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Crônica Verde e Branca
Crônica Verde e BrancaJoão Sihvenger

O tal do Pragmatismo!

Salve, torcedor Coxa-Branca. Nesta minha primeira coluna, quero abordar o tema do pragmatismo do nosso técnico Mozart. Já mencionei muitas vezes que nosso treinador é pragmático; se isso é bom ou não, vamos ver lá no final de novembro de 2025, quando, assim como toda a torcida Coxa-Branca, espero que estejamos com o acesso à Série A garantido. Quero apenas tentar, juntamente com os leitores, entender o que se passa na cabeça de nosso treinador, falando especificamente sobre o time de futebol que ele comanda.

Por que dizemos que Mozart é pragmático? Ele prioriza a eficiência e os resultados acima de qualquer coisa. Mozart foca no objetivo final, que é o acesso; sistematiza a intensidade defensiva e fecha as linhas; valoriza a organização da equipe e tem boa gestão de grupo. Guia-se pela principal meta do Coritiba neste ano. E está errado? Difícil responder. Até o momento, a fotografia que temos é de que ele está acertando.

Tivemos alguns percalços no começo do ano; diria que foram vexames: as eliminações no Campeonato Paranaense e na primeira fase da Copa do Brasil, pois um time como o Coritiba tem obrigação de chegar à final do estadual e avançar na Copa do Brasil, onde joga contra adversários muitas vezes tecnicamente bem inferiores. Mesmo assim, Mozart seguiu com o foco de dar uma identidade ao time e manter o foco no acesso.

Sei que muitos gostariam de ver o time jogando diferente; eu também gostaria de ver o time dando espetáculo, jogando para frente em todos os jogos. Mas, como dizem muitos especialistas, o futebol mudou e a filosofia da maioria dos técnicos também — ou vice-versa. A prioridade hoje é a imposição física, e os atacantes têm mais uma função tática do que qualquer outra coisa, voltando para recompor e ajudar o sistema defensivo; pelo menos é isso que vemos na maioria dos times hoje em dia.

Mozart foi pragmático quando esteve no Mirassol. Em 2023 não subiu por muito pouco; em 2024 conseguiu colocar o time na Série A do Brasileirão. Espero muito que consiga isso aqui, e repito: a fotografia do momento me diz que o sucesso do Mirassol em 2024 pode ser repetido aqui no Coritiba. É o que toda a torcida espera.

Sobre o autor

João Sihvenger
João Carlos Sihvenger, ou simplesmente João Sihvenger (homenagem ao meu saudoso pai), que desde criança sempre gostou de futebol, e, aos 12 anos de idade decidiu que seria torcedor do Coritiba Foot Ball Club, após ter a primeira oportunidade de assistir a um jogo ao vivo no antigo Estádio Belfort Duarte, hoje Couto Pereira, em 1971, assistiu a uma partida contra o América do Rio de Janeiro, valendo pelo Brasileirão daquele ano. O Coritiba venceu por 2 x 1, com gols da dupla caipira, Tião Abatiá e Paquito.

Ali tudo começou. Decidi que aquele seria o time do meu coração e, desde então, nunca mais deixei de acompanhar o time, seja no estádio, pelo rádio ou pela televisão. Acompanhei de longe a campanha do maior título da nossa história, pois, por motivos profissionais, já não morava mais em Curitiba. Me emocionei, assim como, tenho certeza, de que toda a nossa torcida também se emocionou.

Voltando a Curitiba depois de muitos anos, sou um privilegiado, pois posso acompanhar meu time do coração bem de perto, sempre frequentando o palco de tantas glórias: o Couto Pereira.

Sobre o blog

Este blog foi criado com o objetivo de compartilhar minha paixão pelo Coritiba Foot Ball Club. Acredito que o futebol é mais do que um esporte; é uma paixão que une as pessoas, e quero contribuir para fortalecer essa paixão. Torcedor Coxa-Branca, este conteúdo é para você. Participe das discussões e compartilhe suas opiniões! É um espaço onde torcedores podem se conectar, trocar ideias e celebrar as conquistas do nosso time. Vamos juntos torcer, aprender e celebrar tudo o que faz do Coritiba um clube tão especial!
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