Brava gente!
Paixão...amor? Não importa a definição que se dê a este sentimento. Importa mesmo é respeitar quem sai de casa, às vezes abrindo mão do conforto, se sujeitando a improvisações o que para a grande maioria é loucura. Porque acaba sendo irresistível a informação que chega pela TV, no conforto do sofá de casa.
Não é coisa só da garotada, não, que gosta de aventura, que “topa” qualquer viagem em nome de uma saidinha de casa, em nome do Coritiba ou do futebol, uma paixão nacional.
São famílias, senhores, senhoras atrás deste Coritiba que carrega atrás de si uma turma que no mínimo merece muito respeito.
Aqui mesmo no site, temos amigos -verdadeiros parceiros, que nos alimentam com informações, fotos e vídeos que ganham as redes sociais, nos ajudando a informar também aqui pelo COXAnautas, o único e o maior site de NOTÍCIAS sobre o Coritiba, além do site oficial do clube.
A esta gente, meu respeito, minha admiração porque nem sempre são correspondidos pelo time que os representa em campo, como na partida deste sábado, em Campinas, na derrota para a Ponte Preta, por 1x 0. Especialmente pelo futebol jogado na primeira etapa da partida, longe de ser o time que saiu daqui prometendo brigar por três pontos.
Mesmo assim, certamente na próxima rodada, terá em torno de si, esta legião de torcedores abnegados, acreditando e torcendo por um Coritiba finalmente vencedor.
Quanto ao time, uma questão levantada, justamente por um destes nossos colaboradores: temos um time de um tempo só? Porque o Coritiba tem jogado apenas em duas situações? A primeira na adversidade, geralmente sempre correndo atrás do prejuízo, quando está atrás do placar. A segunda questão está em variavelmente ter um time que “acorda” para o jogo apenas no segundo tempo.
Recupero aqui o tema da coluna anterior, servindo como leitura obrigatória, para entender o tema proposto agora. Porque mesmo com dez jogos de invencibilidade, sabíamos que o momento não era para tanto, tendo nesta fase invicta, um time sempre trabalhando no seu limite, nunca sobrando em campo.
Provavelmente porque estamos cansados de saber que esta Série B está terrivelmente equilibrada. Vamos precisar achar um diferencial para nos manter no G 4.
Tema aberto para o debate...
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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