Donizete correu e marcou muito, não dando espaços aos adversários. Além disso, melhorou muito a sua saída de bola, e ao lado de Marcos Paulo evitou que as bolas aos atacantes fossem alçadas diretamente pela defesa Coxa. Isso evidenciou o domínio Alviverde na partida.

Já Marcos Aurélio fez o que se esperava do principal atacante do time. Movimentou-se muito e conclui, com qualidade, a gol. O golaço de falta ratificou a sua excelente apresentação.

Já o destaque coletivo da equipe foi a velocidade demonstrada pelos homens de meia-cancha com a participação de Marcos Aurélio.

Rafinha, Renatinho, Leandro Donizete e Marcos Aurélio infernizaram a defesa adversária com muita velocidade e troca de posições.

Menção honrosa também à dupla de zaga, tão criticada aqui no Blog, mas que fizeram uma partida irrepreensível no ponto de vista tático e técnico. A falha no gol não se pode responsabilizar somente a dupla de zagueiro, principalmente por ter ocorrido no primeiro “pau”.




Sobre a regular atuação de Bill e a fraca apresentação de Ariel, deixo apenas um comentário:

Bill mostrou mais futebol, pois tem melhor domínio e sabe fazer bem a função de pivô, mostrando ainda muita garra dentro de campo.

Já Ariel não se apresentou bem, deixando de dominar bolas fáceis e atrapalhando Marcos Aurélio, quando este poderia marcar o gol da vitória do Coritiba.

Precisa também a atuar mais "em pé", pois ultimamente em qualquer dividida tem ido ao solo e prejudicado as jogadas de ataque do Coritiba., bem diferente do futebol raçudo que demonstrou quando chegou ao Coritiba, pois nem um zagueiro no "estilo Moisés" derrubava o "gringo".

Porém não se pode apenas criticar o “gringo”, pois ele será muito útil nos jogos da Série B, principalmente em estádios acanhados e times retrancados. O seu espírito de luta será muito importante ao time Coxa-Branca.




A boa atuação Alviverde mostrou bem como deverá ser o espírito Coxa na Série B:

Muita garra, disposição, luta e velocidade para sair em contra-ataques.


Com esses atributos e um pouco mais de qualidade, principalmente um zagueiro de velocidade, um armador mais experiente e que cadencie o jogo, e um ala pelo lado esquerdo, já que as apresentações de Triguinho têm sido muito fracas, o Coritiba tem tudo para fazer um grande campeonato.

Saudações Alviverdes
Ricardo Honório

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Para refletir

28/02/2010 23h45 - Ricardo Honório Alves - Comente esse post

 / Foto: Luiz Carlos Betenheuser Júnior



A coluna de hoje não falará sobre futebol, mas sim sobre a volta do Coritiba ao Couto Pereira.

Vários fatores me deixaram reflexivo e ciente de que cada vez mais caminhamos em contramão para sermos grandes e disputarmos alguma coisa a mais do que o título estadual.

Público pequeno para a volta ao Couto Pereira, arquibancadas praticamente sem faixas (pelo menos no lado da Império), torcedores Alviverdes vaiando-se entre si e um jogo fraco tecnicamente dentro de campo.

Sobre o pequeno público, nada anormal, em face do valor exorbitante do ingresso, além do aumento abusivo do plano de sócios. Além disso, uma noite fria e com garoa e um adversário sem nenhuma expressão.

A diretoria precisa repensar no valor do ingresso e no plano de sócios, pois nem a minoria de 4%, meta que a diretoria pretende atingir, o Coritiba levará a campo com os valores cobrados atualmente.

A minoria de 4% refere-se ao número de 40.000 torcedores, calculando-se um número de um milhão de torcedores que o Coritiba possui.

O que mais deixa um estádio bonito senão as suas faixas, bandeiras e instrumentos?

Na noite de hoje, o Couto parecia frio, gélido, assim como a noite de inverno em pleno verão na inconstante Curitiba.

Uma medida extremamente absurda, infantil e revanchista da diretoria em proibir adereços e instrumentos da torcida dentro da própria casa.

E para finalizar o triste episódio das vaias dos próprios torcedores Alviverdes a Império Alviverde, quando ela começava a entoar seus cânticos em causa própria.

Esta atitude dividirá ainda mais o já dividido Coritiba, reflexo que logo irá para dentro do gramado, pois os jogadores Alviverdes já provaram que são outros nas partidas dentro de casa, onde sempre contou com o apoio do torcedor, principalmente da Império, que ano passado cantou o jogo inteiro em todas as partidas dentro de casa.

Não sou um defensor das torcidas organizadas, porém sem elas os estádios não têm a mínima graça, muito menos a mesma vibração, e isso os atletas sentem dentro de campo.

Se a caminhada neste ano será muito difícil, imaginem o que acontecerá se a torcida do Coritiba continuar dividida nas arquibancadas.

Um exército só se torna invencível se todos os seus soldados marcharem em busca de um mesmo ideal. É este espírito que precisa estar presente não só na cabeça dos torcedores, como principalmente na cabeça dos dirigentes Alviverdes

Chegará a hora que todos precisarão da torcida, chegará a hora que ela fará a diferença, portanto é nesta hora que a reconciliação é necessária.

A diretoria precisa rever alguns conceitos, pois agora com o retorno ao Couto, começará a cair na real no que o Coritiba vem se transformando no início desta “ nova velha “ gestão.

Será que todos ficaram satisfeitos com o que viram nas arquibancadas do Couto Pereira esta noite?

Será que aqueles que vaiaram a própria torcida se disporiam a cantar o jogo inteiro para empurrar o time em busca da vitória, como a Império sempre fez?

Fica a reflexão.

Saudações Alviverdes
Ricardo Honório

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Mesmos problemas

22/02/2010 12h11 - Ricardo Honório Alves - Comente esse post

 / Foto: www.condussao.blogspot.com



Pouco temos a falar sobre a derrota do Coritiba para o fraquíssimo, mas valente, time do Paraná Clube, ou melhor, até teríamos muito a falar sobre o jogo de ontem, se o assunto (deficiências do time) já não fossem de conhecimento geral da Nação Alviverde.

Os problemas continuam os mesmos de 2009, ou pior, pois o homem que faz a diferença ( o craque) já não existe mais na equipe.

Ano passado tínhamos em Marcelinho Paraíba a grande referência da equipe, mesmo caindo assustadoramente de produção no final do Campeonato Brasileiro, quando mais se precisava dele, não podemos negar que Paraíba foi o principal nome da equipe em 2009, participando ativamente da maioria dos gols da equipe, seja os marcando ou contribuindo com assistências.

E está justamente aí a grande diferença do Coritiba em 2010.

Na derrota de ontem ficou evidenciada a falta de qualidade técnica da equipe, principalmente em seu setor de meia-cancha, que não criou absolutamente nada para os homens de ataque.

Muito se comentou sobre a péssima partida de Ariel, no qual eu concordo, porém qual bola chegou a ele em condições para concluir em gol?

Um jogador como ele, conhecido por suas limitações técnicas, precisa ser abastecido com passes precisos para tentar chutar a gol, o que infelizmente não vimos na partida de ontem.

Observamos nesta partida que a grande carência da equipe Alviverde encontra-se justamente em seu setor de armação, ou seja, um homem que faça a bola girar, segure quando necessário, dê lançamentos ou passes em direção ao gol, visando dar boas condições de conclusão aos atacantes.

E este jogador não existe no elenco Alviverde, pois nem Rafinha (meia- atacante de velocidade, que precisa ser acionado, e não acionar), quanto Enrico (ontem se mostrou lento e desinteressado) ou Renatinho (quando deixará de ser uma promessa?), possuem condições técnicas de ser este atleta.

Sobre Renatinho cabe um comentário. Este é um grande exemplo da diferença entre o craque e a promessa que se mostra diferenciada nas categorias de base, mas que no profissional não consegue render o que se espera dele.

Não resta dúvida que é bom jogador, mas não pode nunca ser alçado a condição de principal jogador da equipe, pois lhe falta “algo mais” para isso. Será sempre uma boa opção ao treinador, porém dificilmente passará disso, pelo que vem mostrando desde que subiu ao profissional. E o único que pode mudar isso é ele próprio.




Sobre as outras posições, nas alas vimos que Fabinho Capixaba e Triguinho ainda não conseguiram mostrar um bom futebol, mas tenho a impressão que poderão ser úteis a equipe, principalmente Fabinho que no esquema de Ney Franco pode aparecer como homem surpresa pelo lado direito.

Outro problema evidente do time Coxa-Branca está em seu miolo de zaga.

É evidente que jogadores como Jeci, Dirceu e Pereira, principalmente os dois primeiros, que participaram ativamente do rebaixamento do Coritiba, sendo responsáveis inclusive por vários gols sofridos, não podem ser considerados soluções para a zaga do Coritiba.

Já o jovem Lucas Mendes ainda não mostrou futebol suficiente para ser titular da equipe, devendo logo ser preterido até mesmo da formação do banco de reservas pelo zagueiro Demerson, que ontem mostrou que não pode ficar fora do time.

É necessário com urgência a contratação de pelo menos um zagueiro mais qualificado para este setor, principalmente para jogar pelo lado direito.




A derrota para o Paraná Clube não pode ser apenas de responsabilidade do treinador, porém eu diria que grande parte do insucesso Alviverde se deu a má escalação da equipe, além de substituições errôneas ao decorrer da partida.

A principal delas foi a troca "seis por meia dúzia" de zagueiros no intervalo da partida. Ney justificou dizendo que pretendia dar menos espaço ao meia-atacante Marcio Diogo, porém isso poderia ser resolvido sem que peças fosse modificadas.

Não justifica o Coritiba com três zagueiros, enfrentar o Paraná Clube com apenas um homem na frente, Marcelo Toscano.

A grande partida de Marcio Diogo e também Elvis na primeira etapa, se deve principalmente a falta de marcação na meia-cancha Alviverde, onde só Marcos Paulo (bom jogador) marcava, com Rafinha e Enrico assistindo a troca de passes paranista.

Ney justificou a derrota com a falta de um volante pegador na meia-cancha, mas isso não pode ser aceito, pois é justamente nas dificuldades que aparece o grande treinador.

É bom a diretoria abrir o olho, pois na Série B o Coritiba não terá adversários do nível do Serrano, Toledo, Engenheiro Beltrão, entre outros.




A falta de gana e vontade de vencer demonstradas nesta derrota evidenciaram ainda mais a falta de compromisso de alguns atletas.

Não se pode tapar o sol com a peneira que isso não existe no Coritiba.

Sugiro que a visita dos jogadores ao Espaço 100 Anos seja feita com frequência até todos entenderem o que significa o centenário Coritiba Foot Ball Club.

Ricardo Honório

Saudações Alviverdes
Ricardo Honório

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A difícil vida de um treinador

19/02/2010 11h35 - Ricardo Honório Alves - Comente esse post

 / Foto: Valquir Aureliano



Qual de nós já não foi treinador por um dia?

Quem nunca deu pitacos na escalação do seu time do coração, mesmo sendo em uma roda de conversa com amigos, ou mesmo escrevendo textos para jornais ou blogs, ou então se manifestando atrás do banco de reservas no Couto Pereira, pedindo este ou aquele jogador ou mesmo deferindo impropérios contra o treinador?




O tema que deu origem a este coluna foi o empate do Coritiba contra o Paranavaí.

Após a expulsão, injusta, diga-se de passagem, mesmo que tenha sido uma entrada imprudente do volante William, o técnico Alviverde voltou para a segunda etapa com o lateral Fabinho, que foi jogar na meia-cancha, no lugar do atacante Ramon.

A provável intenção de Ney Franco seria ganhar o meio-campo e com isso evitar as jogadas de ataque do adversário.

A tática vinha dando resultado, mesmo que o Coritiba tenha abdicado do ataque e estivesse sofrendo uma pressão terrível do Paranavaí, que só não tinha chegado ao gol de empate devido à falta de qualidade técnica de seus jogadores, que perderam gols incríveis.

Porém, a irresponsável expulsão do “experiente” zagueiro Jeci, fez com que Ney Franco tirasse seu único atacante, para recompor sua zaga.

Sem ninguém na frente para segurar os zagueiros adversários, a tática acabou sendo desastrosa, uma vez que trouxe de uma vez por todas o limitado, mas esforçado, Paranavaí para cima do Coritiba, e como conseqüência o gol de empate, e a perda dos 100% de aproveitamento no campeonato regional.

Ney Franco ainda tentou algo com Geraldo, que deu novo gás à equipe, e conseguiu segurar a bola na frente, porém além de ser tarde demais, não tinha nenhum atleta ao seu lado no ataque Alviverde, fazendo com que tivesse que se virar sozinho contra quatro defensores adversários.




Esta “medrosa” tática me fez lembrar de duas situações dentro do futebol. Uma delas eu presenciei pessoalmente e outra me foi contada pelo meu amigo Alvyr.

A contada pelo Alvyr refere-se ao jogo contra o Bahia pelo Torneio do Povo em 1973.

O Coritiba do Mestre Tim enfrentava o Bahia em uma Fonte Nova lotada, com uma arbitragem totalmente parcial para o time da casa.

O jogo estava empatado em 1x1 e o Coritiba teve dois jogadores expulsos, o zagueiro Cláudio Marques e o volante “Capitão” Hidalgo, logo após a marcação do segundo gol baiano, originado de um pênalti polêmico.

Tim resolveu não recompor a defesa, confiando na qualidade técnica de seus homens de meio e ataque, resultando no gol de empate marcado pelo atacante Hélio Pires empatou a partida, dando início a história do famoso gol do apito e que deu o título do Torneio do Povo ao Coxa.

Já a segunda história refere-se ao confronto entre Coritiba e Santos, no Couto Pereira, pelo Campeonato Brasileiro de 2005.

O Coritiba vencia o Santos de Robinho por 1x0, quando o “Peixe” teve o volante Bóvio expulso logo no início da partida.

Gallo, o técnico Santista, resolveu ousar e tirou o meia Luciano Henrique para a entrada do atacante Fabiano, abdicando totalmente da retranca, para tentar jogar em cima do Coritiba.

A tática deu resultado e o Santos, de virada, venceu o Coritiba por 3x2, dentro do Couto Pereira, com dois gols do atacante Fabiano.

Como curiosidade, Antonio Lopes, técnico do Coritiba, fez exatamente o oposto de Gallo, pois com a expulsão de Miranda, resolveu recompor sua zaga colocando o zagueiro Flávio no lugar do volante Marcio Egídio. Não satisfeito colocou ainda o zagueiro Alexandre Luz no lugar do meia Souza.

Nem mesmo abarrotando a defesa conseguiu segurar a maior qualidade técnica do time santista.

Será que se Tim e Gallo tivessem atitudes contrárias do que fizeram os resultados das partidas não teriam sido totalmente diferentes do que foram?




Para mim o treinador Alviverde errou muito ao recuar em demasia o time, mas e se Nei Franco tivesse feito diferente e após a expulsão de William tivesse colocado mais um atacante, e o Coritiba acabasse perdendo a partida.

Será que a torcida e a crônica em geral não teria criticado o treinador, dizendo que ele fez a substituição errada e que deveria ter segurado o time em vez de mandá-lo para cima do adversário?

É realmente difícil essa vida de treinador.


Saudações Alviverdes
Ricardo Honório

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Novos reforços

15/01/2010 11h24 - Ricardo Honório Alves - Comente esse post

Mostrando cautela nas contratações, principalmente devido aos escassos recursos, a diretoria Alviverde anunciou até o momento quatro jogadores: os meias Rafinha e Enrico, já integrados ao elenco, e o lateral direito Fabinho Capixaba e o volante Andrade, que devem se apresentar segunda e hoje, respectivamente.

O clube ainda corre atrás de um atacante, mas o nome ainda não é de domínio público, pois após a desistência sobre o nome de Maikon Leite, a diretoria não se pronunciou a respeito de outro nome.




Análises

Enrico:

 / Foto: Coritiba Foot Ball Club



Revelado pelo A. Mineiro, com passagens pelo futebol sueco, Ipatinga e Vasco da Gama. Jogador de boa técnica e visão de jogo, porém um pouco lento e dispersivo às vezes. Para provar que será útil ao time Coxa-Branca tem que mostrar muito mais do que apresentou no Vasco. Foi uma indicação de Ney Franco que o comandou no Ipatinga. Este fato, porém não pode servir de parâmetro, pois o mesmo Ney Franco indicou o fraco lateral Luciano Amaral ao Coritiba.

Rafinha:

 / Foto: Coritiba Foot Ball Club



Jogador revelado pelo São Paulo e com passagens por vários clubes do futebol brasileiro, este atleta é a melhor contratação do Coritiba até o momento. Rápido, incisivo e de muita movimentação, Rafinha ainda sabe fazer gols e pode ser muito útil na Série B, principalmente nos jogos fora de casa, onde o contra-ataque pode ser arma mortal do Coritiba. Pesa contra apenas o excesso de individualismo, que às vezes pode atrapalhar a equipe. Se mostrar o mesmo futebol demonstrado com a camisa do Paraná será um dos grandes nomes da equipe em 2010.

Fabinho Capixaba:

 / Foto:



Atleta com passagens pelo Palmeiras e que estava no Avaí, onde não foi muito aproveitado. Jogador de características ofensivas se estiver em um bom momento, tem tudo para ser titular do time, principalmente pela irregularidade de Heffner e pelo fraco futebol de Ângelo. Precisa apenas aprimorar a marcação, defeito notado nos jogos em que vestiu a camisa do Palmeiras.

Andrade:

 / Foto:



Boa contratação, jogador experiente e de toque de bola, estava jogando no Sport/PE, onde não era titular da equipe. Sua principal virtude são os arremates de longa distância. Em uma vitória do Vasco na Arena da Baixada por 5x3, fez três gols, todos em arremates de fora da área. Pode ser muito útil em uma formação com três volantes, jogando como terceiro homem de meio, já que apesar de ser volante de origem, não é forte na marcação.




Opinião:

A diretoria acertou nas contratações, principalmente nas chegadas de Rafinha e Andrade, jogadores que deverão ser muito úteis na Série B, principalmente.

A chegada de Enrico é cercada de expectativa, pois é um jogador de qualidade, mas que não demonstrou isso no Vasco. Como dito acima é jogador indicado pelo treinador e isso deverá fazer com que inicie a temporada como titular. Não tem estilo de Série B, pois tem técnica, mas lhe falta garra. Se demonstrar muita vontade dentro de campo, também pode ser útil.

A contratação de Fabinho Capixaba provavelmente aconteceu devido a oportunidade, pois o Coritiba já tinha os jogadores Ângelo e Rodrigo Heffner, além do garoto Fabinho que subiu das categorias de base, não sendo portanto uma carência do elenco. Se estiver em bom momento será titular, mas isso provavelmente brecará a ascensão de Fabinho.

A diretoria precisa usar de muito critério nas contratações, e precisar avaliar realmente se a chegada de um novo lateral-direito é necessária, pois existem grandes carências no elenco, como nos setores defensivos (miolo de zaga), lateral-esquerda e ataque (um jogador para disputar posição com Ariel).

A zaga titular conta com Pereira e Jeci, atletas com problemas de velocidade e que podem ter problemas na Série B, onde o estilo de jogo é mais dinâmico do que na Série A. Os reservas Lucas Mendes, Dirceu e Demérson também não são jogadores de velocidade, o que demonstra a carência do Coritiba nesta posição.

Para a lateral-esquerda, hoje ocupada pelo fraco Luciano Amaral, a esperança é que o garoto Dênis repita as atuações mostrada na equipe de junior. Mas em um ano importantíssimo na vida do clube, o elenco precisa ter mais opções de qualidade, o que torna importante a contratação de outro jogador para a posição.

Para o comando de ataque, após as dispensas de Rômulo e Bruno Fressato, o Coritiba tem apenas o gringo Ariel e o garoto Roger, que ainda não demonstrou condições de brigar pela vaga de titular, o que faz imprescindível a necessidade de contratação de um jogador para o setor.

Situação diferente da posição de segundo atacante, onde o Coritiba conta com Marcos Aurélio que deverá ser titular absoluto, além de boas opções como o angolano Geraldo, Renatinho, Rafinha, e os garotos Lelê e Andrezinho, sendo que este último provavelmente subirá aos profissionais devido ao bom desempenho na Copa São Paulo.



Saudações Alviverdes
Ricardo Honório

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E o problema continua...

11/01/2010 18h23 - Ricardo Honório Alves - Comente esse post

 / Foto: Luiz Carlos Betenheuser Júnior



Vendo a matéria, do site oficial, sobre o match-treino contra o Joinville veio a idéia para este post.

Para você amigo COXAnauta, qual foi o maior problema enfrentado pelo Coritiba dentro de campo nesta temporada de 2009?

Em minha opinião, se o Coritiba tivesse uma defesa mais sólida ou um melhor esquema defensivo não teria sido rebaixado a segunda-divisão.

O ataque funcionou diversas vezes, sempre comandado pelo craque Marcelinho Paraíba, que quando não empurrava a bola para dentro, colaborava com assistências.

É verdade que nem Ariel, quanto Rômulo, e muito menos Bruno Batata foram homens-gols da equipe no campeonato, mas mesmo assim fizeram alguns gols que garantiram pontos ao Coritiba.

Por outro lado, a defesa sempre foi o calcanhar de Aquiles no Campeonato Brasileiro, principalmente na hora decisiva do campeonato, quando o Coritiba levou oito gols nos jogos contra Cruzeiro e Santos, quando no mínimo um ponto nestes confrontos garantiria o Coritiba na primeira divisão.

Esperava-se que aí começasse a reformulação do Coritiba para 2010, porém para a minha surpresa a defesa continua a mesma que terminou o campeonato brasileiro, sendo uma das mais vazadas do campeonato.

Na direita temos o fraco Heffner, jogador de altos e baixos, mas que nunca apresenta uma regularidade capaz de mantê-lo como titular e solução para a lateral direita.

Na esquerda, a situação é ainda pior, pois Luciano Amaral, indicado por Ney Franco, não tem a mínima condição técnica de vestir a camisa do Coritiba. Quero acreditar que esta indicação de Ney foi por puro desespero, ou seja, na falta de algo melhor, vai este mesmo, já que nem Guaru quanto Rodrigo Crasso deram conta do recado.

O miolo de zaga, Jeci e Pereira, continua o mesmo, comandado por dois jogadores que falharam em diversas oportunidades em 2009, sendo responsáveis diretos por diversos gols tomados ou pênaltis sofridos.

Alguém consegue esquecer do ridículo pênalti cometido por Jeci na derrota para o Santos?

Soma-se ainda o fato de Ney Franco dar indícios que manterá o mesmo esquema que fracassou em 2009, com apenas dois zagueiros, o que poderá ser extremamente prejudicial ao time.

É importante saber que jogar com um trio de zagueiros faz a diferença na Série B, principalmente se for usar como arma a altura dos zagueiros, uma vez que alguns campos são acanhados, e a bola parada pode decidir partidas.

Ainda tem o fato de que Jeci e principalmente Pereira são jogadores extremamente lentos e costumam perder com facilidade, quando disputam na corrida contra os atacantes adversários.

A esperança, mais uma vez, recai sobre as categorias de base, e espera-se que os laterais Fabinho e Dênis, além dos zagueiros Lucas Mendes e Lucas Claro sejam as soluções, que os defensores não conseguiram ser em 2009.

Com a palavra o Departamento de Futebol e a Comissão Técnica Alviverde.




Para finalizar a coluna, deixarei no ar duas perguntas, que farão parte de todos os posts colocados no “Falando de Bola”, até que elas sejam devidamente respondidas pelo presidente:

 / Foto: Leonardo Ribas Lovo



Quando será explicada a foto acima, que se referia a prorrogação do contrato de Marcelinho Paraíba, conforme anunciado pelo presidente Jair Cirino?

 / Foto: Manoel



Quando será anunciado o novo parceiro para a construção do novo estádio, fato este prometido como “presente de Natal” para a torcida Alviverde, pelo senhor Marcos Hauer?


Saudações Alviverdes
Ricardo Honório

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Presidente, exijo explicações!

07/01/2010 13h32 - Ricardo Honório Alves - Comente esse post

 / Foto: Site Oficial do SPFC



Dr. Jair Cirino, excelentíssimo "presidente" do Coritiba,

Eu como torcedor e sócio do Coritiba Foot Ball Club, que sempre paguei em dia as minhas mensalidades, exijo explicações sobre o "tal contrato" firmado com Marcelinho Paraíba até junho/2010.

 / Foto: Leonardo Ribas Lovo



Mas quero explicações convincentes, pois dadas por Felipe Ximenes não convenceram nem a minha filha de 12 anos, quanto mais eu e o resto da torcida do Coritiba.

Chegou da hora da verdade, se é ela que existiu algum dia.

Exijo saber além do contrato, como a diretoria do "Projeto Vencer" conseguiu chegar a um deficit de 26.000.000,00 em dois anos de mandato.

A torcida não é ingênua, portanto chegou a hora de suas explicações "presidente, não só sobre a situação de Marcelinho Paraíba, como também do deficit orçamentária, das vendas de Keirrison, Henrique e Pedro Ken, do empréstimo junto ao BMG, do custo das festas vip, enfim são tantas coisas a serem explicadas, que talvez precisem dias para a torcida entender tudo o que se passou no Coritiba em 2008 e em 2009.

Não esqueça "presidente" que o senhor ainda não deu a sua palavra oficial sobre os motivos que levaram o Coritiba a ser rebaixado, preferindo, em sua coletiva, ignorar este fato focando apenas na selvageria praticada após o jogo contra o Fluminense.

Sei muito bem que temos que focar em 2010, para reconstruir um clube praticamente falido, mas não podemos jamais deixar passar impune tudo o que aconteceu, para que episódios como os que ocorreram, jamais aconteçam novamente.

Aguardo sua explicações, "presidente".

Saudações Alviverdes
Ricardo Honório

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A pior diretoria da história

04/01/2010 22h41 - Ricardo Honório Alves - Comente esse post

 / Foto: Coxanautas



Dou “um tempo” em minhas férias como colunista COXAnautas, para escrever sobre a pior diretoria da história do Coritiba.

Hoje tive o desprazer de receber em minha casa o carnê para pagamento da minha mensalidade como sócio. Sim, desprazer, pois o mesmo veio com um abusivo aumento de 49% em relação aos preços de 2009 (cadeiras inferiores, antiga categoria denominada Amancio Moro).

Justamente quando o Coritiba mais precisa de seu sócio, a pior diretoria da história comete este ato “lusitano”, com todo respeito aos patrícios, que com certeza devem ser mais inteligentes que os mandatários Alviverdes.

Ironias a parte, a diretoria enviou uma carta pedindo o apoio dos seus sócios, quando ela mesma vira as costas para aqueles que tanto ajudaram o clube nestes anos todos.

A “estratégia” de marketing, se é que isso pode ser considerada uma “estratégia” está totalmente equivocada, pois agora seria a hora da diminuição ou ao menos a manutenção dos preços praticados em anos anteriores, pois a pior diretoria da história é co-responsável sim pela impossibilidade do Coritiba no seu ano centenário de disputar jogos dentro de casa.

O que a diretoria acha, que o torcedor irá se sensibilizar com a sofrida situação Alviverde, causada por este mesmo presidente, e aceitará tranquilamente a majoração nos preços dos sócios?

Ou então veremos uma debandada em massa, com o quadro associativo do Coritiba diminuindo sensivelmente?

Será que este abusivo custo seria para cobrir a porcentagem destinada ao plano Eternamente Coxa, que ridiculamente destinava de 33 a 38% a empresa responsável pela organização deste péssimo plano de sócios?

Confesso, que com esta diretoria, não tenho a mínima vontade de continuar como sócio, mesmo sabendo que o Coritiba está acima de tudo.

O meu suado dinheiro, ganho de forma honesta e trabalhadora, assim como de todos os outros torcedores, não servirá de fontes para pagamentos como flores e whiski para festa vip, táxi vip, “gerenciador de crises”, Gênios do Projeto “Vencer”, marketeiros, entre outros vários motivos, que com certeza influenciaram na queda do Coritiba.

O meu dinheiro não servirá para a contratação equivocada de jogadores de péssima qualidade, como Bilu, Cadu, Dick, Laércio, Jailson, João Henrique, Marcos Tamandaré, Matheus, Thiago Silvy, Léo Mineiro, Thiago Bernardi, Evaldo, Léo, Luciano Amaral, Jailton, Ramón, Vicente, Ângelo, Guaru, Rodrigo Pontes, Thiago Gentil, Bruno Batata, Carlinhos Paraíba, entre outras tantas nabas que vestiram a camisa do Coritiba na Dinastia Projeto Vencer de Jair Cirino

A pior diretoria da história deveria ter vergonha desta intempestiva atitude, mas com certeza isso não existe, haja vista a reeleição de Jair Cirino como presidente do Coritiba, fato absurdamente ratificado pelos seus omissos conselheiros, mesmo após a péssima administração no biênio 2008/2009.




Para finalizar a coluna, deixarei no ar duas perguntas, que farão parte de todos os posts colocados no “Falando de Bola”, até que elas sejam devidamente respondidas pelo presidente:

 / Foto: Leonardo Ribas Lovo



Quando será publicado no BID a prorrogação do contrato de Marcelinho Paraíba, conforme anunciado pelo presidente Jair Cirino?

 / Foto: Manoel



Quando será anunciado o novo parceiro para a construção do novo estádio, fato este prometido como “presente de Natal” para a torcida Alviverde, pelo senhor Marcos Hauer?

Em relação ao segundo questionamento, como infelizmente o ex-diretor Marcos Hauer encontra-se enfermo, seria importante a palavra do “presidente”.


Saudações Alviverdes
Ricardo Honório

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'Dar um tempo'

22/12/2009 17h06 - Ricardo Honório Alves - Comente esse post

 / Foto: Luiz Carlos Betenheuser Júnior



Como todos sabem o principal assunto discutido no “Falando de Bola” é exatamente ela, a bola, aquela que deveria ser a protagonista de um jogo de futebol, mas que nem sempre é assim.

Às vezes ela é deixada de lado, para que personagens como Jair Cirino, Paulo Schmitt e marginais travestidos de torcedores, entre outros se tornem o centro das atenções.

Com isso o Blog Falando de Bola resolveu fechar para balanço, não definitivamente, como quase aconteceu após o rebaixamento e caos instaurado no Couto Pereira, mas apenas enquanto a diretoria do Coritiba estiver em “férias”.

Isso mesmo, com a falta de notícias pelos lados do Alto da Glória, principalmente na área do futebol, este Blog resolveu acompanhar o ritmo “moroso” da diretoria Alviverde.

Aliás, até hoje o presidente reeleito Jair Cirino não veio a público “explicar o inexplicável”, ou seja, a queda de rendimento do time que resultou no rebaixamento, além é claro de explicar o “tal contrato” de Marcelinho Paraíba.

Além disso, seria interessante que o “presidente”, se é que ele explica alguma coisa, deixasse claro para a torcida Alviverde o real motivo da permanência de Felipe Ximenes, pois não se sabe se ele é gerente de futebol ou arrecadador de empréstimos ou patrocínios, ou talvez um legítimo Bombril, com mil e uma utilidades.

O Coritiba é o primeiro clube de futebol que vejo o responsável pela área de futebol ser mantido após um rebaixamento que se mostrava claro a cada rodada que passava.

Outro fato interessante é que o zagueiro Cleiton foi hoje anunciado pelo Botafogo/SP, e o gerente de futebol ainda não deu nenhuma entrevista informando quais jogadores ficarão no clube em 2010

Infelizmente as coisas no Coritiba nunca foram tão obscuras como neste ano de 2009, fato provado ainda mais pela fala de Vialle após sua saída, onde “deixou no ar” fatos estranhos que contribuíram para o rebaixamento.

Mas como vem sendo a tônica no Coritiba, o sócio e o torcedor ficam com cara de palhaços tentando, em vão, entender o que se passou no Coritiba neste ano de 2009.

Portanto o Falando de Bola resolve “dar um tempo”, o tempo que for necessário para que os diretores contratem e montem um time de futebol, para que possamos começar, junto com os leitores, a avaliar a formação da equipe.

Aos amigos leitores, eu desejo um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo, com muita saúde, paz, amor, companheirismo, amizade e muito dinheiro, pois sem ele não conseguimos nem montar um time de futebol e nem manter jogadores motivados para manter o time na primeira divisão, ou então, subir novamente a primeira divisão.

Ano que vem estaremos de volta, para o desespero dos incompetentes diretores e omissos conselheiros, pois aqui no “Falando de Bola” a cobrança é dura e fundamentada.

Saudações Alviverdes
Ricardo Honório

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Marcelinho foi embora, e aí Cirino?

17/12/2009 16h51 - Ricardo Honório Alves - Comente esse post

 / Foto: Leonardo Ribas Lovo



O que já era esperado foi anunciado hoje pela diretoria do São Paulo, a contratação de Marcelinho Paraíba, pelo clube paulista.

Quanto a atuação de Paraíba pelo Coxa, alguns grandes momentos, gols bonitos, mas no final ficou aquele gosto de quero mais, pois quando o time mais precisava dele, Marcelinho se escondeu e o Coritiba foi rebaixado a segunda divisão, após três partidas (Santos, Cruzeiro e Fluminense) melancólicas.

Mas tudo isso passaria batido, se não fosse mais uma das trapalhadas e mentiras da diretoria do Coritiba.

A diretoria em uma medida irresponsável e precipitada, anunciou a renovação de Marcelinho, até junho de 2010, fato este que nunca apareceu no BID.

Este fato ficará marcado na história do Coritiba, manchando ainda mais a centenária história Alviverde.

Enquanto isso, torcedores e sócios são enganados por uma diretoria que prometeu “mundo e fundos”, e o máximo que conseguiu foi rebaixar o Coritiba à segunda divisão e ser responsável direta e indiretamente pela maior penalidade aplicada a um clube do futebol brasileiro.

Eu, como sócio, que pago rigorosamente em dia as minhas mensalidades, exijo explicações convincentes sobre mais esta trapalhada praticada contra o Coritiba Foot Ball Club.

Chega de vexames, de trapalhadas, de mentiras, de falsas promessas, queremos o Coritiba sendo dirigidas por pessoas responsáveis, que não tentam ludibriar o seu torcedor com promessas que nunca serão cumpridas.

Gostaria de saber o que se passa na cabeça dos conselheiros do Coritiba, que na próxima segunda-feira irão lhe eleger por mais um mandato.

Pensando bem, não preciso da resposta, pois esta eu sei que nunca terei, assim como nunca verei as promessas do “Projeto Vencer” sendo cumpridas.

Saudações Alviverdes
Ricardo Honório

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