Dificil !
Não tenho a intenção de fechar mais um texto de choradeira, mas de proposta. A primeira delas é reprogramar o time para estas 11 partidas, não pra perder tempo e trazer o torcedor para apoio, estas conversas fiadas que neste momento parecem perder completamente os poucos apoiadores que vão deixando suas esperanças pelo caminho.
É preciso encontrar um jeito de tornar este fim de feira menos sofrido. É preciso respeitar e levar em conta o torcedor que esteve incondicionalmente o ano todo ao lado do time, mesmo que nada tenha sido dado em troca. Fomos sempre convidados a levantar a cabeça e prestar novo apoio na rodada seguinte.
A torcida Coxa precisa ser poupada desta reta final que se anuncia com requintes de crueldade.
Fica aqui o deasfio aos novos gestores que até aqui só pediram apoio e nada deram ao torcedor. Tá na hora deste papel se inverter. Que criem um caminho, achem um anestésico que torne esta dor mais amena nestas últimas 11 rodadas.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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