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ArquibancadaSergio Brandão

Novo revés

Definitivamente a palavra revés passou a ser sinônimo de incompetência. Pelo menos no Coritiba. Em seu departamento de imprensa, por não conseguir achar uma outra expressão para os vexames de 2018, ou de sua diretoria, por tentar minimizar um desastre, diminuir e transformar uma tragédia em apenas um revés, palavra usada o ano todo que justificaram cada uma das derrotas, insucessos e verdadeiras vergonhas que nos expuseram desde o início da gestão de Samir.

Samir que ao se ver incapaz de se comunicar ou de ser entendido, sei lá, agora apela à imprensa, que tanto desprezou assim que assumiu o comando do clube. Menos mau. Assim ainda temos alguém interessado em nos contar as coisas do Coritiba, além da sua “imprensa dos revezes”.

Se Ponte Preta e Coritiba fosse a última partida do ano, estaria de bom tamanho e seria o fiel retrato do que foi o Coritiba em 2018. Um time sem vida, sem expressão, sem criatividade, desorganizado, sem qualidade técnica alguma. Um time que em pouco mais de 90 minutos não conseguiu criar sequer uma oportunidade de gol.

Logo, revés, expressão usada mais de uma vez pelo site oficial do Coritiba, para justificar mais uma derrota, mais uma vez coloca no mesmo pacote, uma administração desastrosa, fazendo com que nossa torcida seja para que 2018 termine logo.

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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