E a torcida?
Não uma explicação, mas providências, um planejamento para ao menos nos poupar deste triste e lamentável fim de ano.
Porque até agora nada foi dito, além da choradeira nas coletivas/ pastelão.
Diante das inexplicáveis derrotas , todas em níveis inconcebíveis, até aqui nenhuma manifestação efetiva de mudança de rumo, uma demonstração de que o Coritiba tem comando. Porque mesmo que nos bastidores as conversas aconteçam, do lado de cá tem a torcida, parte importante neste contexto, mas que até aqui foi solenemente ignorada. Apenas convocada para as batalhas, aliás todas perdidas e sempre mal planejadas pelo comando do clube.
Espero ansiosamente pela apresentação de um plano para nos tirar destas seguidas vergonhas.
Vejam bem, me refiro apenas aos vexames porque já há algum tempo não alimento mais a expectativa de recuperação no campeonato.
Me refiro a algo sério, de mudança de postura. Não subestimem a inteligência do torcedor. A expectativa é de afastamentos de jogadores e comando técnico. É o mínimo que a torcida MERECE. Uma satisfação. Se é possível oferecer mais que isso, a gente agradece.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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