
Torcedores mostram identidade a paranaenses que se dizem flamenguistas
No último domingo, 13, mais uma vez vimos no Couto Pereira uma torcida sem identidade. Tratava-se dos paranaenses que se intitulam "flamenguistas", que não mostram respeito nem identidade com a terra que lhes provê seu sustento.
É graças a este tipo de "torcedor" que o Flamengo recebe no mínimo três vezes mais que o Coritiba em cotas de televisão, isto sem contar os demais patrocinadores.
É um círculo vicioso. Vejamos: Um paranaense torce para um time de fora do estado. Este time fica com um torcedor a mais que os clubes paranaenses. O clube de fora portanto dá mais audiência e tem mais patrocinadores interessados. Com mais exposição na mídia, conquista ainda mais torcedores sem identidade. E assim a sequência continuará, pois os clubes com mais exposição recebem mais da TV e dos patrocinadores, contratam melhores jogadores, conquistam mais títulos, etc. E a desculpa destes "torcedores" é justamente esta: querem ver títulos, por isto torcem para times de fora. Talvez os gaúchos sejam os únicos que tenham a consciência de fortalecer os clubes de seu estado, e graças a isto já chegaram a 5 Títulos Brasileiros, 5 Copas do Brasil, 4 Libertadores e 2 Mundiais Interclubes, com população e economia compatíveis com a do estado do Paraná. Porque será?
Enquanto isto o Coritiba continua lutando contra tudo em contra todos, com muito menos dinheiro e exposição midiática, contando apenas com a sua raça e a força da sua torcida, que não vê seu time presencialmente apenas uma vez por ano, quando está jogando como visitante, mas sim o ano todo, pois representa um dos maiores quadros associativos do Brasil, mesmo sendo minoria e sofrendo do descaso da mídia.
É para atentar a isto que em jogos como o do último domingo que o Povão Coxa-Branca sempre pendura a bandeira do Paraná na divisa, na esperança que os paranaenses lutem a favor do seu estado, e finalmente deixem de ser província de outros estados.

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Conheçam a nova música do Povão Coxa-Branca. Apesar da baixa qualidade do video, é possível entender a letra:
"Eu te sigo, eu te quero
Sempre vou a todo lado
Pra te ver meu Coritiba, descontrolado
E mais alento, se está perdendo
É um sentimento, não trate de entendê-lo
Não se compara, com a porcarada
Eu sou do COXA, e não importa nada"
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Olá torcida Coxa-Branca,
Utilizaremos este post para apresentar os novos instrumentos que o Povão Coxa-Branca adquiriu recentemente. São dois Bumbos de Murga, comprados na Argentina. São o tipo de bumbo mais comum nas torcidas Sul-Americanas, e inclusive já foram populares na torcida do Coritiba, sendo esquecidos ao longo dos anos, como já explicamos neste post, e como pode se perceber na foto abaixo:

Torcida alviverde foi às ruas comemorar o título paranaense de 1959. Vô Coxa tocando bumbo de murga
O modelo adquirido pelo Povão têm seu corpo em madeira, além dos pequenos pratos acoplados ao bumbo. Como possui pratos, é um instrumento um pouco mais difícil de tocar do que o bumbo comum, pois quem toca precisa ter coordenação para tocar o bumbo e os pratos ao mesmo tempo, em ritmos diferentes. Requer mais prática, porém acreditamos que combina bastante com estádios de futebol.

Bumbos originais
Como todos já sabem, este tipo de instrumento caiu em desuso pela torcida Coxa-Branca. Com isto, os fabricantes não produzem bumbos de murga no Brasil, e para que conseguíssemos adquiri-lo, passamos por muitos obstáculos. A dificuldade está principalmente no formato dos pratos, que são raros no Brasil. Fomos obrigados a pesquisar em lojas de países vizinhos, encontrando mais resultados na Argentina. Apesar dos preços serem acessíceis, nenhuma loja hermana faz envios o Brasil. Então, fomos juntando dinheiro entre os membros do Povão na forma de vaquinha mesmo, que é a maneira que utilizamos para comprar nossos materiais. A vaquinha prosseguiu por alguns meses, até que um de nossos membros disse que iria para Buenos Aires a passeio. Era a oportunidade de comprar os famosos bumbos de murga.
Pesquisamos lojas, endereços e modelos. Escolhemos uma loja que tinha possuía diversas filiais na capital portenha, mas para dificultar, a única filial que possuía o instrumento era a mais distante do hotel, cerca de 20km. Apesar disto, não desistimos. Calculamos o preço do peso argentino em relação ao real, quanto seria o possível excesso de bagagem no avião e chegamos ao valor necessário, com um esforço extra de todos os integrantes.
Chegando em Buenos Aires conseguimos comprá-los, e depois de diversos tipos de transporte, como metrô, trem, taxi e avião, além das escalas em aeroportos e alfândegas, os bumbos de murga finalmente chegaram a Curitiba, sendo os primeiros do estado após serem "ressucitados" no país por outras torcidas do sul.

Bumbos sendo carregados no Aeroporto de Ezeiza

Bumbos sendo carregados no Aeroporto de Ezeiza
Porém, já com os bumbos em mãos, encontramos mais um problema: eram azuis. Então combinamos de nos encontrarmos para pintarmos os bumbos e uma faixa para o Leandro Donizete.
Para pintar as murgas, compramos sprays verde e branco. O próximo passo foi desmontá-las,o que foi relativamente fácil. Feito isso, passamos spray verde em tudo. Depois disso, deixamos para secar. Quando ficou pronto, colamos fita adesiva em espaços calculados para proteger a cor verde, e passamos spray branco. Depois de seco, ficaram perfeitas.

Corpo do bumbo pintado de verde

Bumbo desmontado
O problema maior foi remontá-las! O que parecida fácil, era um pouco complicado. Mas nada que um dia de frio e cerveja não ajudasse.
No final, ficou tudo certo e perfeito.

Acabamento do bumbo sendo finalizado

Bumbo finalizado
E agora com as desejadas murgas, estamos tentando ensaiar cada vez mais. Estamos utilizando o espaço do estacionamento do Couto para os ensaios. Quanto tivermos o próximo marcado, gostaríamos de convidar, tanto para ensaio como para nos jogos, quem quiser participar do Povão!
Logo iremos gravar nossas músicas, colocar legenda e divulgar os videos.
Quanto ao trapo do Leandro Donizete, semana que vem mostraremos como ficou!
SAV!
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Olá torcida Alviverde!
Essa semana é especial para todos nós. É semana de atleTIBA. E com este clássico em disputa, todo o clima na cidade muda. As pessoas começam a falar muito a respeito, provocações entre as torcidas começam a aparecer e todos ficam apreensivos, aguardando o dia da partida. Porém, antes de falarmos mais sobre este assunto, utilizaremos nosso espaço aqui no COXAnautas para falar com você sobre o que é o movimento Povão Coxa-Branca.

Percebemos que muitas pessoas nos conhecem apenas por ver aquele canto no primeiro anel, ao lado da divisa com a torcida adversária, mas não sabem muito sobre nós. Pensando nisto, resolvemos explicar um pouco para que mais pessoas possam nos compreender melhor e quem sabe se interessar e vir nos conhecer.
Somos um grupo de torcedores que se reúne naquele determinado setor para torcer pelo Coritiba durante os jogos. Muitos pensam que somos uma torcida organizada, mas não somos. O nosso estilo de torcer se assemelha mais com torcidas mais características na América do Sul, que são as barras bravas.
Nos definimos como um movimento no estádio, não como torcida organizada. Não temos uniforme da nossa torcida. Nosso uniforme pode ser todo e qualquer produto oficial do Coritiba. Não temos sede. Só existimos durante os jogos do Coxa. Não temos material que contenha o nome do movimento. No estádio temos faixas nas cores do clube e com mensagens pra incentivar o time, assim como bandeiras (chamados de ‘trapos’) para jogadores que fizeram história em nosso clube.
Algo que diferencia bastante o Povão é em relação as músicas cantadas no estádio. São músicas mais marcadas na batida dos bumbos e com mais melodia. Os temas compreendem apenas o que envolve o sentimento pelo Coritiba, sempre procurando incentivar as pessoas a praticar cada vez mais o hábito de CANTAR pro Coritiba.
Nós do Povão temos como objetivo cantar o jogo inteiro, independente do resultado. Inclusive nos posicionamos em um lugar onde assistir o jogo é muito difícil, no primeiro anel. Em frente temos toda a imprensa, ambulância, câmeras o que dificulta bastante a visão. Por isso, nos preocupamos apenas em cantar!
Respeitamos todas as demais formas de TORCER. Isto é muito interessante, pois em estádios de outros clube há conflitos entre torcedores do mesmo time, jogo após jogo, quando o interesse maior deveria ser incentivar o seu clube do coração durante seus jogos.
Depois de toda esta explicação, gostaríamos de convidar você torcedor COXA que se interessou pelo Povão Coxa-Branca a vir conhecer o movimento no atleTIBA. Não tenha vergonha, não é necessário saber as letras das músicas. Com o tempo você aprende. É um jogo importantíssimo e o time precisa vencer, nenhum outro resultado pode ocorrer. E a nossa parte é incentivar a equipe a alcançar a vitória, principalmente nos momentos mais difíceis da partida. Com certeza com sua ajuda, isso ficará mais fácil.
Um ótimo jogo para todos. Seja você da Império, da Mancha, do Povão, das sociais, da arquibancada, da reta da Mauá, do fosso, de onde for!
Abraços e saudações alviverdes!

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Muito tem sido comentado pelos torcedores sobre o atual momento do time. O primeiro semestre que encheu os olhos de todos nós e do Brasil também já se foi. Agora o momento é outro. Atualmente o time está em décimo no Campeonato Brasileiro, prestes a disputar mais um jogo importantíssimo, frente ao Atlético, neste domingo, 14.
Mesmo com a insatisfação da torcida ganhando mais peso a cada resultado negativo, em entrevistas recentes a diretoria já garantiu que a comissão técnica permanece e que reforços dificilmente virão.
Sendo assim, é com essa roupa que vamos até o final do ano. E a torcida, aflita, fica procurando pensar no que fazer pra ajudar o time nesse momento. Temos uma sugestão:
Convidamos todos os torcedores que a cantar e apoiar o time ainda mais, pois é nos momentos difíceis que a equipe precisa ouvir a força da torcida. No nosso entender, vaias e xingamentos não vão ajudar em um momento como esse. Pedimos que cada torcedor que achar que pode ajudar, o faça de alguma maneira. A nossa sugestão é clara: CANTEM PELO COXA!

Torcida unida.
Não interessa se você fica na arquibancada, na Mauá, nas sociais. Se você faz parte do Povão, da Império, da Mancha, dos Cornetas, dos tiozinhos, dos jovens, dos críticos. Quem puder e quiser, esse é o nosso convite.
Cantem pelo Coxa!
Deixem os problemas de lado. Não fique implicando com quem canta. Não implique com um jogador, técnico, dirigente. Guarde sua voz para cantar. Se você não sabe a letra da música, temos uma solução: cante Coxa! Sem parar!
Vamos criar um ambiente positivo. A torcida pode ajudar o time a mudar de postura.
Quem fica na Mauá, e acha que nesse setor é complicado pra ficar cantando, que tem muitas pessoas que se incomodam com isso e se sente acanhado, convidamos para se juntar conosco no Povão. Mesmo que não saiba música alguma, não importa. São fáceis e logo você decorará. Mas precisamos de todos. O clube precisa de todos que queiram cantar em prol do time, de suas cores.
A ideia é que cada um ajude o time da maneira que acha que funciona. Se você acha que pode fazer parte disso, o convite está feito. Venha cantar com o Povão, ou em outro setor do estádio.
Precisamos enaltecer, pelo menos durante os jogos, o nome do nosso clube. O Coritiba está acima de tudo e de todos a partir do momento em que entramos dentro do Couto.
Tudo influencia, e quem mais pode fazer algo são os personagens dentro de campo. Mas o clima para que eles se sintam animados e empolgados pra lutar por todos que ali estão pode ficar melhor se você fizer sua parte.
Ressaltamos também que respeitamos todos que torcem, cada um de sua maneira. Tem quem não goste de cantar, quem prefere ficar sentado ouvindo o radinho sem perder um lance. Sem problema algum. Pra você que se enquadra nessa situação, temos um pedido: não reclame de quem está cantando. Não critique quem está balançando uma bandeira do Coxa, quem está pulando sem parar tentando incentivar o time. Tem espaço para todos no estádio. Vamos nos unir. Vamos procurar entender quem torce de uma maneira diferente da nossa.
Mas o mais importante de tudo é enaltecer o clube. O Coritiba precisa de todos nós. No que depender do Povão, vamos levar essa frase sempre conosco:
CANTE PELO COXA!
Como curiosidade, no vídeo abaixo temos a gravação do jogo Coritiba 3x4 São Paulo. O time estava perdendo de 4 x 0. Mas não paramos de cantar um minuto. E o time por pouco não chegou ao empate. Temos que saber que não existe jogo perdido. Não existe derrota anunciada.
Saudações Alvi-verdes!
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Na última semana, mais precisamente no último dia 8, um site especializado da torcida do Fluminense mostrou-se ofendido com a nova música do Povão Coxa-Branca, que fala da força do Coritiba Foot Ball Club para superar os momentos difíceis.
Segundo a matéria divulgada pelo site, a torcida do Coritiba teria ironizado o Fluminense na canção. Para alfinetar o Coritiba, o site NetFlu complementa: "Vale lembrar que no ano de seu centenário, em 2009, o Coxa Branca foi rebaixado justamente pelo Fluminense, ao empatar, em casa, por 1 a 1. Após o encerramento desta partida, parte dos torcedores depredaram o estádio e tentaram agredir a todos que viam pela frente, inclusive integrantes do clube que torcem"
O site ainda destaca um trecho da letra e referencia um video da primeira vez que a música foi ensaiada, no intervalo de uma partida no Couto Pereira.
Link da matéria no site NetFlu
O Povão Coxa-Branca discorda frontalmente do título da matéria, pois não houve ironia alguma, apenas uma afirmação verdadeira, já que o Fluminense havia sido campeão da 3ª divisão e foi alçado diretamente à 1ª, sem passar pela 2ª novamente.
Dói ouvir, mas o fato é que Fluminense tem uma dívida com o futebol brasileiro, pois foi o único clube na história que subiu da 3ª divisão diretamente para a primeira, num campeonato apelidado de Copa João Havelange, justamente o nome de um torcedor do time carioca, que é presidente de honra do clube e da FIFA.
Abaixo seguem a letra da música do Povão Coxa-Branca e o video do primeiro ensaio da música:
"Nunca esquecerei
Daquele dia 06
A maior punição
Pro país todo ver
BR-101
Andei pra te apoiar
Longe do Couto
Não quero mais ficar
Subimos pela força
Fibra e raça alviverde
Não entramos pelos fundos
Como fez o Fluminense
Apesar de tantas tentativas, nunca vão nos derrubaaaaaar
E não importa nada
Quanto chore a porcarada
STJ incompetente
E a imprensa contra a gente
Apesar da tantas tentativas, nunca vão nos derrubaaaaaar"
Atualmente, a estrofe final foi alterada:
"E não importa nada
Quanto chore a porcarada
Tribunal incompetente
E a imprensa contra a gente
Apesar de tantas tentativas, nunca vão nos derrubaaaaaar"
Video do ensaio da música:
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O movimento Povão Coxa-Branca, por meio deste texto, vem explicar à torcida alviverde o motivo do protesto realizado na última partida da Série B de 2010.
Desde a penúltima partida no Couto Pereira, na vitória por 2x1 sobre o Figueirense, as autoridades que cuidam da manutenção do estádio PROIBIRAM a entrada de qualquer faixa que tivesse mais de 1 metro de largura. Isto se aplica a praticamente TODAS as faixas do Povão.
Muitos torcedores não conhecem o movimento, e muitas vezes o confundem com outras torcidas organizadas. O Povão Coxa-Branca só tem faixas com frases de apoio ao Coritiba, ou com figuras de ídolos da história alviverde. São faixas que há 4 anos dão mais beleza e valorizam a história do clube nos jogos dentro e fora de casa.
Indignados com o autoritarismo da administração do estádio, além da coação violenta por parte dos seguranças do clube, o Povão Coxa-Branca decidiu protestar contra a CENSURA nesta última partida. Muitos questionaram a ação. O detalhe é que mesmo se o Povão não quisesse protestar, NÃO ENTRARIA COM SEUS MATERIAIS. Os seguranças barraram TODOS OS TRAPOS COM MAIS DE 1 METRO DE LARGURA.

Portanto, pedimos à torcida alviverde que compreenda a situação do protesto do Povão. Não havia alternativa. Não tínhamos como entrar com nossos materiais.
Muitos disseram que deveríamos ter dialogado com o clube. Tentamos. Fomos ao Couto Pereira, e conversamos com um dos responsáveis pela administração do estádio. Nos foi passado o seguinte: não haveria mudança. Qualquer faixa acima de 1 metro de largura continuaria proibida, pois atrapalha as placas de publicidade e a visão dos torcedores. Além disto, torcedores como os Cornetas do Fosso, e o pessoal que fica em pé nas sociais inferiores em breve serão OBRIGADOS A SENTAR, para não atrapalhar a visão dos demais.
O detalhe é que o Povão sempre ocupou o PIOR LUGAR EM TODO O ESTÁDIO. Anel inferior, atrás do gol, ao lado da torcida adversária. Isto justamente porque a visão de jogo ali é péssima, e praticamente ninguém fica sentado para assistir o jogo.
Mesmo com toda a argumentação, a proibição se manteve.
Muitos foram contra o protesto, dizendo inclusive que fomos marionetes. Isto não é verdade. Nosso motivo de protesto foi simples: estávamos sendo completamente CENSURADOS. Faixas de apoio ao clube e de homenagem à sua história não puderam entrar já na partida contra o Figueirense.
Quando andamos pela Mauá mostrando as faixas de protesto, muitos nos hostilizaram, provavelmente nos confundindo e estando completamente desinformados sobre nossos motivos.
Para provar que o protesto foi feita na hora certa, segue este video, em que o Vice-Presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro de Andrade, vai até o Povão ao final da partida, pedir desculpas pelos desmandos das autoridades de administração do estádio:
Isto prova que se queríamos nos fazer ouvir, o fizemos na hora e local corretos, pois anteriormente havíamos sido ignorados pelos administradores do estádio.
Somos Coritiba, e apenas queremos ter o direito de demonstrar todo o amor pelo clube no estádio. Vamos ao estádio para cantar, pular, e levar nosso apoio. Caso fôssemos obrigados a ficar sentados, sem faixas, sem voz, ficaríamos em casa, pois seria o mesmo ou pior que torcer no sofá.
TORCIDA É NO ESTÁDIO.
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Nesta quinta-feira, 11, o Povão COXA-Branca completa 4 anos. Embora tenha estreado nos estádios no início do Paranaense de 2007, foi naquele triste jogo de 2006, contra o Atlético/MG, que surgiram as idéias e a iniciativa de colocá-las em prática. Através da comunidade oficial do Coritiba no orkut, alguns "loucos" se conheceram, foram para um bar e viram que tinham realmente muitos pensamentos em comum em relação ao Coritiba. No começo alguns pedaços de pano apenas que demonstravam o amor do grupo em frases simples, porém impactantes. Além disto, todos mostravam muita vontade de cantar e apoiar durante o jogo todo.
Nestes 4 anos, os integrantes do movimento observaram uma grande evolução na torcida COXA-Branca de modo geral. Vários fatores comprovam isto, começando por toda a união em busca do objetivo do retorno à série A, até o surgimento do Green Hell em 2009. É uma evolução que não pode e não irá parar.
O Povão COXA-Branca foi pioneiro no estado a fazer uma bandeira de homenagem a um ex-jogador do clube, resgatando o orgulho e o respeito à história do Coritiba, e no último ano ganhou muitos adeptos, graças à suas faixas, bandeiras e cânticos de puro amor ao clube.
Este texto não tem como objetivo que o movimento seja exaltado. Estas palavras servem apenas para agradecer a quem de alguma forma ajudou para que esse ideal se mantivesse vivo no Alto da Glória. Diante de toda essa evolução da torcida, se o Povão conseguiu contribuir de alguma forma, por menor que tenha sido esta ajuda, já valeu todo o esforço, já valeu cada gota de suor derramada!
"VIVEMOS DE LOUCURA E DESCONTROLE!"




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De alguns meses para cá, uma evolução é notória no Alto da Glória:
A cultura do torcedor fazer a sua própria faixa e levá-la ao estádio.
Esta é uma característica marcante das torcidas de outros países da América Latina, que foi difundida no Paraná pelo Povão Coxa-Branca, ao disseminar a cultura de confeccionar faixas para homenagear os ídolos do clube, além de "trapos" - como também são conhecidas as faixas - com frases de apoio ao Coritiba.
O primeiro registro desta manifestação no estado ocorreu em 2007, quando o ídolo Dirceu Krüger foi homenageado:

A partir de então, dezenas de ídolos já foram homenageados, com recursos dos próprios torcedores que constituem o movimento.
No ano do centenário, a torcida se mobilizou por iniciativa de participantes da comunidade do Coritiba no Orkut, com a realização da "Surpresa Coxa", que teve o objetivo de arrecadar fundos para confeccionar 10 novas faixas, sendo cada uma destas para homenagear o ídolo de cada década (eleitos pelos Helênicos).


Nós, do Povão Coxa-Branca, ficamos satisfeitos e orgulhosos ao ver o estádio com cada vez mais faixas e "trapos", independente de ser na Arquibancada, Mauá ou Sociais.
Temos muita alegria ao perceber que, a torcida em geral (independente da ideologia) adotou esta ideia, pois quem ganha com isso tudo, é o CORITIBA FOOT BALL CLUB!
Portanto, faça sua faixa e leve ao estádio. Desta forma você contribui para uma festa cada dia mais bonita!

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O movimento Povão COXA-Branca é publicamente adepto do estilo Sul-Americano de torcer. Muitos trapos, bandeiras, uma banda, e o principal: a loucura e descontrole na arquibancada.
Por muitas vezes, pessoas que não conhecem a maneira de torcer do Povão criticam o movimento, insinuando que o mesmo seria uma cópia do estilo argentino, ou mesmo do estilo dos gaúchos.
Para colocar um ponto final nesta discussão, divulgaremos uma foto provando que a presença deste estilo entre a torcida COXA-Branca é muito mais antiga do que a grande maioria das pessoas imaginava.
O Povão consultou o Grupo Helênicos a respeito. De acordo com os pesquisadores alviverdes, a imagem data de 1959, quando a torcida do Coritiba foi às ruas para festejar o título estadual daquele ano.
Na foto, além da bonita festa, característica do torcedor Sul-Americano, nota-se uma imagem do mascote do Coritiba, o Vô Coxa, tocando um bumbo de murga. Este tipo de instrumento só é utilizado no Brasil por movimentos com características semelhantes às do Povão COXA-Branca. Devido a isto, torcedores que tocam estes instrumentos são muitas vezes taxados de argentinos ou gaúchos.
A imagem prova que o estilo sempre fez parte da história COXA-Branca, e que o Povão apenas resgata esta festa, assim como procura cultivar a história alviverde em seus trapos, bandeiras e músicas.

Torcida alviverde foi às ruas comemorar o título paranaense de 1959. Vô Coxa tocando bumbo de murga
Grupo Helênicos
História do Coritiba – O passado apresentado ao futuro
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