Vilson. Piazada. Profissas.
Dentre todos os presidentes dos Clubes Brasileiros, Vilson Ribeiro de Andrade foi escolhido para encabeçar a comissão responsável por mudanças sérias em nosso futebol. Talvez as principais mudanças desde a malfadada Lei Pelé que representa a Lei Áurea aos atletas, investidores e empresários, bem como o A.I -5 para os Clubes formadores.
Vilson está incumbido de redigir alterações nos regulamentos dos Campeonatos, bem como lidera o grupo de clubes devedores, a fim de, junto ao Congresso Nacional, viabilizar o adimplemento dos débitos.
Sendo nosso presidente esse líder, por conseguinte haverá um realce nacional das cores do Coxa e de todo o Estado do Paraná. Mas o que me deixa feliz é que já ouvi da boca do nosso presidente que ele é defensor do fair play financeiro, trabalhista, bem como da punição esportiva para clubes caloteiros e que contam com vândalos dentre os seus torcedores. Ouvi também que o presidente é contra o perdão da dívida dos clubes, e não poderia ser diferente. Perdoar mais de bilhão de reais seria, além de uma ilegalidade, uma tremenda sacanagem com os demais contribuintes.
Em suma, espero e confio que nosso presidente ajudará a virar uma página velha e rasurada do nosso futebol, a fim de escrever uma nova, com a tinta fresca do progresso, e a letra legível da idoneidade.
A caneta da mudança deve ser pesada, os tempos são urgentes e carecem de medidas drásticas. Chega de calote, violência e morte. Chega de ter o futebol estampado em cadernos não esportivos. Chega.
NA BASE DA ILUSÃO
Concordo com aqueles que pensam que uma vaga no time titular era pouco para motivar a piazada. Aliás, depois de ver que 12 dos piás subiram, tenho certeza que este úmero de vagas já havia sido a eles informado, o que diminuiu e muito o esforço dos candidatos, por conta do alto número de vagas ofertado pelo Vestiba do Coxa.
O que mais me preocupa na base Coxa, não são os valores individuais, e até concordo que alguns deles podem se destacar ao lado de melhores jogadores e num melhor esquema do que o proposto pelo Zé Carlos. O que me preocupa é a falta de consciência coletiva, solidariedade, e noção de futebol moderno. Aproximação, compactação, recomposição, enfim. A filosofia parece estar equivocada. Cuida da tua base Coritiba.
PROFISSAS
Sexta-feira estreiam os titulares. Tenho dito e redito que além de deficitário financeiramente, o Paranaense não vale um joelho estourado, um púbis rendido ou uma espinhela caída de nossos jogadores. Assim, peço e espero que Dado continue mesclando e poupando jogadores, bem como testando esquemas nessa fase do campeonato. É claro que ritmo de jogo e entrosamento são importante, mas temos de fazer isso de maneira ponderada, a fim de não pormos por terra todo 2014.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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