O que importa é vencer a eleição.
Não, a culpa não é de Alex, mas é que ele sempre tem algo a dizer, então, por favor, ajude-nos meros torcedores a entender o que ocorre?!
O que era pra ser revolução profissional virou túnel do tempo, com lembranças nada boas. O que era pra ser transparência virou mistério sem graça de enredo fraco e previsível do tipo novela mexicana.
O que era pra ser baseado no uso da base e fortalecimento do clube de baixo pra cima transformou-se subitamente na contratação da Dida.
Alex talvez tenha sido iludido tanto quanto nós que acreditamos nessa mudança, como ainda acreditamos em políticos, em papai noel e duendes. Demorou cinco meses (com exceção àqueles que já sabiam) para percebemos que Bacellar talvez seja mero fantoche de Pedroso, como Cirino era de Vilson.
Agora, o que me dá medo é pensar que tanto a presença de Medina e Guerra no G5, bem como suas saídas, já estavam orquestradas desde o início da campanha eleitoral do ano passado, com o intuito único de ganhar as eleições. Se isso for verdade, o que move essa gente? Amor pelo clube? Desejo de ver o Coxa Maior? Ou simplesmente vencer o rival da vez?
A impressão que fica é que o lema de todos que passaram pelo Coxa nos últimos anos é “eleição é eleição, mandato é mandato”, ou seja, vamos ganhar não importa como, nem com quem, depois a gente vê o que faz...
Graças aos deuses e demônios do futebol tudo isso é passageiro, e, como já disse em outra coluna, daqui a três anos, todos voltam juntos como revolucionários do sistema que eles mesmos implantaram, e salvadores do barco que eles mesmos afundaram. Só naufragam mesmo os torcedores e seus sonhos de conquistas.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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