Lição pra não esquecer
Hoje, voltar de Florianópolis com qualquer resultado que não seja a vitória, nos mantém do mesmo jeito de muitos anos, porque agora, o Figueira tá muito mais para São Paulo do que para um Barra do Garças, para os nossos padrões de exigência.
O mesmo Figueirense que surramos em muitas oportunidades, agora é nossa pedra no sapato da vez.
Mas não dá pra se lamentar. Como diz Argel Fucks, uma rodada de cada vez. O único planejamento que restou ao Coritiba, para tentar sair deste pesadelo, sofrendo o mínimo possível.
Se não dá pra ser o Coritiba de outrora, que seja como der e como Deus quiser, já que não nos resta muito que esperar e nem a quem mais pedir.
Será com Argel e com este time que terminaremos mais um ano para ser esquecido.
Como nunca, neste momento só nos cabe mesmo a designação que nos dão, a de torcedor. Isso mesmo, torcer e rezar é o que cabe aos mais conectados ao mundo superior.
Mas não esqueçam que em 2019, Samir apenas começa seu segundo ano de mandato. Serão mais dois anos a partir de dezembro de 2018.
Com qualquer que seja o resultado, com o Coritiba na série A ou B, precisa ter ficado a lição de 2018, que sob nenhuma hipótese deve ser repetida.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
Ver comentários (13)
