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Arquibancada
ArquibancadaSergio Brandão

Quando não é treinador, é dirigente…e lá se foi mais um

“ ÔÔÔ Amodeo, vai se f&%#r…. o Coritiba não precisa de você”! Foi o que cantou a torcida Coxa nas arquibancadas do Couto nas últimas rodadas. Amodeo se foi e com ele um dos incômodos dos últimos meses, mas deixa um rastro de problemas. E o principal deles segue vivo, bem vivo, atormentando a vida de todo torcedor do Coritiba que por alguma razão sabe que o clube é mais do que nos dão pra torcer nestes últimos anos.

Se mais adiante a saída de Amodeo vai tornar as coisas mais serenas, veremos. Só os dias seguintes podem dizer isso. Francamente, nada muda no primeiro momento. Amodeo promoveu tanto estrago que o Coritiba precisará de meses para consertar a casa e com algum pessimismo, admitir que 2024 já está perdido.

As consequências do trabalho de Amodeo, ainda estarão vivas na administração do clube e se refletem em campo, na qualidade e consequentemente nos resultados.

A saída de Amodeo apenas estanca um problema que vinha num crescente. Os próximos passos e seu substituto serão determinantes para o futuro do Coritiba.

Seguimos em Oração!

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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