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Arquibancada
ArquibancadaSergio Brandão

Aos machões da internet

A culpa é do Couto Pereira, do estádio, ou do presidente Major A. Couto Pereira? É a pergunta que faço depois de ler as manifestações, algumas raivosas em alguns dos comentários que se referem ao texto comemorativo aos 91 anos do estádio Major Antônio Couto Pereira, neste 20 de novembro.

Antes que os mais raivosos me lacrem dizendo que tento aqui ditar padrões de comportamento, fica minha indignação por tudo que li, pela falta de entendimento dos padrões do que considero educado e respeitoso.

Os mais ousados, acham que podem tudo e sujam o espaço reservado para os comentários com bobagens, desabafos descabidos, alguns que mais adiante vão se esconder de vergonha pelo besteirol aqui destilado, geralmente contra a SAF, a bola da vez, embora a maioria diga que vivemos momento de terra arrasada, com a SAF que veio pra “afundar e destruir” o Coritiba, dizem os fatalistas.

É só um texto comemorativo publicado pelo COXAnautas, que nada tem a ver com a administração, finanças, rebaixamento, Justus, Amodeo, Artur e treinador. Deixem ao resto, maioria ou minoria, isso não importa, comemorar o quase centenário desta instituição “ raiz” que é o Couto. Por mais arrogante que possa parecer, proponho que controlem-se. Não percam o juizo, tentem uma oração, contem até três. Se as coisas já não estão fáceis, com o fracassso e desacertos, creio no fim destes dias de trevas. Do contrário, não estaria mais aqui. Porque para usar este espaço para fazer a catarse, eu estaria fazendo outra coisa, que não seja dividir este espaço co vocês.

E não adianta me xingar porque não lerei nada depois do texto acima publicado

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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