Planejamento ou achismo?
Me refiro a opção de jogar mais esta partida contra o Cianorte com o time dos piás, ainda precisando de pontos para se classificar entre os 8 primeiros e assim finalmente garantir a classificação para a fase seguinte. Ou acham que com o time principal ganham a hora que precisar?
Consigo entender que deve haver algum planejamento para testes, avaliações com algumas dificuldades para azeitar a máquina, mas depois de dois meses treinando todos os dias e jogando duas vezes por semana, já não dá pra saber quem é quem?
Precisa comprometer a classificação e consequentemente a Copa do Brasil do ano quem vem ? Ou este risco não foi medido no planejamento?
Gostaria muito de saber quais são exatamente as medidas deste planejamento.
Como torcedor e não como profissional remunerado, exijo explicações. Porque pago e ajudo a sustentar estes profissionais que trabalham no clube e, na minha modesta opinião, a caminho de comprometer mais um início de temporada com erros primários de PLANEJAMENTO.
Abro mão da minha condição de torcedor que passa vergonha com estes vexames que a Treecorp, em nome do Coritiba, anda nos obrigando a passar. Mas francamente, arrisco dizer que o tal “planejamento “ de vocês, tem mais cara de achismo ou palpite, sem critérios e nada profissional.
Quero lembrar que a medida da paciência do torcedor tá além do limite há muito tempo.
Por favor, alguém aí do comando tem algo mais inteligente pra nos dizer, além destas baboseiras a cada fracasso nas seguidas patacoadas ?
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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