18/05/2010 01h31 - Cássio Salgado - Comente esse post

Não me incomodei nenhum um pouco em ver várias pessoas de vermelho (e preto) na Arena de Joinville na última sexta-feira.
E acho que ninguém se incomodou! Ao menos não deixou transparecer.
Além da camisa do JEC, vi várias camisas de outras equipes por lá, e na conversa com torcedores catarinenses, todos eles me disseram que se ganhassem uma camisa do Coxa usariam fácil.
Os Catarinenses foram receptivos e podem ser mais. Só precisamos melhorar o alto preço dos ingressos para angariar mais torcedores.
Se não me engano, os torcedores do JEC pagam 10 reais para ver o Joinville jogar na série D. Porque pagariam 50 reais para ver o Coritiba?
Agora com mais jogos na terça-feira, a mobilização Coxa-branca será muito menor e corremos o risco de jogar para menos de 500 pessoas.
Ingresso a 10 pila em Joinville já!!
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21/04/2010 19h56 - Cássio Salgado - Comente esse post

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21/04/2010 11h50 - Cássio Salgado - Comente esse post
Nada como ganhar do Atlético! Confesso pra você que já não existe o mesmo sentimento que sentia quando ganhávamos deles antigamente.
Sei lá! Hoje está tão fácil ganhar deles. O jogo decisivo por exemplo, foi mais fácil do que o jogo contra o Paraná, até mais fácil do que contra o Jotinha, ou melhor, timãozinho.
Faz tempo que o time lá de baixo não é páreo para o Alviverde, mas mesmo assim, eles estão na primeira divisão e nós na segunda.
Porque?
Respondo: Sorte e competência nas partidas decisivas.
O Coritiba, tem, e faz tempo que tem, uma equipe muito superior a do Atlético. Isso todo mundo vê e até os atleticanos falam.
No ano passado perdemos o título paranaense porque vacilamos demais. Este ano sem vacilos, ganhamos fácil.
No ano passado, com uma equipe extremamente superior, caímos para a segundona enquanto eles permaneceram na elite por mais um ano. E digo mais, eles não vai cair este ano apesar do fraca equipe. Eles sempre arranjam um jeito, mandam embora técnico, afastam jogadores e no final escapam.
E o Coxa sobe! Sobe fácil! Como o capitão Jeci falou, Coritiba é o time a ser batido.
Não porque é a equipe com mais tradição no campeonato, mas porque se planejou muito após a tragédia do dia 6 de dezembro.
O Coritiba manteve o técnico, manteve a base do elenco, e tem tudo para fazer um excelente campeonato da série B.
Não teremos torcida como antes, graças aos jogos em Joinville e aos extravagantes preços de ingresso, mas teremos uma equipe bem montada, com bons e profissionais jogadores que irão fazer a diferença.
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25/03/2010 23h48 - Cássio Salgado - Comente esse post
Pelo menos neste campeonato Paranaense, onde o nível todos sabem que não é dos melhores, nós Coxas-brancas temos um grande motivo para ir ao Couto Pereira: Ariel!!
Ele é um show à parte! E contra o Paraná não foi diferente!
O Argentino começou no banco, e não via a hora de entrar. No segundo tempo, cada vez que o auxiliar corria para chamar um novo atleta para a substituição ele dizia. - YO! - Apontando o dedo para ele mesmo!
E não era ele, era Lucas Mendes, era Thiago Leal.
Ariel chegou a parar de se aquecer indignado que estava! O preparador físico foi lá falar com ele, para ele voltar a correr. E ele nada! Até que a torcida começou a gritar o nome do ídolo. Ariel começou novamente o aquecimento, mais um tempo e foi chamado, a torcida enlouqueceu, gritou mais ainda o nome do ídolo.
Entrou, fez falta, fez show! Caiu com a mão na cara, fez falta no defensor, reclamou, dominou errado, reclamou, fez falta, reclamou e ... fez o gol da vitória do Verdão.
Ariel, um argentino, um ídolo, um show à parte!
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21/02/2010 16h20 - Cássio Salgado - Comente esse post
Após a difícil separação, ilustradas abaixo pelos personagens Coutinho e Pereira (Tirinhas de 2005), finalmente temos de volta a nossa casa.


Mesmo que provisoria (já que pelo Brasileiro teremos que amargar por enquanto 30 jogos longe da nossa casa), a volta ao Couto Pereira é muito importante , principalmente se o Coritiba manter a 1a colocação nesta fase.
Importante porque o Coxa deixará de ter prejuízos e irá começar a receber, mesmo que pouco, recursos para tentar colocar em ordem o seu orçamento.
Com a queda inesperada para a série B, agora o orçamento é extremamente limitado, e a diretoria resolveu buscar recursos na sua torcida, aumentando o preço do ingresso e das mensalidades de sócios.
A torcida do Coxa, que esta com muitas saudades do Couto, vai demonstrar no próximo dia 28, contra o Nacional, se aceitou este expressivo e exagerado aumento.
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07/01/2010 23h43 - Cássio Salgado - Comente esse post
QUANTO MAIS A GENTE AMA, MAIS A GENTE SOFRE!

Este foi o título da tirinha dos sócios, feita em 2005, na época um aumento de 30% nos valores.
Desta vez o aumento foi ainda maior. Aprovado pelos conselheiros numa reunião feita antes do Coritiba cair. (14 votos a favor e 13 votos contra)
Mesmo o Coritiba não caindo, o aumento seria muito alto. Com o Coritiba na 2a divisão e com expectativa de pelo menos 10 jogos longe do Couto Pereira, o valor se tornou inaceitável.
Esperamos o mais rápido possível que esta revisão seja feita, para não perdermos mais sócios e renda para o ano tão duro que iremos enfrentar.
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26/11/2009 11h13 - Cássio Salgado - Comente esse post
“Desde 1909 não lembro de ver um desempenho tão pífio do Coritiba em uma partida de futebol pelo campeonato Brasileiro.”, disse Vô Coxa para mim após a vergonhosa derrota frente ao Santos na Vila Belmiro.
Eu respondi: “É mentira! O Coritiba infelizmente nos apronta, às vezes, umas dessas jornadas para esquecer.”
Desmenti o Vô Coxa lembrando do vexame frente ao já rebaixado Gama, no campeonato de 2002, onde uma simples vitória nos levaria as quartas de finais deste campeonato. (4 a 0 para um time já rebaixado não foi fácil de assimilar)
Mas o Coritiba, também nos apronta vitórias inesperadas, que faz renascer o nosso já grande orgulho de ser Coxa-Branca. Vitórias daquelas que ninguém acreditava e que colocou o Coritiba no seleto grupo das melhores equipes do Brasil.
Não vou citar nenhum exemplo, porque lembrei de várias vitórias deste tipo aqui. (Vitórias deste tipo são bem mais fáceis de lembrar do que os vexames)
Após o jogo contra o Santos, muitos deixaram de acreditar no Alviverde, e temem pelo pior.
Contra o Cruzeiro, prefiro acreditar que o Coritiba nos trará uma grande vitória, um triunfo daqueles que nos fará esquecer do vexame contra o Santos, e o melhor, que fará nos manter na 1ª divisão neste tão especial ano.
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24/10/2009 22h28 - Cássio Salgado - Comente esse post

Não é sobre o Boca não. Vamos falar sobre o nosso maior rival no estado, o Clube Atlético Paranaense.
Eu, assim como o Vô Coxa, não gosto muito de falar sobre o Atlético.

Olhando os números, não dá nem graça. O Coritiba é soberano frente o Atlético nos clássicos regionais, disparado em número de vitórias e em números de gols. Bem, é disparado em tudo não é? Dá até pena, mas o foco não é este.

Neste domingo, teremos um importante clássico para as pretensões do Coritiba neste campeonato Brasileiro.
Uma vitória nos trará de volta a confiança perdida diante do Barueri, e quem sabe não damos uma arrancada já que os próximos jogos também são contra rubro-negros, cores que estamos acostumados a ganhar.
Um empate ou uma derrota nos trará de volta a água no pescoço, e uma enorme pressão nos próximos jogos, sabendo que qualquer novo vacilo pode ser fatal.
Vamos vamos meu Verdão!!! Vamos em busca da vitória!
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13/10/2009 16h04 - Cássio Salgado - Comente esse post
Coluna de Giovani Zilli do site da Turma do Vô Coxa
Esta é uma estória longa de uma longa história. Trata dos sonhos, as ansiedades e das vidas humanas. O leitor deve se perguntar, então, o que isso tem a ver com o Coritiba? A resposta é simples: - fala de apaixonados Coritibanos.
Vinte anos atrás, ano de 1989, rua Raul Joaquim Quadros Gomes, n. 57, Condomínio Horizontal Costa Brava, bairro Tarumã, Curitiba, Paraná. Lá viviam crianças saudáveis e de bom nível econômico que tinham, dentre várias qualidades individuais, um amor único, comum, o Coritiba Foot Ball Club.
Vinte e sete de agosto, domingo, seis horas da manhã, e eu me debatia na cama, pois não conseguira dormir um minuto se quer aquela noite. Contava naquela época com um pouco mais de 13 anos de idade. Estava demasiadamente ansioso, do mesmo modo como havia estado em outras duas ou três madrugadas das semanas que antecederam aquela longa e interminável noite.
Lembro-me como se fosse hoje do momento em que levantei, rapidamente troquei de roupa, coloquei minha única e surrada camiseta do Coxa e saí para a rua, no intuito de comprar o jornal. Na cabeça uma idéia fixa, a de saber notícias sobre o jogo de logo mais, no estádio Couto Pereira. Seria a primeira vez que eu estaria no estádio acompanhando aquele clube que vi campeão brasileiro pela televisão ser campeão na minha presença. Quanta felicidade!
Saio de casa e vejo meu grande e inseparável amigo, José Ângelo Proença Zoldan, popularmente conhecido como Zézão. Este nem mesmo conseguia disfarçar a angústia que se encontrava. Seus olhos, que já eram fundos, estavam sumidos na escura e densa olheira que se formava no entorno. Pelo visto aquela noite não tinha sido ruim apenas para mim!
Na Av. Victor Ferreira do Amaral, onde havia uma padaria, compramos o jornal. No caminho de volta conversávamos sobre a fogueteira que havíamos encomendado com um garoto baloeiro, que morava na nossa rua, uma quadra abaixo. Não me recordo seu nome completo, mas lembro-me que o chamávamos de Marcelo Baloeiro. Ao passar pela casa dele, quanta alegria, a fogueteira estava pronta, exatamente da forma que havíamos combinado. Lembro-me de quantas migalhas juntamos durante semanas, nos preparando para comprar a matéria prima que formaria o instrumento de comemoração do grande título estadual.
E quão barulhentos foram aqueles foguetes!!!
Naquele ano nosso estimado Coritiba estava completando redondos 80 anos. E nós éramos os campeões paranaenses, detentores de um time magnífico, vibrante, que nos levaria facilmente ao nosso segundo título nacional.
Quantos planos, quantos sonhos!
Éramos uma turma de garotos unida pela paixão maior, a Santa Bola. Respirávamos futebol, vivíamos para jogar futebol. Ao meio dia chegávamos da escola, almoçávamos, e lá estávamos nós, uns oito garotos, comprometidos com nosso maior vício, a pelada nossa de cada dia (que nunca costumava terminar antes de se escurecer tanto que não se pudesse mais enxergar a pelota – a qual era feita de qualquer coisa).
Claro que dentre nossos amigos havia alguns sofredores atleticanos, os quais eram motivo diário de chacotas, já que seu fabuloso time não contava com um terço de torcida que tínhamos, que jogava no famigerado estádio da Federação, que não era campeão brasileiro e que nunca almejaria sê-lo. Coitados, como sofriam, como era miserável as suas existências!
A paixão pelo futebol unia garotos, amigos inseparáveis, que só se dividiam às vezes, quando algum dos poucos atleticanos vinha arrotando a sua costumeira arrogância (calcule, eles eram piores antes de terem o que têm hoje). Mas nos adorávamos mesmo assim. Jogávamos futebol na rua, na pracinha da Av. Nossa Senhora da Luz, nos portões das casas em frente ao nosso condomínio, na rua de baixo, no pátio do condomínio, no ponto de parada da lenta e demorada linha de ônibus Itupava/Hospital Militar.
Outros pontos marcantes daquela paixão eram as confusões que nos envolvíamos por causa de bola. Acabávamos quebrando freqüentemente o ponto de ônibus, amassando carros, quebrando vidros, brigando com moleques de outras ruas, nas violentas pelejas que fazíamos, em nome da rivalidade local. Também amassávamos os portões dos vizinhos da frente, tanto que a bola batia naquele gol improvisado.
Aliás, personagens inesquecíveis saíram das peladas diante dos portões alheios. Um deles está no fato de que o nosso portão predileto era o portão de um sisudo e mal humorado advogado, o Dr. Túlio. O Dr. Tulete, como carinhosamente fora apelidado, era uma figura ímpar, pois, além de odiar a molecada da rua, era o único cidadão que eu conhecia que era fanático torcedor do Colorado. No mais, este enchia a boca para falar que era procurador do Tribunal de Justiça Desportiva, fato que nos impunha ao menos um pouco de respeito pelo dito senhor. Da nossa ingenuidade não tínhamos a menor idéia de como eram (são) xingados ditos procuradores. Coitado do Dr. Tulete.
No outro portão, também bastante utilizado para a prática de nosso hobbie, uma família que acabava de se mudar para aquela localidade. Ao menor sinal de não haver alguém em casa pronto, lá estávamos nós. Tratava-se da família Salgado. Após, passados poucos meses, os dois garotos daquela casa já estavam ligados à peleja diária, jogando bola no seu próprio portão (mesmo que diante do sério risco que isso envolvia, de se ver a Tia Neuza gritando com a garotada).
Lembro-me de inúmeras vezes, quando ficávamos sentados nos bancos que havia dentro do nosso condomínio. Conversávamos até tarde da noite, quando os pais já não aguentavam mais chamar e vinham pessoalmente buscar os garotos. Falávamos horas e horas sobre futebol. E nessas conversas, naquele magnífico ano de 1989, é que surgiram várias conversas sobre o nosso centenário; conversas, estas, que acarretaram na presente narração.
Eu e o inseparável Zézão, assim como por vezes com outros amigos, como o Henrique Abad Balid, Marcelo Passos Brustolin, o Ênio Salgado; às vezes os garotos das ruas de baixo, como o Marcelo Baloeiro, o Marcelo Pão Com Ovo, tratávamos de assuntos relacionados com a grandiosidade do nosso amado Clube, o Coxa. O Coritiba era o nosso Deus, nosso motivo de viver, nossa maior paixão.
Nos assuntos relacionados ao Coritiba e aos seus 80 anos surgiram muitas conversas em relação ao tão esperado centenário. Nunca me esqueço do dia que eu falei essas palavras ao Zéo: “Eu terei 32 anos de idade, quase 33”; “quantos títulos nacionais nós teremos?”; “o que será que estaremos fazendo da vida quando chegar o centenário?”. Por vezes aquilo me parecia tão longínquo que eu até mesmo chegava a duvidar que estaria vivo. E pensava: “como eu estarei velho quando chegar o nosso centenário”.
1989 acabou sendo um ano para se esquecer. Eu e o Zé, na reta inferior da Mauá, presenciamos de perto a invasão pelo tapume de construção do fosso, a agressão ao ídolo Rafael e a nossa queda para a segundona. Quanto assunto havia para as rodas de discussão futebolística! Lembro-se de alguém dizendo que se pudesse espancaria aquele tal de Ricardo Teixeira (já tínhamos noção das coisas, apesar da pouca idade).
Passa o tempo. Cabeçada do Berg. Queda para terceira divisão. O surgimento de uma potência (nos parecia intransponível). Vice-campeonatos estaduais. Toninho Cajuru e sua cabeçada aos 46 do segundo tempo. O retorno de um sonho. A roubalheira em Campinas. O atletiba de páscoa. 1995, a volta.
Durante esse tempo, em que se passaram os anos, as rotinas diárias continuavam as mesmas. Molecada, bola e COXA. Nada abalava o sonho, nada destruía a grandiosidade daquele Clube (o melhor do mundo). Tínhamos uma carteirinha mágica, que a FPF fornecia aos menores de 16 anos. Íamos a todos os jogos, absolutamente todos. O Zé, diga-se de passagem, tornou-se uma celebridade local, por ter sido um dos gatos pingados que formou um dos menores públicos (ou o menor, não sei) da estória do Couto Pereira, num jogo do Pinheiros contra o Matsubara. Idolatrada carteirinha! O futebol ao alcance das mãos.
Alguns dos amigos foram se mudando. No final de 1995 a vida me separou dos amigos e do Coritiba. Havia ido morar em Santa Catarina, onde fiquei até 2002. Vinha às vezes a Curitiba e sempre que aqui estava não perdia a oportunidade de estar no estádio. Como na final do paranaense de 1999. Dez anos sem títulos. Um grande alívio. Mas os amigos já não estavam mais comigo. Estava sempre sozinho nos jogos do meu glorioso Coritiba, assim como sozinho estava quando perdemos um jogo de 4x0 para o Cruzeiro, dando certeza da queda, em 2005 (quantas lágrimas me correram o rosto naquele momento).
Vinte anos passados e aqueles sonhos se renovam a cada dia. Para as perguntas já existem respostas. Não fomos campões brasileiros de lá para cá, assim como ganhamos apenas mais quatro campeonatos paranaenses. Mas e daí? Podemos sonhar com os próximos 20 anos, contando com a certeza que seremos, sim, campeões. Mas se não formos? Não tem importância, como não teve importância no decorrer dos últimos vinte anos, já que não deixamos de sermos adoradores desse Clube.
Hoje estamos todos separados, pois a vida fez com que cada qual tomasse seu rumo, seguisse sua vida da forma que cada um escolheu para si. Não vejo com freqüência meus antigos amigos, não converso sobre futebol com aquelas maravilhosas pessoas.
Desses citados amigos todos nós somos sócios do Coritiba, todos nós somos extremamente ligados a esse Clube. Eu e o Cássio somos sócios das inferiores e membros do Conselho Deliberativo, o Zé é sócio da arquibancada, o Ênio, o Marcelo e o Rique, sócios das cadeiras superiores. A vida pode ter nos afastado, mas jamais afastará o Coritiba de nossas vidas, pois ele faz parte de nós, está em nós, assim como já está em nossas famílias, esposas e filhos, que nos acompanham ao estádio e lá vibram como nós. E, mais, nosso amigo Cássio formou este site sobre o Coritiba (www.vocoxa.com.br) onde publica os sensacionais quadrinhos que faz sobre o Coritiba (fotos do Ênio e colunas do Zé).
Na vida somos todos diferentes. No amor somos iguais, pois trazemos da infância uma paixão que jamais esfria, um amor que jamais se deixa abalar.
Não tenho como narrar 100 anos do nosso amado Coritiba, mas certamente posso falar sobre 20 anos desse clube. 20 anos da minha vida, a qual sinto se confundir com esses últimos 20 anos de Coritiba, já que esse amor é incondicional, como amor o fraternal, o qual sinto que perdurará para todo o sempre, por toda a minha vida.
Obrigado, Coritiba.
Parabéns, querido Vovô!
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06/10/2009 22h43 - Cássio Salgado - Comente esse post
Eu já vi grandes torcidas nesta vida, mas nenhuma delas é capaz de me emocionar como a maravilhosa torcida do Coxa!

Esta tira foi feita na época da 2ª divisão, quando a torcida lotava o Couto Pereira para levar o time para a 1ª divisão.
Mas a cada dia a torcida do Coritiba se supera ainda mais. Cada vez com uma novidade que posteriormente é imitada pelos adversários.
Green Hell é a prova disso. A torcida do Atlético tentou imitar, e agora a torcida do Avaí fez uma bonita festa.
Nada que se compare ao Inferno Verde feito no jogo contra o Corinthians.
Todo Coxa-branca, sentem hoje no fundo do peito um enorme orgulho de seu time e torcida.
Segue abaixo mais uma tirinha sobre a nossa torcida, que é sempre lembrada pelos cartuns da Turma do Vô Coxa.

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