Vamos conversar, presidente Vilson?
Entre tantos comentários na postagem e alguns e-mails, foi possível perceber o número da diversidade de opiniões. Umas absurdas, outras concordando, e muitas buscando entender o processo que começa com a tímida aparição da oposição (que ainda não se formou).
O fato é que ainda ontem, vi uma entrevista do presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, prestando contas e assumindo seus erros na administração do clube paulista. Nobre admitiu e chamou pra si a responsabilidade dos fracassos.
A coragem de Paulo Nobre topar a entrevista e destrinchar todas as questões erradas de sua administração, me fez lembrar que esta é uma atitude que falta ao presidente Vilson Ribeiro. Ainda não vi o Vilsão numa conversa franca com algum jornalista ou radialista (bem intencionado).
Quem sabe tenha chegado este momento. Ou não? Como em muitos comentários, a maioria julga eleição um tema que não interfere no departamento de futebol e precisa ser discutida agora. Não é o que penso, mas embarco na onda da maioria e deixo aqui a proposta. Que tal uma conversa, caro Presidente Vilson? Vamos conversar francamente sobre a sua administração no Coritiba? Queremos saber tudo sobre sua gestão, seus erros e acertos. Por que o Coritiba está nesta situação?
Nem sabemos direito se o sr. é candidato à reeleição? Vejo o sr. na mídia, mas quase sempre falando sobre o setor pro-tork. Ainda não ouvi nada oficial de sua boca, sobre eleições.
Tá feito o desfio, presidente.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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