Rumo ao G4?
Tô parecendo torcedor adversário, né? Entendo que pense assim a meu respeito, mas um, dois ou três resultados positivos, ainda será pouco diante de uma história recente que me dá o conjunto de uma obra de meses para refletir melhor sobre um período e não sobre poucos resultados.
Olha, não faço parte do grupo dos desistentes, dos que abandonaram o clube, que cancelaram o plano de sócio. Sempre que posso, eu e minha filha estamos no Couto e é aí que mora o nosso problema. Com tantos jogos no lombo, consigo ter uma visão macro sobre este time limitadíssimo. Não há mudança tática, posicionamento, escalação que seja maior que a qualidade do que é ensinado na base, onde deveria ser aprendido o fundamento do futebol, coisa que um ou dois jogadores do atual elenco consegue dominar.
Vivemos um momento muito triste, pelos vexames seguidos, pela falta de amor ao clube de quem tem a caneta na mão, pelo abandono de muitos, pelo descaso, pela associação que hoje tem a instituição Coritiba ao insucesso.
Um dia vamos virar este jogo? Sigo em oração!
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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