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Arquibancada
ArquibancadaSergio Brandão

De novo esta conversa de finais ?

Também acho que teremos 19 finais pela frente, mas quando isso vai mesmo ser feito? Porque faz tempo que ouço este papo que cada partida é uma decisão, mas nada acontece.

Pelo contrário, a cada rodada uma decisão, a esperança se renova na arquibancada e para a próxima partida nada acontece em campo. Sabe porque? Porque isso é conversa motivacional, já bastante ultrapassada.

A coisa vai mudar no Coritiba quando houver uma zaga segura e um ataque que faça gols. Do contrário vamos chegar à última rodada ouvindo este papo de “ me engana que eu gosto “.

Vale a máxima que no futebol não tem mais bobo, nem o torcedor, que em algum momento também vai cansar porque este time que nos deram pra torcer, acaba com a saúde de qualquer um.

Não é o meu caso, mas sei de gente que não dorme direito, tem um dia péssimo depois dos jogos, perde a capacidade de produzir etc. Este Coritiba tá fazendo mal ao seu torcedor que veio até aqui fazendo prevalecer o espírito do amor incondicional.

Já passou da hora de uma virada de mesa, lá dentro. E precisa ser esta semana. Porque depois do 19 vem o 18, 17, 16, 15 … e quando a gente acordar, os caras nos deram de presente um clube novinho em folha, com mil sonhos de novas conquistas administrativas, na série B.

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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