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COXAnautas

Opinião, Polêmica e Conspiração

Fofoca

17/05/2013 16h20
Rodrigo Sibut Vieira

Dizem alguns que quem tem informação, tem o controle.

Se existe uma ação do homem e que mancha sua personalidade é a fofoca. De má origem, visa agir de maneira contrária a um assunto específico, para atingir um ou mais objetivos e assim satisfazer o ego de alguns.

Não é de hoje que vemos informações consideradas internas ao Coritiba serem apresentadas de maneira pública, através de um determinado colunista, torcedor declarado do rival.

Vou pinçar duas de suas publicações mais recentes:

"Foi preciso que o gerente de futebol Felipe Ximenes tornasse público o que a imprensa coxa sabia e escondia: o atraso sistemático do valor correspondente ao direito de imagem dos jogadores do Coritiba, que é a parte substancial da remuneração do jogador"

"Não sou o dono da verdade e nem tenho o orgulho de não corrigir um erro. Escrevi aqui que o Coritiba vem atrasando sistematicamente o benefício financeiro a título de direito de imagem, que é a parte maior da remuneração do salário do jogador. É meia verdade. De todos os jogadores do Coritiba, só oito recebem parte da remuneração como direito de imagem. E, assim mesmo, nenhum contrato é superior a 20% do ganho total. Esses oito atrasaram. Mas diante do universo de sacrificios que se vive no futebol paranaense, meia verdade não vale."

A maneira como são divulgadas essas informações, geralmente quando o Coritiba aparenta alguma instabilidade, não agregam em nada. Pelo contrário, costumam demonstrar que existem interesses, quem sabe até, prazer.

É um fato que todos temos amigos, parentes, familiares e torcedores de outros clubes do estado, inclusive do rival e que sempre nos pegamos conversando a respeito, num almoço de domingo ou num bar qualquer da cidade.

Por outro lado é inadmissível observar que as informações fluem de dentro do clube ao colunista com certa facilidade, dando a entender que existem pessoas com más intenções e que jogam contra o patrimônio.

Como pode uma pessoa agir assim e ainda repousar sua cabeça no travesseiro de maneira tranquila?

Será que um dia isso vai acabar?

SAV
RODRIGO

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Irreconhecível Foot Ball Club

16/05/2013 16h00
Rodrigo Sibut Vieira

O torcedor de qualquer time de futebol sempre se baseia na performance do seu time para expôr uma opinião, sendo que alguns ainda vivem mais da história do que do momento presente do clube.

Numa situação que parece ser óbvia, como torcedores, jornalistas, blogueiros, sempre comparamos o desempenho atual com anos anteriores e com isso tendemos a traçar um futuro.

Em uma palavra: Estatística.

A estatística pode, conforme abordagem, exaltar ou esconder a performance de times, como por exemplo o Atlético-MG.

Daí assumimos cada um, uma própria abordagem, um ponto de vista e a lançamos para que as pessoas contribuam com suas opiniões a respeito. Por exemplo, o critério utilizado pelo técnico para convocação e escalação do time que ele comanda.

As diferenças começam a aparecer porque cada torcedor tem o seu próprio critério, que por muitas vezes não é o mesmo critério do técnico, aquele que vive o dia-a-dia do clube, que sabe quem está contundido e que também sabe quem não está em boa forma física ou técnica.

O torcedor discordar, baseando-se nos seus próprios critérios como fator de comparação, é esperado. Agora pedir a cabeça do técnico ou de determinado atleta pelo mal desempenho de uma partida, porque segundo seus critérios esse ou aquele atleta nem em campo estaria, é uma situação bem diferente.

A chance de reverter o resultado frente ao Nacional é grande, principalmente pelo gol que fez lá, mas caso o Coritiba não consiga, não será uma sangria desatada. Não vou morrer de raiva ou ficar sem dormir ou ainda xingando muito no twitter.

Quando o time ganha, tudo está muito bem, mas quando perde, deve ser encarado como uma possibilidade de quem compete, quer dizer, saber perder não vai tirar vergonha de ninguém nem diminuir sua própria capacidade torcedora.

Acredito que foi isso que o Alex quis dizer quando pediu para todos termos mentalidade vencedora.

Enquanto isso não acontece, vemos muitos aguardando o momento oportuno para correr e apontar culpados, enquanto que outros fazem listas de dispensas e exigem pela presença de alguém com mais experiência.

Claro que é tudo uma questão de opinião, mas a observar que o Alex fez um pedido, foi porque já observou a chatice que é ver mais pessoas unidas pelo lado negativo do que pelo lado positivo.

E chamar esse negativismo de realidade é confundir os conceitos, pois não me lembro de ter visto ou lido declarações dessas pessoas quando o Coritiba conquistou o tetracampeonato, o que atualmente é uma realidade.



O Coritiba nem bem conquistou o tetra campeonato e logo viajou até Manaus para enfrentar o Nacional, time este que ano passado também se encontrou com o alviverde na fase classificatória do mesmo torneio, Copa do Brasil.

Naquela época, o Coritiba empatou sem gols no jogo de ida com o Nacional. Dessa vez, o time do Coritiba deve ter pensado que o Nacional era tão fraco quanto o Sousa-PB e partiu para cima, mas pegou um time bem armado no contra ataque e que não perdoou, basta ver o placar final do jogo.

Teria o Coritiba subestimado o Nacional? Ou ainda estava o time dentro da euforia da conquista do estadual? Ou a ausência de Alex foi determinante?

SAV
RODRIGO

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Vaga de estágio

15/05/2013 15h50
Rodrigo Sibut Vieira

 / Foto: Julia Abdul-Hak



Entrávamos no trimestre final de 2012 quando o Coritiba dispensou Marcelo Oliveira e anunciou a contratação (antecipada) de Marquinhos Santos.

O técnico, até então conhecido nos departamentos de base de vários clubes e inclusive com passagem pela seleção brasileira, assumia o cargo de treinador do time do Coritiba.

Um time com um ótimo histórico, principalmente se contar a partir de 2010 que foi quando o presidente Vilson assumiu o Coritiba, um time até então tricampeão estadual, detentor do recorde mundial de vitórias consecutivas, sendo presente por duas vezes seguidas na final da Copa do Brasil.

A responsabilidade era grande em ter que ao menos repetir o feito de Marcelo Oliveira, técnico até então desconhecido no cenário nacional.

Pelo menos era isso o que se ventilava aos quatro cantos. Os vários formadores de opinião (jornalistas, comentaristas, blogueiros) desenharam Marquinhos Santos e criaram duas vertentes: as escolas inovadora e clássica.

Escola inovadora: O perfil mostra profissionais de baixa idade em posições ocupadas até então por profissionais de mais idade, caracterizados pela experiência. Está na inovação o diferencial de destaque do profissional, com pensamento criativo, tem um grande conjunto de ferramentas que o auxiliam no dia-a-dia oriundos principalmente na tecnologia e que dão o suporte que o lado criativo precisa, transformando ideias em números, itens mensuráveis que resultam em parâmetros e que, pela lógica ocasionam na montagem de um padrão de jogo.

Escola clássica: é o contrário da inovadora, pois defende que os atletas demonstrem respeito ao comandante com idade igual ou superior à sua e que já tenha atuado como jogador em qualquer posição, dando mostras que entendem também do gramado e seus atalhos. E por isso também, faltam para Marquinhos os atributos idade e experiência anterior no gramado para conseguir obter a atenção necessária, a confiança para implementar seu plano, fato demonstrado, segundo seus seguidores, com o segundo turno do campeonato estadual.

Um exemplo que vemos em outros esportes é o caso do Bernardinho no vôlei, um caso de sucesso da escola inovadora. Eu vejo que essa escola demorou demais para aparecer no futebol, talvez pela tradição de como ainda é tratado o esporte.

Aos apreciadores da escola clássica, digo que compreendo vossa abordagem, afinal ela é ainda dominante no Brasil, o que não desqualifica a nova escola. Sei que muitos vão dizer que o Coritiba jogou sem padrão tático. Eu digo que ele jogou fora dos padrões da escola clássica, atendeu a necessidade conforme o momento além de trazer dados para Marquinhos Santos de determinado atleta, dentro do contexto da partida, coisa bem vista no filme Moneyball, cujo esporte é o beisebol. Fica a sugestão.

Pois bem, as diferenças entre as duas escolas aliadas à resistência presente no modelo dominante fizeram com que Marquinhos fosse rotulado como estagiário.

Erro crasso, ao meu ver, pois julgar um profissional pela sua idade é demonstrar pensamento ultrapassado. Basta observar que estágio é uma atividade que exige do postulante uma busca pelo conhecimento da área que ele está por conhecer.

Estágio é um período que prepara para a vida profissional, portanto pode-se considerar que houve estágio com Marquinhos Santos quando ele esteve nas categorias de base do rival, A.Paranaense e, após mudar para o Coritiba, ainda cumpriu um período na base da Seleção Brasileira.

Marquinhos, agora como técnico de futebol profissional, passou no primeiro teste e atingiu nota máxima ao conquistar o título estadual. Aliás, vale o adendo: é o QUARTO TÍTULO ESTADUAL CONSECUTIVO do Coritiba, o que também demonstrou que ele seguiu o planejamento do clube, atingindo este objetivo.

Com desafios maiores, como a Copa do Brasil e o Brasileiro, Marquinhos irá dar continuidade ao trabalho que começou em Janeiro desse ano, contando com o suporte do presidente Vilson, do superintendente Felipe Ximenes e do seu braço direito, Tcheco.

Aproveito para fazer um pedido: que ele tenha suporte da maioria da torcida também, afinal somos considerados o décimo segundo jogador, portanto, jogamos com o time e para o técnico.

Agora se você não quiser apoiar ou ainda não quiser aceitar a realidade como ela é, não tem problema. Tenho plena certeza que você conseguirá encontrar uma vaga de estágio, quem sabe até assumir a que Marquinhos Santos deixou, afinal de contas todos passamos por essa fase e espero sinceramente que você possa progredir e sair dela.

SAV
RODRIGO

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Davi e Golias

13/05/2013 11h25
Rodrigo Sibut Vieira

Quem não conhece a história bíblica sobre Davi e Golias?

Um tocador de harpa e o outro, gigante e soldado treinado. Em dado momento, eles se enfrentam e Davi derrota o gigante Golias em batalha individual. Posteriormente e também por conta deste feito, Davi veio assumir o trono de Israel.

Porém desta vez foi Golias quem ludibriou Davi, quando se fez de derrotado, mudando a expectativa e a opinião de muitos daqueles que acompanham a história, inclusive do próprio Davi.

Quando a grande maioria entendia que Golias estava vencido, desacreditado, sem forças para continuar, eis que o gigante se levanta, olha bem no fundo dos olhos de Davi e disse: "Agora vou te mostrar como é que se ganha uma batalha."

Davi, jovem e inocente, ainda não acreditava que Golias se levantou para a real batalha, porém quando ela aconteceu pra valer, ficou provado que não basta apenas ter coragem.

O gigante mostrou que é preciso comprometimento, obediência e inteligência, aliados à coragem para que o resultado apareça.



Para quem ainda não viu, agora pode dizer a plenos pulmões: Coritiba T37RA CAMPEÃO ESTADUAL!!

Parabéns ao gigante AlviVerde, Coritiba Foot Ball Club!!

SAV
RODRIGO

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Torço pelo meu estado

08/05/2013 16h00
Rodrigo Sibut Vieira

Sou nascido em São Paulo e morador de Curitiba desde o final de 1976 e nessa época o Coritiba já era hegemônico.

O time era uma máquina de colecionar títulos. Foi a década de ouro para o alviverde do Alto da Glória. Me lembro como se fosse hoje quando o Coritiba decidiu o título de 1979 contra o Colorado, obviamente conquistou mais um título e meu tio trouxe um pedaço da rede do gol para casa.

Fiz algumas amizades por conta do Coritiba, amizades que jamais serão esquecidas e quem me conhece, sabe bem quem são.

Adotei o Coritiba como time de coração, depois que meu pai me levou para assistir um jogo do Coritiba, ainda em 1978. Entrei no Couto Pereira e me impressionei com o monumental. E assim, adotei o Paraná como estado.

Pois bem, quando vi o presidente Vilson Ribeiro de Andrade levantar a bandeira do movimento "Amo minha terra, Torço pelo meu estado", observei que ali materializava-se um trabalho que visava resgatar o sentimento de pertencimento ao estado do Paraná.

Sentimento esse, entendo que deveria ser intrínseco, mas só aparece principalmente por conta do futebol, mais pelos torcedores dos times da capital do que no restante do estado.

Confesso que esperava uma atitude, por parte dos outros clubes do estado, mais agressiva, mas ao ler que o Cianorte vai abandonar a participação da série D, frustra.

Os clubes de futebol deveriam prestigiar o espaço a que pertencem, as empresas que do estado fazem parte e que podem ser seus patrocinadores, enfim tudo para que possa ser estabelecida uma relação com o estado do Paraná.

Fica claro que não é só o Coritiba que prestigia. O Londrina é prova disso com o patrocínio do restaurante Madero, de Junior Durski.

O que foi feito até agora e que notei pela repercussão, foi o Coritiba estabelecer parcerias com os hotéis Bourbon, com a Limagrain, agora com a Jacquet do torcedor coxabranca Ricardo Guerra, com a construtora do conselheiro Joel Malucelli, a JMalucelli e com a LA Sports, do também torcedor alviverde, Luiz Alberto. Não posso esquecer também da IRA Motoparts tampouco da PRO-TORK, ambas paranaenses.

E só.

Logo, se você não gosta de ouvir que mora no quintal de São Paulo, ou ainda que o estado do Paraná é a 5ª Comarca de São Paulo, poderia começar a abandonar certos costumes, como por exemplo, encher a caixa de emails da RPC pedindo para que passem jogos dos times do eixo RJ-SP. Essa é uma atitude que vai contra vários pensamentos e porque não dizer, contra a iniciativa "Amo minha terra, Torço pelo meu estado".

É preciso entender que mesmo morando próximo de São Paulo ou de Santa Catarina, temos muitas coisas de valor aqui no estado. Só para se tomar como exemplo, eu enxergo essa valorização nos gaúchos. Existem torcedores de times do eixo RJ-SP lá? Sim. O detalhe é que eles são minoria, diferentemente daqui do Paraná.

Vejam, temos uma federação que regulamenta o futebol, tanto profissional como o amador, o futebol de salão e as ligas amadoras no estado. Temos também uma comissão que cuida do quadro de arbitragem do estado. Para completar temos também uma imprensa esportiva própria.

O problema, aparentemente, está em não haver união entre todas essas partes.

Reclamar que a FPF tem uma representação nula ou pífia perante a CBF, reclamar que os nossos árbitros são de inferior qualidade, reclamar da falta de incentivo e que os campeonatos são deficitários, é fácil.

Onde estão as atitudes de todos os supra citados?

Por falar em atitude, de que adianta ler a falsa afirmação do presidente rubronegro, ao expôr que não entraria com o time sub-misso se a FPF insistisse em escolher por um árbitro do estado, ocasionando assim a conquista do título pelo Coritiba por W.O., numa demonstração de uma grande falta de consideração para com todos os envolvidos?

De que adianta ler do presidente da comissão de arbitragem a ironia em retrucar e pedir para que o presidente rubronegro solicite o Héber Roberto Lopes, atualmente pertencente ao quadro catarinense, ou seja, um árbitro de fora?

De nada adianta.

É preciso buscar entender o porque a votação para o presidente da FPF envolve os clubes profissionais, clubes amadores, ligas amadoras de todo o estado, considerando um voto para cada um e de mesmo peso.

É preciso buscar entender que no caso da arbitragem, enquanto a tivermos de forma amadora, sempre as desculpas recairão sobre ela. Sempre.

Por fim, é preciso buscar entender que, quanto maior for a atenção despendida, principalmente com o futebol de fora do estado, menores serão as chances de se ter um Paraná com representatividade, com times competitivos, enfim respeitado no cenário nacional.

Torço pelo Coritiba.

Torço pelo meu estado.

SAV
RODRIGO


PS.: Agradeço ao Leonardo Mendes Jr pelas informações passadas sobre o processo eleitoral da FPF.

editado às 17:15

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Carta aberta aos atletas do Coritiba

06/05/2013 15h51
Rodrigo Sibut Vieira

Frustração. O sentimento retrata o não atendimento de uma expectativa.

A expectativa, nesse caso, era ver o Coritiba jogando de maneira mais adulta, como um só time e já vê-lo Campeão Estadual 2013.

De maneira mais adulta porque não é de hoje que vemos um técnico que acompanha seu time, ao lado do campo, mas não é correspondido na obediência, esta que todo jogador deve dar ao seu treinador.

Sem obediência não há união e sem união, muito menos haverá um time.

Se você está frustrado em ver a pífia apresentação do Coritiba em campo, eu também estou.

Fui tomado pela frustração logo após o Coritiba tomar o gol contra.

Nesse momento que vi o lateral Patric, normalmente um monstro na lateral esquerda, se apagar. Não vi ninguém do time demonstrar apoio e força ao companheiro em campo, pelo lance casual do gol contra.

Instabilidade emocional é o que menos se espera numa hora dessas. É preciso antes de mais nada entender que mesmo com peças consideradas as melhores, o Coritiba precisa de confiança e humildade.

Se os integrantes de um elenco como é o Coritiba não confiarem uns nos outros, eu peço então para que os desobedientes deixem aqueles que tem interesse em se doar, demonstrar dentro de campo o porque fazem parte do elenco do Coritiba.

Tecnicamente falando, o post do Ricardo Honório fala tudo.

Já tivemos vários exemplos de disciplina tática que resultaram em vitória, como por exemplo, o jogo contra o Londrina, no Couto, válido pela derradeira rodada do returno.

Porém, não se trata só da técnica. Ouvimos consistentemente que o Coritiba é superior pelas contratações que fez, principalmente ano passado. Será mesmo?

Que demonstração que o Coritiba deu em alguma contratação que pudesse atender, a curto prazo, uma necessidade? Ao meu ver, nenhuma.

Todas as contratações vieram compor um time para os próximos dois, talvez três anos. O mesmo vale para a renovação de alguns dos atletas.

Certo ou errado, mesmo assim vale ressaltar que desse mesmo jeito o Coritiba é tricampeão estadual e está lutando pelo tetra.

Vantagem o Coritiba tem. E muita, já que é desde a conquista do primeiro turno que ele possuia a condição de ser campeão sem disputar as finais, bastando repetir o resultado no segundo turno.

Agora está na hora de mostrar a superioridade dentro da moral, da obediência técnica, tática e comportamental.

Demonstrem respeito pelo adversário. Humildade nunca é demais. Sem essa de jogar de salto alto.

Desobediência só vai prejudicar o time, que além passar a impressão de isentar os atletas em campo, carrega a responsabilidade somente para o técnico, o que é injusto no atual contexto.

Portanto é hora de ganhar o Tetra e com T maiúsculo!

Façam história! Sejam história!

VAI CORITIBA!

SAV
RODRIGO

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Retratos

03/05/2013 11h16
Rodrigo Sibut Vieira

O Coritiba sem Alex e William é tão ou mais perigoso do que quando eles estão em campo.

O jogo contra o Londrina foi mais uma demonstração disso e prova que o Coritiba não está competindo o estadual como quem está brincando num parquinho de areia.

O Londrina volta ao seu lugar de fato: disputa da série D e sua torcida agora faz a troca de camisas, conhecido no popular como "vira-casaca", quando guarda no armário a camisa do time local, pensando em fazer uso dela só em 2014 e, em contrapartida tira a camisa dos times paulistas da gaveta.

Parafraseando uma propaganda: "Quem gosta de propaganda, assiste a eles. Quem gosta de futebol, torce pelo nosso."

#ChupaLEC



COPA DO BRASIL

Aparentemente todas as configurações utilizadas no Coritiba por Marquinhos Santos tem uma característica obediente tática e comportamental e é assim que o Coritiba vem se construindo.

No estadual, soube usar o regulamento a seu favor quando ganhou o primeiro turno, portanto garantiu vaga na final. No segundo turno não foi muito diferente, pois a condição adquirida o fez trabalhar como que para construir uma base de dados de atuação de todos os seus atletas e nesse aspecto, definiu o time que participou da primeira partida da Copa do Brasil 2013.

Foi assim que o time considerado reserva do Coritiba viajou para a Paraíba, enfrentou e venceu o Sousa em sua terra natal e eliminou o segundo jogo. Não só pela obediência, tática e comportamental, quanto pelo bom uso do regulamento e com isso, o técnico vem provando que entrosamento nem sempre é necessário para se obter um bom resultado.



DIREITOS DE TRANSMISSÃO

Quando os times foram assinar o contrato de autorização de transmissão dos jogos pela TV do campeonato paranaense, houveram alguns times que foram contrários à proposta inicial da emissora que detém os direitos de transmissão.

Chegamos à final do campeonato sem a possibilidade de se assistir pela TV aberta nenhuma das partidas finais do estadual. Por isso quero registrar meu apoio à rede RPC caso escolha em transmitir para todo o estado e em alta definição, o jogo entre Londrina e Operário de Ponta Grossa, válido para a definição do campeão estadual do interior. Mostra que preza por valorizar o estado com essa atitude.

Ótimo momento para relembrar a época em que se ouvia a partida com o radinho colado ao ouvido e, porque não dizer também, quando uma grande massa ia ao estádio.

Que os 800 torcedores cumpram muito bem sua função na partida de ida, não deixando de torcer um minuto sequer, dando mostras ao time que está em campo que como torcida, somos o dono da camisa 12 e que não importa o que aconteça, estamos sempre juntos do time. No jogo de volta no Couto, não espero um público alviverde abaixo de 28000.



TÍTULOS
2013 é o ano em que o Coritiba vem mostrando que está num trabalho como poucos times estão, pois caminha dentro de suas possibilidades e atende muito bem a sua realidade.

Isso é um claro sinal de que o planejamento e sua execução existem.

Pensar que isso foi e/ou ainda é atividade conduzida por um ou mais estágiários, além de agir como tal é desmerecer o trabalho que está em execução, de maneira mais séria desde 2010.

Tenho certeza que temos vários atletas que eram da base e que hoje integram o time de cima estão já pensando na conquista do seu primeiro título como profissionais. Já para outros do elenco, essa é a oportunidade de ampliar sua história no clube com a chance de conquistar o quarto título seguido para o Coritiba.

Que venha o atleTIBA e com ele, o título AlviVerde.

SAV
RODRIGO


PS.: Quero registrar publicamente o décimo quarto aniversário de minha filha, Thabata. Que Deus continue a iluminando e mantendo sua vida na felicidade. Beijo.

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Honra

26/04/2013 14h45
Rodrigo Sibut Vieira

Commodities, agropecuária e indústria automotiva são alguns exemplos reais de negócios feitos com países como China, Rússia, África do Sul e que de certa maneira acompanha essa mudança. Grãos transgênicos, minério de ferro, carros de ponta e frangos são alguns dos exemplos de items exportados que atendem a uma série de exigências do país que os receberá.

O futebol passa desde muito tempo por um processo de mudança e no Brasil, por mais clara que seja essa mudança, existe uma certa resistência em se ver essa mudança feita por completo.

E ao trazer para o futebol brasileiro, a exportação de atletas também não é uma coisa tão nova. Um exemplo é o próprio Pelé que jogou pelo Santos a sua vida toda, indo terminar a carreira no New York Cosmos, nos Estados Unidos.

A diferença daquela época para a atual não está marcada somente pelo lucro, mas pela quantidade de jogadores exportados a baixo custo e claro, com alto lucro pela famosa qualidade brasileira do atleta. Essa ação a longo prazo acabou por qualificar dois "tipos" de jogadores: os que são exportados e os que ficam.

Os que ficam concorrem num mercado nivelado por baixo, o que me faz lembrar do ditado: "Em terra de cego quem tem um olho é rei".

O resultado é que o tão famoso "futebol arte" não existe mais, do contrário, cede lugar para a escravidão profissional com jogadores de qualidade similar e que tendem, no conjunto da obra, a resultar em partidas equilibradas, quando um dos times não tem aquele que é considerado o craque do time.

Em paralelo, o saudoso torcedor. Ele é aquele responsável por converter filhos e netos para torcer pelo seu time. Ele viu Pelé, Didi, Jairzinho, Rivelino, Carlos Alberto, Zico, Zé Roberto, Fedato, Kruger, dentre outros e quer ver o time que ainda torce, render igual ou melhor do que aquele que ele viu nos anos 60, 70 e/ou 80.

Ele vai ao estádio, junto dos seus e como torcedor se irrita, xinga e vaia seu time, principalmente pela expectativa que ele traz consigo e que espera que seja atendida, o que não acontece, ou não tem acontecido ultimamente com o Coritiba.

Quando vimos o Alex comemorar com o técnico Marquinhos Santos após o belo gol, afastando seus colegas de trabalho, um dos entendimentos desse ato é que a grande maioria dos atletas acreditam piamente que podem render o que o empresário diz e agindo em desobediência, não cumprem as ordens do técnico.

Observe que não estou agindo em defesa do técnico.

Agora se isso realmente acontece no Coritiba, ou se existe a chance disso acontecer, fica claro que os atletas do Coritiba precisam aprender a honrar a camisa que vestem e compreender que ao atuar como um time, vão ter mais vitórias do que derrotas.

E vitórias não representam somente dinheiro no bolso.

Serão vitoriosos como homens que cumpriram com a obrigação para qual se dispuseram.

Atualmente eles representam um time e devem defendê-lo como tal e jogador que faz corpo mole por ordem de seu empresário, para mais adiante mostrar que pode render melhor quando for exigido é se comportar com ganancia, agir como mercenário.

Depois não venham para a imprensa reclamar das vaias e xingamentos da torcida, porque ninguém é idiota.

#FicaDica

SAV
RODRIGO

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Prisma

23/04/2013 12h25
Rodrigo Sibut Vieira

Estamos todos conversando, ainda tentando entender o que se passa com o Coritiba, nessa nossa visão de torcedor, do lado de cá, do lado de fora. A verdade real, penso que só eles lá é que sabem, o que é óbvio, mas muitas vezes desconsiderado.

Eu entendo o porque desabafamos e como torcedores começamos a xingar, a cobrar, a pedir uma melhor postura em campo. E concordo com o desabafo.

Agora sair disso e ficar tentando adivinhar com intuito em polemizar, porque sempre tem um amigo de um amigo que é conhecido de um conselheiro ou ainda, que tem um parente que trabalha na comissão técnica, sobre o que acontece com Marquinhos Santos, Lincoln, JrUrso, Chico, Ximenes, Alex, Vilson, ou ainda alimentar uma conversa ao falar que os salários estão atrasados, que o time está fazendo corpo mole porque o Lincoln tem o mesmo salário do Alex, que o mesmo Lincoln acertou o companheiro de clube no treino porque temia ficar de fora pela disputa de posição é uma irresponsabilidade de quem aceita e ouve tudo sem ao menos examinar sobre a veracidade dos fatos, além de ser um exercício de futurologia sem saber na verdade qual futuro é o certo.

Uma coisa é buscar entender, a outra é de acordo com a nossa visão afirmar e dizer que estão fazendo algo.

O futebol no Brasil está contaminado, todos sabemos. Assim como o Brasil que cresce, mesmo cheio de problemas, o esporte também passa pela mesma situação e, mesmo que pareça crescer numa situação forçada, esse é o futebol moderno.

E é nesse futebol moderno que aparecem algumas pessoas, como por exemplo, o Ximenes.

Certo ou errado, ele é presente no Coritiba desde 2009, tendo sido protagonista juntamente com Vialle em um caso polêmico, ao meu ver de características muito mais políticas. Mesmo assim permaneceu, em 2010 quando poderia ter saído, dando mostras em ter assumido um compromisso com o então presidente, Vilson.

Certo ou errado, Ximenes está lá e tem a confiança e o respaldo do presidente.

Certo ou errado, entendo que é baseado no futebol moderno que esse modelo implementado atualmente é o que vem trazendo resultados para o Coritiba.

Certo ou errado, é isso que acontece e assim permanece.

O fruto desse compromisso? Veja o Coritiba de hoje, principalmente pela estrutura sócio-esportiva em que se encontra, tudo construído com um planejamento, com um projeto e com uma grande parcela da torcida e sua crença no Coritiba.

Ah sim! Não me pergunte a que custo, porque praticamente tudo tem um custo, que acredito que está de acordo com o risco que cada atividade oferece.

Portanto lutamos todos como Coritiba, o maior time do estado do Paraná, para aparecer frente a times do eixo e por isso, somos respeitados sim, principalmente pelos últimos resultados apresentados a nível nacional.

Somos o primeiro time com direito de disputar as finais do PR2013 com o luxo dado pelas circunstâncias, de poder até escolher com quem jogar a final. Vale lembrar que isso já aconteceu antes, mais precisamente no vôlei masculino.

Somos soberanos no estado e as finais do PR2013 vão provar isso. É isso que eu já falei e é nisso que eu acredito.

Certa ou errada, é essa a realidade do Coritiba. Somos hoje o Coritiba de Ximenes, Vilson, Marquinhos Santos, Escudero, Deivid, Jr Urso, Lincoln, Eltinho, Dênis, Alex, William, Émerson, Rafinha, Primão, Patrick, Pereira, Keirrison, Éverton Costa, Bonfim, Leandro Almeida, Vanderlei, etc.

É para o Coritiba que eu torço e é com ele que vou até o fim.

Dentro do exposto, estou míope?

SAV
RODRIGO

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Constatações

15/04/2013 12h47
Rodrigo Sibut Vieira

À medida que passam as rodadas o Coritiba vem jogando com mais atletas da sua categoria de base.

Há três rodadas o Eltinho não joga, sendo que há duas quem atua na lateral esquerda é o Patric.

Marquinhos Santos, mesmo sem ter repetido o time desde a segunda rodada do primeiro turno, mostra que conhece onde cada atleta pode e não pode atuar em campo.

Grande parte da cornetagem vai ter que engolir a goleada aplicada na derradeira partida contra o Rio Branco e ainda ver que o Alex é artilheiro do campeonato.

Outra parte assiste o futebol organizado do Coritiba, fruto do trabalho de Marquinhos Santos, de Tcheco e comissão técnica.

Mostra ainda que é desnecessário o Coritiba praticar a concentração antes dos jogos a serem realizados no Couto.

A melhora de desempenho do time também está relacionada às ausências de Luccas Claro e Lincoln.

Coritiba 13x0 Rio Branco



Façam suas apostas

Se você acredita que o Coritiba ainda pode ser campeão do segundo turno e consequentemente, campeão estadual 2013, qual a fórmula para isso acontecer?

Caso contrário, quem você vê que vem a disputar com o Coritiba a final do Campeonato Paranaense? Londrina ou A.Paranaense?

Minha opinião: Ainda dá para ser campeão do estado sem a necessidade de disputar a final.

SAV
RODRIGO

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