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ArquibancadaSergio Brandão

Coritiba dos Mat(h)eus

Diogo Mateus, William Matheus e Matheus Sales. Das duas laterais ao meio. Com H ou não, todos Mateus que, na origem são citações ao nome bíblico de um dos 12 apóstolos que seguiram Jesus e através do evangelho, escreveram a história do Cristianismo.

No Coritiba são 3 Mateus, ainda à procura de apenas um Mateus que seja santo. Seja na esquerda, na direita ou no meio. Mais parece designação de tendência política, mas para isso ainda falta um de centro.

Está em Matheus Sales, o que usa H no nome, que de santo salvador não tem nada, mais uma tentativa de acertar finalmente este encantado meio de campo. Quem sabe seja com Matheus Sales que finalmente vai surgir a segurança que a zaga precisa. Com um pouco de sorte ainda ajeita a saída de bola. E com mais sorte ainda, quem sabe achem mais um santo que vista a 10.

De Matheus em Mateus. Entre Sales, Diegos e Willians, vai que dá certo e ajusta o onze, com um pouco de mais credibilidade a este time do Coritiba.

Matheus Sales deve ser a novidade para a partida contra o América. A estreia que já vem tarde, tamanha a carência neste meio de campo, cria expectativa. Enfim, antes tarde do que nunca.

Oremos para que esteja no meia Mateus, com nome de apóstolo, na trilogia formada com outros dois Mat(h)eus, que este time tenha piedade de nós e nos promova um pouco de paz.

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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