Um novo recomeço
A gente sabe que não ainda não tá bom. Porque a gente tá acostumado com mais. E é assim que precisa ser. Temos todo o segundo turno pra terminar de arrumar a casa. Aliás, pra Marcelo Oliveira "se virar nos 30" com o que tem. Já melhorou sim, tá mais organizado, tem mais toque de bola, estão melhor posicionados, mas precisa melhorar ainda mais.
Ainda tenho a esperança de ver alguém organizando esta meia cancha. Falta o intelecto neste time. Alecsandro e Rildo parecem ter se firmado, Berola entrou bem, Alan Santos precisa frequentar mais o campo do que o departamento médico. O time ganha com ele em campo.
Finalmente deram um presente ao Wilson, ganhou folga neste domingo. Pôde finalmente assistir uma partida do Coritiba.
Jogamos em casa contra a Chapecoense, quase como fizemos contra oSão Paulo, no Morumbi. Jogamos sabendo de nossas limitações, sem invenção, sabendo como viria o adversário.
A dobradinha armada por Marcelo Oliveira na esquerda, com W. Matheus e Carleto, foi prova disso.
A hora de recuperar os pontos perdidos é esta: Atlético -GO; fora, Santos em casa, Vitória; casa, Palmeiras; fora, Botafogo; casa, Bahia; fora. A partir daí, a parada é mais indigesta ainda.
Fazendo os pontos em casa e beliscando uns pingados fora, entramos na briga mais séria, que não seja apenas fugir da série B de 2018.
A troca no comando técnico vai fazer toda a diferença se as pretenções forem estas.
Com todo respeito que ainda tenho por Pachequinho, mas o time começa a ganhar uma cara mais profissional.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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