Vem ne mim, Slimani!
Para alguns, mais com os pés no chão, creio não ser necessário fazer o alerta, mas para muitos, sim. Além de depender muito da cabeça do jogador. Se não trouxer para si a responsabilidade e a energia que paira no Alto da Glória e no CT da Graciosa, tem tudo pra dar certo e ser o salvador, o autor dos gols que tanto precisamos.
O barulho que está sendo feito com a chegada do jogador, me lembra a pompa que rodeou a chegada de Alex. Mas lembrem-se sempre para não sonhar e se frustrar mais na frente: Slimani não chega carregando uma mala a ser aberta e nela teremos todas as soluções para as limitações do elenco Coxa. Disse no começo da semana que precisaremos de Slimani e mais 10 para ter um time de verdade e se salvar deste buraco que nos meteram.
Se Slimani não nos salvar, pelo menos chegou criando um novo cenário entre a torcida. Afastando pelo menos temporariamente a sequência de frustrações semanais.
A verdade é que fazendo gols de bunda, de barriga, de cabeça, de canela, não importa, já justificará sua vinda. Slimani funcionando na frente e a zaga não fazendo as repetidas cagadas, dá pra começar a achar que o Coritiba viverá dias melhores.
Seguimos em oração!
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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