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Ele não veio. Mas a conta, veio.

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Atacante Giancarlo não veio e ainda pode deixar um enorme rombo nos cofres do Coritiba

Por Luiz Fernando B. Budant Jr - COXAnautas

O Coritiba não chegou a anunciar oficialmente a contratação do atacante Giancarlo do Paraná Clube, mas o atleta entrou na justiça contra o Coxa para receber a quantia de R$ 4,4 milhões por uma relação de trabalho que teria durado seis dias.

Segundo matéria assinada pelo jornalista Leonardo Mendes Junior os advogados de Giancarlo alegam que houve vínculo entre o jogador e o clube, no mínimo, de 9 de setembro, quando foi divulgado pela imprensa o acordo, a 15 de setembro, quando deveria haver uma conversa entre os presidentes dos clubes para resolver a questão e Vilson Ribeiro de Andrade afirmou que Giancarlo não jogaria no Alto da Glória.

A diretoria do Coritiba ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, mas em entrevistas, o presidente do Coritiba afirma que não assinou nenhum contrato e que, após reprovar em exames médicos, desistiu da negociação. Porém, os exames do atleta, realizados pelo Hospital que é parceiro do Coritiba e do Paraná, dizem o contrário. São 19 páginas referentes à bateria de testes realizada no Hospital Cardiológico Costantini, atestando que o jogador estava apto a jogar futebol. No teste de esforço cardiopulmonar, a conclusão é de que “o teste de esforço cardiopulmonar revelou tolerância normal ao exercício dinâmico progressivo, com presença de alterações eletrocardiográficas que não permitem afastar isquemia miocárdica. Sem evidência de anormalidades cardiovasculares ou respiratórias significativas”.

Os Valores

São R$ 320 mil referentes ao salário e direitos de imagem pelo contrato que teria duração de quatro meses. Devido à negociação com o Coritiba, Giancarlo deixou de jogar 3 partidas na série B do Brasileirão pelo Paraná. Com isso, pede mais R$ 6 mil a que teria direito pela equipe da Vila em bichos e premiações. Para compor os valores iniciais, o jogador ainda pede uma indenização de R$ 80 mil por desvalorização profissional. Mas não pára por aí. Giancarlo também cobra danos morais em valor não inferior a 50 vezes o que seria a sua remuneração mensal. Ou seja, R$ 4.406.000,00 por seis dias de "trabalho".

Confira todos os detalhes na matéria de Leonardo Mendes Junior clicando aqui.
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