O mínimo que se espera...
Primeiro: Não vou criar factóides ou me ater a boatos, porque isso é ferramenta de burro, que, na falta de argumento, prefere se apegar a falácias pra comprovar suas teorias mirabolantes. Me aterei a falar do que sei e do que vejo, só! Não sou burro nem mentiroso!
Segundo: Não vou sair adjetivando ninguém e nem jogando responsabilidade em que não a tem, porque isso é coisa de covarde, que se esconde atrás de um monitor pra proferir despautérios sentindo-se imune por conta da “armadura” que a impessoalidade da internet impõe.
Por fim: Não vou deixar de criticar quando necessário, dentro da minha postura pessoal de respeito e dignidade. A crítica não precisa vir acompanhada de agressão ou leviandade, muito menos fundada em “achismos”. Se não houver um objetivo construtivo, não há porque criticar, senão para ter razão e massagear o próprio ego... E egocêntrico eu não sou!
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Na minha última Coluna, entitulada “Metas”, finalizei o texto com a seguinte mensagem:
Eu, amanhã bem cedinho, com sol ou com chuva, continuarei buscando minha meta, mesmo que o fôlego ainda me falte ou as pernas cansem. O Coxa, visitará o Garoto Travesso da mesma forma, podendo faltar tudo, menos a vontade e a gana de vencer!
Disse isso porque, logicamente, esperava dificuldades... Mantínhamos alguns desfalques e time ainda carecia de algum entrosamento (bem como a retomada de ritmo de jogo por parte do Alex).
O que eu jamais esperava ver era a apatia que foi demonstrada ontem em campo!
Até jogamos uma boa parte da partida melhor que o time da casa, mas numa superioridade estéril, onde a posse de bola não se consolidava em chances de gol.
Como se não bastasse a total inoperância do sistema ofensivo, a defensiva conseguiu tomar três gols dignos de “pelada”. Uma completa frouxidão na marcação e uma falta de comprometimento assustadora.
Não sei o que há de errado... Sinceramente não sei. O que sei é que algo precisa ser feito e com urgência.
O que se viu ontem, foge às raias do debate técnico/tático. Está além de se discutir a qualidade de determinado jogador ou a capacidade do comando. Qualquer um que acompanhe futebol há mais tempo, sabe que o que se viu ontem, foi a exteriorização de algo que acontece intramuros, de algo que foge ao nosso conhecimento, mas que está afetando todo um grupo de trabalho.
Se o problema vem de dentro, que solução também venha!
Não quero conjecturar, não quero supor, não quero “chutar”.... Quero (e espero) apenas que as soluções estejam sendo tomadas.
Domingo estarei lá, como sempre, fazendo a minha parte... Aliás, a torcida vem fazendo a sua parte. Está na hora da contrapartida!
Eu não joguei a toalha!
Um abraço!!
Luiz Berehulka
Sobre o autor
Luiz Berehulka, advogado, designer, músico e coxa branca desde criancinha! Frequenta o Couto desde sempre e não se contenta em simplesmente torcer, está constantemente contribuindo com o clube e usando seu tempo livre para promover as cores do Coritiba. Foi autor da conhecida versão lenta do Hino Eterno Campeão de Francis Night, já tocou seus arranjos das músicas do Coxa em diversos eventos do clube e é pai do André, o menininho que ficou famoso no Youtube cantando o hino inteiro do Coxa quando tinha só dois aninhos. Sempre que pode está nas redes sociais, debatendo as coisas do seu time de coração e divertindo os amigos (e irritando os adversários) com suas montagens sarcásticas.
Sobre o blog
Sabe aquele bate papo entre torcedores, amigos ou colegas de trabalho? Aquela situação levantada no churrasco, ou aquela dúvida que de repente alguém ouviu do amigo do primo do vizinho do fulano? Então, essa é a ideia do blog! Sem obrigação de seguir uma filosofia, ou mesmo uma tendência, a intenção é trazer sempre temas atuais relativos ao Coritiba, com o objetivo de simplesmente pensar o Coritiba... refletir sobre o Coritiba dentro de uma ótica de torcedor.
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