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ArquibancadaSergio Brandão

Vem ne mim, Slimani!

É, parece que teremos atacante. Um cara completo, bem dentro do perfil que precisamos. Aliás, que há muito tempo pedimos, mas que nunca nos deram para torcer. Mas alto lá! Slimani não pode carregar o peso de ser a solução.

Para alguns, mais com os pés no chão, creio não ser necessário fazer o alerta, mas para muitos, sim. Além de depender muito da cabeça do jogador. Se não trouxer para si a responsabilidade e a energia que paira no Alto da Glória e no CT da Graciosa, tem tudo pra dar certo e ser o salvador, o autor dos gols que tanto precisamos.

O barulho que está sendo feito com a chegada do jogador, me lembra a pompa que rodeou a chegada de Alex. Mas lembrem-se sempre para não sonhar e se frustrar mais na frente: Slimani não chega carregando uma mala a ser aberta e nela teremos todas as soluções para as limitações do elenco Coxa. Disse no começo da semana que precisaremos de Slimani e mais 10 para ter um time de verdade e se salvar deste buraco que nos meteram.

Se Slimani não nos salvar, pelo menos chegou criando um novo cenário entre a torcida. Afastando pelo menos temporariamente a sequência de frustrações semanais.

A verdade é que fazendo gols de bunda, de barriga, de cabeça, de canela, não importa, já justificará sua vinda. Slimani funcionando na frente e a zaga não fazendo as repetidas cagadas, dá pra começar a achar que o Coritiba viverá dias melhores.

Seguimos em oração!


Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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