Quanto mais treino, pior.
O Coritiba nunca teve tanto tempo pra treinar como nessa temporada. E talvez esteja aí o segredo do sucesso do nosso fracasso.
Foram várias as semanas, as janelas. Inúmeras as esperanças de um futebol mais gordo, viçoso, mas nada. Nosso time sempre demonstrou um esquálido e pálido desempenho.
Individualmente alguns jogadores simplesmente foram incapazes de jogar partidas inteiras, de competir, como Pinho. E outros que competem até demais, como Robson.
Entre esses dois extremos, temos o resto.
No ano em que o único jogador que prestava mostrou que não prestava.
Do céu ao Chipre.
Essa tem sido a sina do Coritiba, precisar treinar sem ter tempo pra isso e achando que vai dar tempo. Um ano inteiro em looping adaptando treinadores, jogadores, esquemas e jogadas.
Ensaiamos o ano todo pra não ter nenhuma jogada ensaiada decente. Triste.
Uma temporada de transição com mudanças profundas e reformulações também na cúpula administrativa. Confusão, apostas, longo prazo que em curto pode dar m... enfim.
Eu sou a favor da continuidade no trabalho. É a única coisa que falta tentar.
Se fosse pra ficar contratando e demitindo de acordo com o humor da torcida, ou pior, a "crítica" da imprensa, deixava então o pessoal da confraria continuar mandando.
Alias, em outros tempos a essa altura já teriam começado as trocas de farpas e as facadas nas costas entre os conselheiros pra formar a nova chapa.
Chapas com aqueles nomes medonhos de sempre: coxa maior, Coxa mais maior, Coxa enorme.
Pessoal precisa melhorar o marketing eleitoral mesmo que seja pra mandar em 10% do espólio alviverde.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
Ver comentários (15)
