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Arquibancada
ArquibancadaSergio Brandão

A casa precisa cair!

Definitivamente! Não lembro de nada que não tenha sido dito. Não há mais nada que eu possa dizer e que ajude nesta bagunça que virou o Coritiba. Meu vocabulário está esgotado. Com a palavra, senhores dirigentes, especialmente sr. Rogério Bacelllar. Do qual o Coritiba se livra apenas com renúncia ou até que nova eleição aconteça, ano quem vem. Até lá, provavelmente não teremos mais clube para torcer.

Ainda não será desta vez que vão nos poupar das bobagens que costumam dizer depois destes desastres como o desta rodada no norte do Estado.

Como disse um amigo há pouco, fechem as portas, e reabram só em 2018, com tudo limpinho e organizado. Com um novo time, com as contas minimamente equilibradas, com gente nova no comando.

Agora, se insistirem em permanecer, parece que a primeira providência ainda deve ser tomada no vestiário, em Cornélio Procópio: a saída de Kleina.

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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