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Arquibancada
ArquibancadaSergio Brandão

Dificil !

Difícil foi a palavra mais usada pelo treinador Coxa na Coletiva pós-jogo de mais esta etapa melancólica do Coritiba em 2023. Difícil está desde treinadores anteriores. Difícil vai ser terminar este ano, ainda com mais 11 jogos pela frente. Por isso, minha proposta aqui é pensarem em algo mais respeitoso ao torcedor.

Não tenho a intenção de fechar mais um texto de choradeira, mas de proposta. A primeira delas é reprogramar o time para estas 11 partidas, não pra perder tempo e trazer o torcedor para apoio, estas conversas fiadas que neste momento parecem perder completamente os poucos apoiadores que vão deixando suas esperanças pelo caminho.

É preciso encontrar um jeito de tornar este fim de feira menos sofrido. É preciso respeitar e levar em conta o torcedor que esteve incondicionalmente o ano todo ao lado do time, mesmo que nada tenha sido dado em troca. Fomos sempre convidados a levantar a cabeça e prestar novo apoio na rodada seguinte.

A torcida Coxa precisa ser poupada desta reta final que se anuncia com requintes de crueldade.

Fica aqui o deasfio aos novos gestores que até aqui só pediram apoio e nada deram ao torcedor. Tá na hora deste papel se inverter. Que criem um caminho, achem um anestésico que torne esta dor mais amena nestas últimas 11 rodadas.

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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