
9 O Coritiba entrou com uma escalação até certo ponto surpreendente, se apresentando no 11 inicial com apenas 1 volante de contenção. Do meio para frente os outros 5 atletas eram e são atletas sem características de marcação.
A coisa ia dando muito certo e o Coxa chegou a conseguir bela vantagem estabelecendo 3 X 1, com 2 gols de Breno Lopes e 1 de Pedro Rocha, com 2 belas jogadas de Ronier, que com seus dotes técnicos deixou os avantes em ótimas condições para balançar as redes.
O Coritiba tomou gols em que alguns atletas falharam individualmente, isso sem dúvida nenhuma.
Ninguém tem bola de cristal para saber se o Seabra tivesse mexido de forma diferente na equipe, o Verdão manteria o 3 X 1, ou quem sabe até ampliaria a vantagem, mas entendo que jamais Pedro Rocha e Breno Lopes poderiam ter saído.
Poderia Seabra ter retirado William Oliveira um pouco mais cedo para dar lugar a Walisson, e ter substituído Josué que já apresentava sinais de cansaço, ali pelos 15 do segundo tempo, promovendo a entrada de Vini Paulista.
Nesse caso, o Coritiba ficaria um pouco mais protegido na sua retaguarda e teria uma saída de bola mais condizente com o que a partida sugeria.
Nesse formato o Coxa exploraria melhor o chamado contra ataque. A Chape, com o 3 X 1 adverso viria com tudo, como veio, e o Coritiba teria Ronier na criatividade com olhares práticos em Breno Lopes e Pedro Rocha que estavam muito bem no jogo. Isso poderia propiciar ao Coritiba nesses contra ataques que fatalmente ocorreriam, ampliar a diferença de gols.
Hoje o repertório técnico do Coritiba na frente é muito bom e sabendo-se mexer as peças no tabuleiro, com consciência e sapiência, pode-se conseguir resultados satisfatórios ao longo da competição com 38 rodadas.
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