Calma lá!
E por isso, tem gente se achando no direito de apontar o dedo na cara dos outros, se eximindo de culpa, achando que a culpa é só do outro, nunca dele. Aliás, um dos problemas dentro do Coritiba. Alimentar rivalidades internas, só pra se dar bem com algum benefício que possa surgir lá na frente.
O sucesso do rival não passa pelo insucesso do Coritiba, senhores.
Ou seja, uma coisa é a incompetência do Samir. Outra é a gestão séria que fizeram, com dois resultados: sulamericana e Copa do Brasil que nos colocam cada vez mais longe de alcançá-los.
Quem sabe com 7 ou 10 anos, se a ficha cair agora entre os comandantes Coxa e começarem a trabalhar de verdade, a gente possa sonhar com um 2027 ou 2030 mais promissor.
Aliás, Samir só segue o projeto de sucateamento do Coritiba que começou com Jair Cirino. Namur, além de não saber fazer, só seguiu o caminho que seu grupo começou e isso não é novo.
Mas de uma coisa eu sei: não será a raiva da torcida Coxa, por conta do sucesso do adversário, que vai nos ajudar a sair do buraco.
Acusações, apontando o dedo na cara de torcedores de arquibancada, não é o caminho. Não ajuda e apenas esquenta o ambiente que já não é favorável.
O dedo precisa ser apontado para o lado certo: para os administradores do clube e para o conselho. Assim, pelo menos acertamos o alvo e não perdemos tempo com discussões inúteis. Concentrar as últimas energias no que é certo, é o mínimo e o mais inteligente que temos a fazer neste momento.
Se querem seu clube e volta, com times competitivos, não percam tempo com bobagens e ódios desnecessários, que nada resolvem.
Concentrem suas energias na busca de soluções. Não percam tempo com o levantar e dormir, pensando na grama verde do vizinho.
Se não puder ajudar, se não tem a solução, não sabe o que fazer, então não atrapalhe.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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