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Crônica Verde e Branca
Crônica Verde e BrancaJoão Sihvenger

Empate com gosto amargo!

O Coritiba não merecia empatar, dada a superioridade do time sobre o adversário, que, aliás, não viu a cor da bola.

Portanto, o justo seria a vitória Coxa-Branca e a consolidação da liderança isolada, mas a Série B é assim — especialmente esta de 2025 —, há equilíbrio tanto na parte de cima quanto na de baixo da tabela. Nesta altura do campeonato, todos os times brigam por alguma coisa: briga para entrar no G4, briga pela liderança, briga para sair do Z4.

O técnico Mozart entrou com uma escalação que priorizou o meio-campo, com jogadores que marcam e sabem jogar — casos de Wellison, Sebá Gómez e Vini Paulista —, pois esperava uma postura diferente do Goiás. Por isso, deixou Carlos de Pena no banco de reservas, alegando que, com a volta de Sebá, aquele lado do campo estaria ocupado. Mesmo assim, houve um domínio completo do Coritiba no primeiro tempo e, no segundo, com a entrada de De Pena, o domínio foi ainda mais avassalador. O gol até saiu e, naquele momento, colocava justiça no placar, mas foi anulado pelo VAR, o que, de certo modo, quebrou o encanto da grande torcida presente no estádio.

Quero ressaltar aqui a partida feita por Lucas Ronnier, que não se escondeu do jogo, tentou jogadas de infiltração e finalizou com sua potente perna esquerda. Ainda assim, percebe-se que sente muita falta do seu fiel escudeiro Josué, sempre a seu lado, dando passes mágicos e procurando as tabelas.

Apesar do empate, os jogadores mostraram a alma guerreira, disputando cada bola. Não havia bola perdida e dominaram completamente o adversário. O reconhecimento veio no final do jogo, quando a torcida aplaudiu o time. Uma pena esse empate...

A vitória não veio, mas seguimos no G4 e na liderança. Estamos firmes no caminho do acesso e do título desta Série B.

Sobre o autor

João Sihvenger
João Carlos Sihvenger, ou simplesmente João Sihvenger (homenagem ao meu saudoso pai), que desde criança sempre gostou de futebol, e, aos 12 anos de idade decidiu que seria torcedor do Coritiba Foot Ball Club, após ter a primeira oportunidade de assistir a um jogo ao vivo no antigo Estádio Belfort Duarte, hoje Couto Pereira, em 1971, assistiu a uma partida contra o América do Rio de Janeiro, valendo pelo Brasileirão daquele ano. O Coritiba venceu por 2 x 1, com gols da dupla caipira, Tião Abatiá e Paquito.

Ali tudo começou. Decidi que aquele seria o time do meu coração e, desde então, nunca mais deixei de acompanhar o time, seja no estádio, pelo rádio ou pela televisão. Acompanhei de longe a campanha do maior título da nossa história, pois, por motivos profissionais, já não morava mais em Curitiba. Me emocionei, assim como, tenho certeza, de que toda a nossa torcida também se emocionou.

Voltando a Curitiba depois de muitos anos, sou um privilegiado, pois posso acompanhar meu time do coração bem de perto, sempre frequentando o palco de tantas glórias: o Couto Pereira.

Sobre o blog

Este blog foi criado com o objetivo de compartilhar minha paixão pelo Coritiba Foot Ball Club. Acredito que o futebol é mais do que um esporte; é uma paixão que une as pessoas, e quero contribuir para fortalecer essa paixão. Torcedor Coxa-Branca, este conteúdo é para você. Participe das discussões e compartilhe suas opiniões! É um espaço onde torcedores podem se conectar, trocar ideias e celebrar as conquistas do nosso time. Vamos juntos torcer, aprender e celebrar tudo o que faz do Coritiba um clube tão especial!
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