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ArquibancadaSergio Brandão

A reviravolta

Gosto do Jango, embora não tenha amizade com ele. Gosto do Dr Vialle, pela história construída no Coritiba, não gosto do Samir pelo mesmo motivo- pela sua curta história construída em três anos no Coritiba.

Com os dois pés no chão, custo acreditar que Vialle, um homem experiente, use Samir como trunfo para ganhar esta eleição. Será a terceira tentativa e já nasce morta, com derrota certa.

Ou há algo escondido nestes sórdidos bastidores da política Coxa- Branca, ou perderam de vez o bom senso?

Assim como o país votou em Bolsonaro para tirar o PT do poder, a eleição no Coritiba será um massacre contra Vialle, por usar Samir como aliado. Vialle pode ter alguma chance, mas sem Samir ao seu lado.

A rejeição ao nome de Samir é tão grande que ouso classificar e antecipar o resultado da eleição como massacre. Também me impressiona a tentativa de se manter vivo na vida política do clube, demonstrando onde pode chegar a vaidade de uma pessoa.

Recomendo a Samir, um ano sabático. Longe de tudo, para que seu nome seja esquecido e quem sabe um dia, mais preparado, ajude seu time de coração.

Ainda não havia me manifestado sobre política por aqui, mas no “curto e grosso: sou Follador desde criancinha.

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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