Salvem o Coritiba!
Não estão nas arquibancadas, nas sociais e nem na imprensa, os responsáveis pelo que vivemos agora. Nem mesmo entre os dirigentes anteriores, que por mais que tenham errado, por conta da vaidade, da incompetência e da teimosia, não são adversários do clube, embora tenham muita contribuição para este momento ruim. Erraram e ponto. Não corrigimos antes, agora não dá mais.
A confortável posição de só levantar o dedo, apontar culpados e nada fazer I( porque agora nã há mesmo mais nada que se possa fazer), a não ser criticar, não dá a ninguém o direito de esculachar seja onde for em quem for,seja nas redes sociais ou por aí, conturbando ainda mais o já debilitado ambiente Coxa-Branca.
Enfim, se não puder ajudar, não atrapalhe.Critique, mas procure manter o bom senso, a lucidez e os dois pés no chão, sempre o único propósito do debate inteligente de contribuição.
Temos um clube em crise, a pior delas nestes 114 anos de história e não será com guerra dentro de casa que acharemos o caminho de volta. Confusão, raiva, lavação de roupa suja, agora, neste momento, não ajudam.
A Império Alviverde, criticada muitas vezes, tem dado os melhores exemplos nas suas últimas ações de cobrança no CT.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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