Choque de realidade!
Já o Coritiba demorou para se encontrar em campo. Com dificuldades para manter a posse e trocar passes no meio, o time deixou espaços e não conseguiu impor seu ritmo. Quando parecia começar a equilibrar a partida, veio o lance capital: a expulsão de Josué. A partir daí, qualquer plano de jogo caiu por terra.
Com um jogador a menos, o Coxa passou a se defender quase que exclusivamente. O empate vinha sendo sustentado com muito esforço, linhas baixas e pouca ambição ofensiva. O goleiro Pedro Morisco, apesar do erro que causou a expulsão do Josué, fez defesas sensacionais no jogo, salvando o que seria um desastre maior. Porém, nos minutos finais, a pressão do Bragantino falou mais alto, e o gol da vitória visitante acabou sendo consequência natural.
A derrota deixa lições claras. Falta ligação entre meio-campo e ataque, faltam jogadores de lado com velocidade e capacidade de desafogar o jogo, laterais que funcionem como alas, e falta um centroavante de ofício. Pedro Rocha se esforça, mas não é homem de referência. Na Série A, improvisos custam caro, e o Coritiba precisa aprender rápido para não repetir os mesmos erros.
Sobre o autor
João Carlos Sihvenger, ou simplesmente João Sihvenger (homenagem ao meu saudoso pai), que desde criança sempre gostou de futebol, e, aos 12 anos de idade decidiu que seria torcedor do Coritiba Foot Ball Club, após ter a primeira oportunidade de assistir a um jogo ao vivo no antigo Estádio Belfort Duarte, hoje Couto Pereira, em 1971, assistiu a uma partida contra o América do Rio de Janeiro, valendo pelo Brasileirão daquele ano. O Coritiba venceu por 2 x 1, com gols da dupla caipira, Tião Abatiá e Paquito.
Ali tudo começou. Decidi que aquele seria o time do meu coração e, desde então, nunca mais deixei de acompanhar o time, seja no estádio, pelo rádio ou pela televisão. Acompanhei de longe a campanha do maior título da nossa história, pois, por motivos profissionais, já não morava mais em Curitiba. Me emocionei, assim como, tenho certeza, de que toda a nossa torcida também se emocionou.
Voltando a Curitiba depois de muitos anos, sou um privilegiado, pois posso acompanhar meu time do coração bem de perto, sempre frequentando o palco de tantas glórias: o Couto Pereira.
Ali tudo começou. Decidi que aquele seria o time do meu coração e, desde então, nunca mais deixei de acompanhar o time, seja no estádio, pelo rádio ou pela televisão. Acompanhei de longe a campanha do maior título da nossa história, pois, por motivos profissionais, já não morava mais em Curitiba. Me emocionei, assim como, tenho certeza, de que toda a nossa torcida também se emocionou.
Voltando a Curitiba depois de muitos anos, sou um privilegiado, pois posso acompanhar meu time do coração bem de perto, sempre frequentando o palco de tantas glórias: o Couto Pereira.
Sobre o blog
Este blog foi criado com o objetivo de compartilhar minha paixão pelo Coritiba Foot Ball Club. Acredito que o futebol é mais do que um esporte; é uma paixão que une as pessoas, e quero contribuir para fortalecer essa paixão. Torcedor Coxa-Branca, este conteúdo é para você. Participe das discussões e compartilhe suas opiniões! É um espaço onde torcedores podem se conectar, trocar ideias e celebrar as conquistas do nosso time. Vamos juntos torcer, aprender e celebrar tudo o que faz do Coritiba um clube tão especial!
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