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Coritiba encerra a segunda janela de contratações com apenas um reforço

Ricardo HonórioBrasileirão

Atacante Rodrigo Rodrigues foi o único jogador contratado na segunda janela.

Coritiba encerra a segunda janela de contratações com apenas um reforço
Com o fim da segunda janela de contratações, o Coritiba encerrou o período com apenas uma novidade: a chegada do atacante Rodrigo Rodrigues, anunciado no dia 20 de agosto e que estreou na derrota para o Operário.

Diante da baixa produtividade do setor ofensivo, o clube tentou a contratação de Lucas Braga, atacante do Vitória, mas não houve acordo financeiro com os baianos e a negociação não avançou.

Assim, caso ainda queira reforçar o elenco, o Coritiba só poderá recorrer a jogadores livres no mercado — ou seja, atletas sem contrato com nenhum clube. O prazo final para inscrições na Série A e B é 12 de setembro, e cada clube pode registrar até 50 atletas no BID da CBF. Além disso, há a possibilidade de realizar até oito alterações na lista original até 20 de setembro.

Sem reforços, o técnico Mozart terá que encontrar soluções dentro do próprio grupo para melhorar o rendimento ofensivo. O cenário preocupa: com exceção de Lucas Ronier, autor dos dois gols na vitória sobre o Novorizontino e do empate contra o Athletic, os atacantes do Coritiba não balançam as redes há nove jogos — desde que Gustavo Coutinho, de pênalti, marcou contra o CRB.

Esse jejum reflete diretamente no aproveitamento do time na Série B. Nos últimos oito jogos, o Verdão somou apenas 10 pontos (41,7% de aproveitamento), número insuficiente para garantir uma das quatro vagas de acesso. O que mantém o Coritiba no G4 até agora é a grande sequência da oitava à 16ª rodada, quando acumulou sete vitórias e dois empates, atingindo 85,1% de aproveitamento.

Agora, o time tem dois jogos seguidos no Couto Pereira — oportunidade ideal para melhorar o desempenho, reassumir a liderança e encerrar um incômodo jejum de quatro partidas sem vitórias em casa. Mas, para que isso aconteça, será indispensável que o ataque volte a marcar. E é justamente aí que mora a incerteza: confiar que esse setor reencontre sua força ainda é um desafio.
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