A 10 é de Ken.
Tão emblemático quanto o fato de Dunga ser a resposta aos 7x1, e quanto não haver nenhum treinador do Brasil, antes escola de futebol, dando “aula” na Europa.
Este é nosso atual futebol, qualquer volante ou segundo volante é camisa 10. A culpa é de Ken? Não. Ele, pasmem os senhores, é a solução.
JOGO
Carlinhos e Rafhael Lucas foram os melhores da vitória Coxa sobre o operário. E que nem se reclame do buraco que Carlinhos deixa, tratem sim é de corrigir a cobertura. Digo isso, pois, ele é muito melhor no apoio que na contenção, se tirarem-lhe esta função, não há motivos para mantê-lo em campo.
Alguns erros do ano passado ainda se repetem, como o medo de ter a bola, a imprecisão dos passes, a falta de movimentação, e as tentativas frustradas de ligação direta. Tudo isso a ser corrigido por Marquinhos. As vitórias criam um ambiente mais favorável e tranquilo, dando ao treinador mais lastro, menos pressão e aumenta a confiança dos jogadores em seus potenciais.
PARANÁ
Queria eu dizer que solidarizo-me à tristeza paranista. O que me causa espécie é que até há alguns dias o ano parecia ter começado bem para o Paraná, mas bastou uma derrota clássica para tudo vir a tona. Desde 2007 a estória é sempre a mesma, daqui há pouco, infelizmente, só isso restará do Paraná, a história.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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