Em oração!
Mais homenagens antes do jogo, volta da IAV, clima de jogo sábado à tarde, público bom, chuva refrescante antes do jogo, deram as tintas de um ambiente que quero crer, tenha sido a mudança de chave no clube. Só suposição por enquanto, mas prefiro acreditar que deve ser a chegada de num novo momento.
Contra o Maringá e mais adiante, se andar na competição regional, provavelmente saberemos até onde vai nosso poder de fogo, e isso determinará o rumo que precisamos ter para a série B.
Vencer o Maringá, ou até arrancar um empate na primeira partida, mas que seja convincente e depois uma boa vitória em casa, já será bem razoável. É pouco? Não para os planos do nosso CEO.
Uso novamente este raciocínio que no conceito que expus aqui e nas lives das quais tenho participado: temos dois Coritibas. O nosso, do torcedor e o dos investidores. Pra acabar com este mal estar a minha esperança é que lá na frente, depois de passadas as etapas do planejamento da SAF, (que definitivamente é quem está no poder e determina o caminho de tudo), no final do ano tenhamos alcançado a meta de acesso à Série A, e que finalmente crie raiz por lá.
Ainda há os “Hay gobierno? Soy contra!” O torcedor incapaz de aceitar este processo lento de retomada depois de décadas de espera. Há quem ficou pelo caminho e anuncia desistência, cancelando a condição de sócio, de não ir mais ao Couto, acompanhar o time só de longe e a cada derrota metralhar com um “ viu, eu falei”!
Ou passionalmente, assim como eu e muitos, ainda achar que o ambiente, a energia de um momento como o de sábado, seja capaz de soprar novos ventos.
Seguimos em oração!
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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