POR UM 2023 SEM SUSTOS
Tenho dito entre amigos que ainda pagamos o preço de administrações passadas e a caminhada ainda é longa, mas já com algum avanço. Porque é visível o passo à frente que esta administração já deu. Se é para frente que se anda, seguimos então a máxima, desde que o grupo montado por Follador assumiu. Quero acreditar que em 2023 não passaremos sustos como temos passado, especialmente no Brasileirão e Copa do Brasil.
Não se trata de mudança de patamar, mas de um degrau acima. Até aqui, claramente a qualidade do time que está sendo montado, tem um nível acima do elenco do ano passado e anos luz de anos anteriores. Mesmo que ainda me incomode a falta de notícias sobre a composição da zaga, um problema sério no ano passado.
Os tempos são outros, o dinheiro é curto e a realidade por consequência também. Devagar estamos avançando. Com todos os tropeços e muitos desacertos, preservamos o nosso bem maior que é a torcida que, além do trabalho feito por dirigentes, está nela a maior manifestação de amor pelo clube que vi neste ano que termina. Amor incondicional que nos colocou nesta condição de nos manter na elite do futebol brasileiro, embora o time não tenha correspondido como merecia a torcida Coxa.
Seguimos aqui, agora na expectativa por reforços que nos garantam mais segurança, com um 2023 sem sustos.
Para mim, acima disso seguramente é lucro.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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