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COXAnautas - Portal da torcida do Coritiba

Opinião, Polêmica e Conspiração

Constatações

15/04/2013 12h47
Rodrigo Sibut Vieira

À medida que passam as rodadas o Coritiba vem jogando com mais atletas da sua categoria de base.

Há três rodadas o Eltinho não joga, sendo que há duas quem atua na lateral esquerda é o Patric.

Marquinhos Santos, mesmo sem ter repetido o time desde a segunda rodada do primeiro turno, mostra que conhece onde cada atleta pode e não pode atuar em campo.

Grande parte da cornetagem vai ter que engolir a goleada aplicada na derradeira partida contra o Rio Branco e ainda ver que o Alex é artilheiro do campeonato.

Outra parte assiste o futebol organizado do Coritiba, fruto do trabalho de Marquinhos Santos, de Tcheco e comissão técnica.

Mostra ainda que é desnecessário o Coritiba praticar a concentração antes dos jogos a serem realizados no Couto.

A melhora de desempenho do time também está relacionada às ausências de Luccas Claro e Lincoln.

Coritiba 13x0 Rio Branco



Façam suas apostas

Se você acredita que o Coritiba ainda pode ser campeão do segundo turno e consequentemente, campeão estadual 2013, qual a fórmula para isso acontecer?

Caso contrário, quem você vê que vem a disputar com o Coritiba a final do Campeonato Paranaense? Londrina ou A.Paranaense?

Minha opinião: Ainda dá para ser campeão do estado sem a necessidade de disputar a final.

SAV
RODRIGO

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Monopólio NETSHOES

09/04/2013 15h50
Rodrigo Sibut Vieira

Recebi um email, que reservo o direito de não divulgar quem enviou, sobre o contrato do Coritiba com a NIKE e sua representante no Brasil, a NetShoes.

Nele diz que o contrato existente é do Coritiba com a Netshoes e não diretamente com a Nike, como é com a Seleção Brasileira e com o Corinthians. Para todos os demais times o negócio é com a Netshoes.

Por aqui qualquer produto de vestuário que não leve a marca Nike, tem que passar antes pela autorização para licenciamento deles, Netshoes. Quer dizer, não é o clube que autoriza e sim a Netshoes.

Importante: Isso só vale para o vestuário, pois o clube é envolvido no processo de licenciamento para os demais produtos.

Mas o que acontece? A Netshoes não produz outros materiais de vestuário do Coritiba, ela fica só com a linha de jogo. Diferentemente de outros times como Corinthias e Santos, que tem uma boa variedade de camisetas de passeio.

O detalhe é que se eles não produzem, também não autorizam produzir. A "estratégia" deles parece querer focar o público nas camisas de jogo, para forçar a compra. Além disso, ocupam sua linha de produção com os clubes considerados "grandes".

Aliás, vocês sabem porque temos uniforme preto? Porque era sobra de estoque da Nike, porque se deixasse por conta da Netshoes, nem uniforme preto haveria.

Outra estratégia da Netshoes é sobre outras lojas que comercializam vestuário do Coritiba. A loja do Couto é da NetShoes, quer dizer, não é propriedade do clube.

Portanto todo o material de jogo é produzido e comercializado por eles, que também vendem para outras lojas, porém com margem diferenciada. O resultado disso é que fica impossível concorrer pelo alto preço de custo sendo impossível ter qualquer margem de lucro. A opção que resta é a de não comprar da NetShoes para não ter prejuízo.

Assim por analogia, ao não comprar deles, não tem material para você torcedor.

Percebe?

Mas quem aqui não comprou camiseta, calção, camisa polo do Coritiba na TuttiSports ou na Centauro nos anos em que o material era da Lotto? Quem aqui já tentou procurar camisas Nike do Coritiba na Centauro e não encontrou?

Sabem porque não encontram? Porque o clube foi proibido de liberar outras lojas virtuais para comercialização de seus produtos de vestuário. Isso mesmo.

Em suma: Eles não fazem nosso material, não deixam ninguém fazer e ainda acabam com o mercado com essa tentativa esdrúxula piamente conhecida como monopólio.

E isso tem que acabar.

SAV
RODRIGO

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Diretor de marketing

01/04/2013 09h45
Rodrigo Sibut Vieira

O post 2018: qual o tamanho da torcida Coxa? gerou uma boa repercussão, tanto é que ele chegou até às mãos do diretor responsável pelo marketing do Coritiba, Paulo César Verardi, que nos respondeu com as suas considerações a respeito.



Primeiramente, me sinto na obrigação de enaltecer teu engajamento e preocupação com o Coritiba com temas de vital importância para nossa perpetuação e sucesso.

Modernamente, com o advento do "negócio futebol" torna-se mandatório cada vez mais conveniência e conforto para o torcedor a fim de gerar receitas que mantenham os grandes clubes efetivamente competitivos e retroalimentem o ciclo.
Essa premissa tem-se materializado com espetáculos de futebol que são ao mesmo tempo entretenimento, fonte geradora e mantenedora de paixão e de receitas para toda a cadeia envolvida.

Em todo o mundo, e o Brasil está cada vez mais inserido nisso pelo seu crescimento econômico, esse movimento também se traduz em seletividade de público, seja pelo poder aquisitivo, seja pelo caráter familiar e lúdico do novo ambiente do futebol.

No sul do Brasil, ancorados pela nossa própria cultura diversa do restante do país, os projetos de sócios tem sido a principal ferramenta de arrecadação a fim de procurarmos manter o equilíbrio econômico-financeiro necessário nas competições em que estão inseridos, notadamente o Campeonato Brasileiro, o mais difícil e competitivo do mundo. Esse é o grande mecanismo que possuímos para fazer frente a concentração econômica do eixo RJ/SP em termos de patrocínio e verba de TV.

Além da questão cultural (participação ativa na vida do Clube) há também a atratividade econômica da associação que tem de ser preservada sob pena de perdermos a perenidade dessa receita. Basta avaliarmos o histórico desses projetos até o inicio dos anos 2000 em qualquer Clube do sul do Brasil para termos certeza de que não podemos abrir mão disso impunemente.

No caso específico do Coritiba hoje temos a melhor relação sócio/torcedor do Brasil e devemos ter orgulho disso. Isso nos dá também a certeza que temos potencial para crescermos ainda mais. Para aqueles torcedores que moram longe ou frequentam o estádio com menos intensidade há o sócio torcedor, que tende a amenizar a seletividade da associação e presença em estádios, como já mencionei, tendência irreversível do futebol moderno.

Quanto ao público infantil:
Efetivamente é prioritário e nossas ações em termos de associação, interiorização, relacionamento e produtos tem de focar esse público e as mulheres, não podemos esquecê-las.

Te informo que já vem sendo feito e será objeto de esforço concentrado nos próximos anos, conforme plano estratégico de trabalho recentemente aprovado pelo G5 do Coritiba. Lembro também que em termos de associação já possuímos as modalidades teen, kids e lady.

Por fim, te afirmo, em função da minha experiência no segmento, de que bons produtos e serviços colaboram, e muito, para nossa maior penetração, mas por sermos um clube de futebol de ponta, vitórias e conquistas é que darão o impulso decisivo para o crescimento exponencial da nossa torcida.

Logo, para satisfação efetiva dos nossos atuais e futuros clientes torcedores temos obrigação de manter o foco na geração de receitas crescentes para o Coritiba a fim de torná-lo cada vez mais competitivo, vitorioso, apaixonante e atraente.

Um forte abraço, sempre em e na frente
Paulo César Verardi




SAV
RODRIGO

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Torcer não é Sofrer

25/03/2013 15h40
Rodrigo Sibut Vieira

Desde que o futebol nasceu, os simpatizantes de um e/ou de outro time que jogam uma partida nasceram também.

A popularização do esporte causou (ainda bem!) uma verdadeira revolução, movimentou povos unindo-os em prol de várias certezas, sendo uma delas a de auxiliar o time que simpatiza, lá de onde assiste a partida, a arquibancada.

Na essência, esse é o torcedor. Com o passar do tempo e com a evolução, principalmente tecnológica, o torcedor passou estar além da presença do estádio ao acompanhar o time pelo rádio, depois pela televisão chegando até a estar junto do time quando ele realiza partidas fora de sua casa, de seu estádio.

Ganhasse ou perdesse a partida, o torcedor estava ali, do lado do "seu" time. E esse conceito egoísta em se achar dono do time resultou em outros sentimentos, como por exemplo, achar que pode escalar esse ou aquele jogador, se achar no direito de xingar o atleta que erra um passe ou tem uma má apresentação, vaiar o técnico pela escalação desse ou daquele atleta ou ainda pela formação escolhida.

Aquele que até então era o torcedor envolve-se em seu próprio sentimento de posse e aí, muda de condição quando passa a sofrer.

Sofre porque em sua opinião não acredita que uma derrota possa se apresentar, principalmente quando seu adversário já entra na partida sendo considerado mais fraco. Para piorar, sofre porque não sabe perder. Depois o sofredor vem falar que é o clube que tem a responsabilidade pelo desempenho do time em campo, para quando acontecerem problemas, é o clube que tem que tomar conta disso.

Ora, se é assim mesmo que o sofredor pensa, ele deveria voltar a ser o torcedor e fazer o inverso: deixar de vaiar, xingar, invadir e atirar objetos ao gramado, por exemplo. Deve sim torcer e empurrar seu time até o apito final do árbitro.

Torcedor tem a certeza de que o trabalho executado pelo seu time é o melhor possível, que está dentro de um plano e que ele será cumprido, de uma forma ou de outra. Caso contrário, nenhum clube precisaria de planejamento, pois bastaria reunir os jogadores um dia antes de uma partida para conversar e recomendar algumas movimentações, sem o treino habitual que ocorre em todos os dias anteriores à partida.

Eu tenho plena certeza que todos os envolvidos atualmente no Coritiba pensam e entendem seus compromissos para com o time e sentem a perda. Principalmente quando perdem uma oportunidade acompanhada de uma derrota. A derrota contra o P.Clube em casa deve fazer com que o Coritiba mude seu modo de agir daqui por diante, já que as chances de ganhar o returno são praticamente nulas, o que reforça a manutenção do foco para a conquista do título estadual, num primeiro momento.

Portanto, quem deve pensar agora em se manter na dianteira do estadual, por enquanto são Londrina e JMalucelli, principais candidatos ao titulo do returno. São eles que enfrentam adversários de mesma expressão e em determinado momento, um deles deverá enfrentar o Coritiba na final.

Eu não gostei de ver o Coritiba perder em casa, pois além de perder a invencibilidade no estadual, perde a imagem construída da hegemonia quando joga em seus domínios.

Por outro lado aprendi e compreendi que perder faz parte do jogo e que o amanhã é outro dia. O futebol é assim.

Talvez seja por isso que ainda ficamos impressionados com o apoio da torcida de times como o Santa Cruz, ou de alguns times argentinos, ou ainda com a torcida do Fenerbahçe.

Torcer sim. Sofrer jamais.

SAV
RODRIGO

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2018: qual o tamanho da torcida Coxa?

19/03/2013 16h05
Rodrigo Sibut Vieira

Uma das mudanças pós-queda de 2009 foi a busca pela fidelização do torcedor, conhecido amplamente também por "A Torcida que Nunca Abandona". O trabalho massivo desenvolvido teve inicio ainda em Joinville e vem sendo um sucesso, tanto que recentemente o presidente Vilson Ribeiro de Andrade comentou que uma das maiores receitas do clube hoje está vinculada diretamente aos associados adimplentes.

Uma das premissas para induzir a associação ao clube teve como motivo principal a comparação entre os valores praticados nas mensalidades e os ingressos avulsos. É óbvio que ao se comparar a quantidade de jogos no mês e multiplicar pelo valor do ingresso, o resultado é um absurdo. Existe ainda o reforço da ideia não propagada diretamente pelo clube que "torcedor que é torcedor se associa e colabora com o clube do coração".

As reações ao modelo implementado foram várias. Uma delas foi o afastamento de uma grande quantidade de torcedores que não tem condições financeiras de arcar seja com a mensalidade, ou nem mesmo adquirir meio ingresso nem tampouco arcar com praticamente o dobro do valor para compra de um ingresso. Outra reação a esse modelo foi o afastamento de vários associados, que mesmo pagando sua mensalidade, não vão mais ao estádio.

A prova está na média de público presente no Couto Pereira neste estadual que é 11650, sendo que o maior público foi coincidentemente o clássico atleTiba, com público total de 23057 e o menor público foi contra o Nacional, 7198. Sabemos que o adversário é uma variável que limita a quantidade de torcedores presente no estádio, porém onde estão os quase 30.000 adimplentes, exceto os que moram longe da capital?



O modelo implementado trouxe outro problema sério que é a formação de torcedores do alviverde. Do jeito que a situação está, nossa torcida vai encolher. É preciso atenção para a primeira experiência num estádio e não é abrindo escolinhas que isso se resolve. Essa experiência é inesquecível e melhora muito se vier acompanhada com poder ver mais jogos. Assim é que começa a "fidelização". Porque ninguém começa a torcer se tornando sócio. Pensar assim é pensar exatamente o inverso e a continuar nessa tocada, em 2015-2016 estaremos com a torcida menor que hoje.

A preocupação aumenta quando assistimos a proliferação de torcedores de times como o Corinthians, por exemplo. Não é possível que não se possa levar piazada a preços módicos, dentro um programa como "sócios do futuro", que teria algum resultado a partir de 2016-2018, quem sabe até antes.

Alguns podem não vir a se tornar sócios, mas a torcida aumentará bem como a venda de produtos oficiais e como consequência ainda, o clube ficaria mais atraente para patrocinadores pelo potencial torcedor.



E os torcedores que estão entre 6 e 12 anos? Esses pagam meio ingresso e estão no período mais decisivo para optar por um time. Deveríamos os associados ter o direito de levar filhos não-inscritos como dependentes, como por exemplo: sobrinhos, primos, vizinhos etc. Claro que ocuparão um lugar no estádio, mas vaga (espaço físico) hoje no Couto é o que não falta, não é mesmo? Ou seja, um cadastro prévio e antecipado feito pelo associado pelo site já existente, poderia ser uma alternativa.

Mais adiante e não menos importante está a legislação. Ela é aberta quando se fala de meio ingresso e nesse sentido fica complicado colocar em equivalência a cobrança de uma criança que tem mais de 12 anos e de um adulto, especialmente os que se consideram "espertos" e adulteram a documentação necessária, como é o exemplo da carteira de estudante.

Que tal mais crianças no Couto?

SAV
RODRIGO


PS.: meus agradecimentos aos integrantes da listona, em especial Sonia, Marco Bob e Didio que proporcionaram a construção desse post.

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Remuneração

15/03/2013 17h00
Rodrigo Sibut Vieira

O universo do futebol é guiado atualmente por variáveis importantes, que dependendo da área de interesse e/ou de atuação, promovem aquele que é o principal objetivo de uma empresa: Obter lucro.

São as redes de TV, agências de comunicação, marketing, publicidade e propaganda, repórteres dentro e fora de campo, juntamente dos fotógrafos. Na mesma tocada vem os patrocinadores: as montadoras de veículos, fabricantes de bebidas, redes de fast-food, instituições bancárias, empresas de telecomunicação.

Do lado desportivo temos os clubes com seu plantel de atletas e funcionários tanto no âmbito desportivo como no administrativo, funcional e jurídico. A movimentação continua com os empresários dos atletas, bem como seus assessores de comunicação. Ainda temos as federações, as arbitragens, os tribunais e superior tribunal de justiça desportiva e por fim a confederação brasileira de futebol.

Todos de alguma maneira até esse ponto tem alguma atividade que possa se caracterizar como remunerada no futebol.

E o torcedor?

Ele compra material esportivo do clube: camisetas, calções, meiões, tênis, chuteiras etc. Ele também se associa ao clube de coração, contribui mensalmente para de alguma forma auxiliar e ver seu clube crescer, quem sabe até contratar um atleta de renome, tenha esse atleta referência ou não com o clube.

Se ele não se associa, por qualquer que seja a dificuldade, dá um jeito de assistir ao menos o jogo com certa periodicidade estipulada e por isso, compra ingresso. Ainda assim ele vai ao estádio, come e bebe, quer dizer consome. E ainda tem tempo para apostar na Timemania.

É o torcedor que alimenta a imprensa, com a leitura dos jornais, blogs dos comentaristas e de outros torcedores.
É o torcedor que assiste na TV o jogo do seu time do coração e conforme o caso, ainda compra pacotes de transmissão exclusiva, que podem ser vistos também em bares e restaurantes espalhados pela cidade.
Quer dizer, o torcedor só tem gastos e dentro de todo o sistema do futebol é um dos poucos, senão o único que não é remunerado pelo esporte.

Então como pode ser possível pedir ou até exigir dele para que não xingue, não vaie e nem critique determinado jogador, ou treinador ou ainda o time pelo desempenho instável ou constantemente ruim, se ele sim, faz uso do constante investimento?

Que tal remunerar o torcedor também com pelo menos 10% do montante arrecadado com todo o esforço para que o espetáculo aconteça de acordo com o programado?

Um exemplo clássico: o Coritiba venceu o primeiro turno, situação que o habilitou a ser o primeiro time a estar nas finais do campeonato estadual 2013. E pelo que vem sendo divulgado, a postura do técnico Marquinhos Santos está sendo questionada após empatar a segunda partida do returno. Para muitos colocou em xeque a conquista do segundo turno, portanto, do título estadual de maneira antecipada.

Que obrigação é essa que foi criada e vendida para os torcedores do Coritiba, que na visão de alguns, o clube tem que conquistar o titulo de maneira obrigatória, antecipada e ainda por cima, invicta?

Fazer isso é criar uma expectativa ignorante, pois ela vai alimentar um sentimento ruim e as consequências não serão boas, sendo uma delas a frustração.

Infelizmente é isso que se vê sendo explorado e há muito tempo. É essa porção ruim que, por incrível que pareça, vende mais do que a porção boa.

E isso precisa mudar.

SAV
RODRIGO

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Satisfação

14/03/2013 11h56
Rodrigo Sibut Vieira

Após assistir o jogo de ontem, nas condições em que ele aconteceu e com a qualidade apresentada entendo que o Coritiba está jogando ainda de maneira deficiente, mesmo que seja um time que pelos nomes que o compõe sejam de referenciada qualidade.

O papel de técnico do time não existe à toa. Toda estrutura que envolva um time, um grupo, um batalhão, um esquadrão, um bando, uma matilha exige a presença de um líder, pois é ao líder que se deve satisfação.

Se vimos um Eltinho jogando pela esquerda de maneira mais comportada, se apresentando sem afobação em várias oportunidades, ou ainda, se vimos pela direita um Patrick sendo exigido ao seu extremo, sendo ponto focal na maioria das saídas de bola e investidas ao ataque é porque eles cumpriram o que o técnico mandou. Foram e são obedientes ao seu líder.

Marquinhos Santos está errado? Não. Como destaquei no post anterior "O Coritiba não pode mais perder as oportunidades que vem perdendo de maneira constante. A impressão que tenho é que alguns atletas não estão no mesmo pensamento do técnico e quando exigidos no momento que o time precisa, deixam a desejar."

O detalhe é que para o torcedor foi criada a expectativa para o segundo turno, pelo que ele leu e ouviu nas rádios, televisão e jornais e é ele quem vai começar a pedir satisfação de melhor desempenho do time.

O resultado disso todos sabemos: vão começar a apontar o problema para o técnico. Eu particularmente digo que o problema ainda não é dele. Nem só dele.

Na minha opinião o Coritiba sofre sempre com a carência de recursos considerados peças-chave, como por exemplo o Gil atualmente. Outro exemplo é a dependência que o Coritiba tinha, na época, do Rafinha em 2011.

Portanto mesmo com a notada mudança que pode ser referenciada pelo planejamento, espero que essas dependências tenham sido referenciadas no projeto como riscos e que o plano de contingência seja um pouco melhor para quando iniciarmos a Copa do Brasil e o Brasileirão 2013.

SAV
RODRIGO

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Returno - Primeiras impressões

12/03/2013 15h00
Rodrigo Sibut Vieira



Passado o momento "mais quente" do jogo contra o Operário, quando todos tinham a vitória como certa, mas viram um ataque do fantasmagórico time de Ponta Grossa comprovar a estatística.

Operário: UM ataque UM gol x Coritiba: VÁRIOS ataques UM gol

Quem foi mais eficiente?

O Coritiba não pode mais perder as oportunidades que vem perdendo de maneira constante. A impressão que tenho é que alguns atletas não estão no mesmo pensamento do técnico e quando exigidos no momento que o time precisa, deixam a desejar.

Não vou nominar para não criar um processo de caça às bruxas. Cada atleta sabe de sua responsabilidade, principalmente dentro de campo e entende que quando atua dentro de sua própria casa, deve encarar a vitória quase que como obrigação.

O time está jogando praticamente encaixado, portanto é preciso agora fazer prevalecer a parte do atleta. Não dá pra exigir que o seja só passe no pé, como não se pode sobrecarregar a responsabilidade de passar a bola de maneira correta, somente a um jogador.

O Coritiba ainda sofre daquele problema de dependência de determinado jogador. O exemplo é o Gil, um jogador que se encaixa muito bem na estratégia que os comandantes Marquinhos Santos e Tcheco desenharam para o time, mas que por conta de uma disputa violenta, ficou de fora e com isso, rendeu uma queda perceptível de qualidade no time como um todo.

A estreia na Copa do Brasil está próxima e quero acreditar que as experiências com o time ainda estão sendo feitas no estadual, quer dizer, o Coritiba ainda joga em ritmo de pré-temporada, porém agora de maneira um pouco mais acelerada.

Confio no desempenho do time, confio na conquista do 38º estadual, bem como do tetracampeonato.

Se o título vier de maneira invicta, será muito bom tendo em vista que será possível antecipar uma série de outros trabalhos, pela eliminação dos jogos das finais. Porém, se for necessário a disputa das finais, não vejo problemas também.

Questão de competência.

SAV
RODRIGO

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Lógica do Afonso

08/03/2013 16h30
Rodrigo Sibut Vieira

Empresto o termo do meu amigo Dudu para tentar entender o que aconteceu com o árbitro do jogo entre Londrina e Coritiba.

Árbitro é punido por falhas disciplinares, não pelos pênaltis não marcados.

O árbitro Felipe Gomes da Silva foi punido pela comissão de arbitragem da FPF e deve passar por reciclagem.

Segundo a opinião de quem entende do assunto, o único lance que ele errou foi o de não ter apontado a penalidade no atacante Arthur. "O árbitro interpretou muito bem a regra nesses lances (dos pênaltis). Mas teve falha técnica, ao não marcar pênalti no Arthur", comentou Afonso Vitor de Oliveira, presidente da comissão de arbitragem da FPF.

Isso lhe renderia afastamento ou alguma outra punição? Pelo que vimos já acontecer em anos anteriores aqui no estado, seguramente não.

Então ele recebeu a punição pela pressão da cornetagem.

"É um afastamento temporário, longe de uma exclusão. É um árbitro promissor, aspirante à Fifa e quando a comissão resolver que a coisa se assentou, ele volta", explicou Afonso.

Que coisa é essa que precisa se assentar?

É prudente avaliar que Felipe é um árbitro aspirante à FIFA, o que o credencia a estar em maior nível do que outros árbitros que atualmente compõe o quadro da FPF.

Reciclagem pra que então?

"Um jogador do Londrina segura o Felipe pelo braço quando ele vai mostrar o cartão, houve uma série de reclamações e não subiu um cartão amarelo", explicou o presidente da comissão de arbitragem.

Portanto, mesmo sem erro, ele foi punido.

Hein?

SAV
RODRIGO

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Integridade

06/03/2013 16h15
Rodrigo Sibut Vieira

 / Foto: Divulgação



Ontem o meio campo do Coritiba, Alex, esteve reunido com Gustavo Fruet, prefeito de Curitiba, para tratar de assuntos relacionados à Copa do Mundo 2014.

A explicação para o encontro é que o atleta foi procurado pela FIFA para dar uma entrevista sobre a Copa do Mundo em Curitiba e assim, o meia precisava se informar melhor a respeito, por isso resolveu ir até à prefeitura.

A FIFA sugere que todas as cidades-sede tenham um embaixador e Alex, baseado nisso, recebeu o convite diretamente do prefeito: "Você é o Embaixador de Curitiba para a Copa". A ideia inicial era ter representantes dos três clubes da capital, porém Alex antecipou: "Obrigado, mas não sou embaixador de nada".

A secretaria para assuntos da copa posteriormente comunicou que não vai ter como embaixador um atleta em atividade, principalmente por conta da rotina de treinos que os envolve.

Ao Alex, meus pessoais agradecimentos por mostrar humildade e principalmente, integridade na sua opinião.

Qualidades que não tem preço.

SAV
RODRIGO

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