E lembrar que é só o começo!
Uma coisa de cada vez, uma rodada depois da outra, mas certo é que na quarta-feira contra o Novorizontino vai ser briga de foice no escuro. De um lado a obrigação da vitória contra um desgarrado querendo não perder de vista os primeiros colocados que permanecem visíveis aos que seguem logo atrás, caso do Novorizontino. A qualidade do adversário é quase previsível, já que o time de Novorizonte deve ser o único dos dezenove competidores que reúne o maior número de ex-jogadores com passagem pelo Coritiba.
Seja qual for o tamanho do confronto, esta terceira rodada é vital para a vida do Coritiba na competição, principalmente para solidificar a caminhada desta relação com a torcida que começa a renascer.
Como nossa régua anda baixa, uma vitória com as calças na mão já serve, porque pedir uma vitória convincente já será demais se você reler este texto, com a pergunta que abre ele.
Fomos forjados no sofrimento durante anos, ultimamente com requintes de crueldade, mas sobrevivemos e até parece que isso é o que nos move ultimamente. Com muitas ressalvas. Apoio sempre, mas...
Vitória roubada, com gol de pênalti no último minuto, é para atravessar a noite cutitibana festejando mais três pontos. Uma derrota ou empate, nos coloca em nosso lugar, onde sempre cabe mais um coxa-branca.
Seguimos em oração!
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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