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COXAnautas

Opinião, Polêmica e Conspiração

Domingo completo

14/05/2012 15h03
Rodrigo Sibut Vieira

Desde 1932 o segundo domingo de maio é data oficial para comemoramos no Brasil o dia das mães.

Datas em um calendário marcam compromissos.

Compromisso abrange reuniões, tarefas, entregas de fases de projeto, jantares, almoços, festas, nascimentos, desencarnes, maternidades, crematórios.

Quando assumimos um compromisso, com ele assumimos uma responsabilidade.

A responsabilidade da mãe ao mesmo tempo que é complexa, logo é convertida para a simplicidade pelo sentimento do amor.

Amor de mãe não se esquece. É amor que fica.

E amor que fica é saudade.

Saudade, o amor que fica, é o que sinto de todos os momentos que tive ao lado da minha mãe, desencarnada em 23 de outubro de 2008.

Sou torcedor do Coritiba por influência dela.

Ontem celebramos, ela "lá" e eu aqui, o dia das mães e a conquista de mais um campeonato do Coritiba e, em meio ao foguetório pensei: "Esse título é pra você mãe! FELIZ DIA DAS MÃES!!!"




Ao trilar o apito, Adriano Milczvski sentenciou a decisão para a cobrança de pênaltis.

Ao divulgar a lista dos batedores - Lincoln, Roberto, Júnior Urso, Éverton Costa e Éverton Ribeiro - muitos dos presentes, ouvintes e ausentes começaram a somatizar o sentimento de contrariedade ao técnico, obrigando assim o corpo a transformar essa contrariedade em uma úlcera nervosa.

Dessa lista, o mais antigo é Éverton Ribeiro que ao reencontrar seu futebol esse ano, demonstrou qualidade, principalmente pela situação a que fora colocado.

Era o último da lista a bater o pênalti.
Compromisso. Responsabilidade.

TRICAMPEONATO.

E em meio ao foguetório pensei: "Esse título é pra você mãe! FELIZ DIA DAS MÃES!!!"




Pelo compromisso e responsabilidade assumidos, meus agradecimentos se estendem ao presidente Vilson Ribeiro de Andrade, ao superintendente de futebol Felipe Ximenes e ao técnico Marcelo Oliveira.

Não fossem o profissionalismo, a seriedade, a competência e principalmente a paciência, não estaríamos com o mesmo resultado hoje.




Relembrando...

Há pouco mais de um ano escrevi sobre uma teoria que ainda circula na internet, a respeito da manipulação midiática com autoria atribuída a Noam Chomsky.

São 10 estratégias que quando aplicadas resultam na manipulação de massas.

O conteúdo foi dividido em 5 partes.

- Primeira parte;
- Segunda parte;
- Terceira parte;
- Quarta parte;
- Quinta parte;

O assunto é demais de interessante, principalmente depois de vermos:
- O recurso da FPF que forçava o Coritiba a emprestar seu estádio;
- O acerto para que os atleTIBAS fosse feitos com torcida única;
- As reclamações em torno da arbitragem;

SAV
Rodrigo

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Cautela

10/05/2012 15h58
Rodrigo Sibut Vieira

Como era esperado para essa semana, foram várias as tentativas de se colocar o Coritiba como franco favorito para o clássico de domingo por alguns canais da imprensa.

O Coritiba essa semana, ao meu ver, teve somente uma vantagem: ter a semana livre para treinos.

Porque no restante está equiparado ao adversário.

Fosse por pontos corridos, como é o brasileirão, estaríamos já de ressaca.

Agora deve disputar o título estadual sem a possível presença de jogadores como Rafinha, Willian e Éverton Costa.

Mesmo que estejam ou venham a ser liberados pelo DM para jogar, prefiro que assim continue.

O técnico já sabe o time que vai jogar no domingo e não acredito que deva sair de sua característica conservadora para promover o retorno dos atletas supra citados.

A não ser que queira surpreender.

Surpreender o adversário e a torcida.

Já dizia o caipira: "Cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém".




Adriano Milczvski arbitrará seu primeiro clássico dentro das quatro linhas, já que atuou como quarto árbitro no atleTIBA do returno, com torcida única.

Por aparecer em uma foto dentro do Joaquim Américo, gerou certa polêmica, mas seu histórico é favorável. Ele será muito bem auxiliado por Roberto Braatz (FIFA) e Bruno Boschilia.

SAV RODRIGO

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O torcedor brasileiro virou um chato

09/05/2012 16h07
Rodrigo Sibut Vieira

O texto abaixo me foi enviado pelo amigo e torcedor do Coxa, Dalmo Louzada.

É um texto escrito no blog FUTEQUIM por Emiliano Tolivia e vale a reflexão, podendo ser aplicada a qualquer momento.

Boa leitura!!

O torcedor brasileiro virou um chato
- Eu pago meu ingresso, tenho o direito de vaiar – decreta um amigo no Bar do Peixoto, na porta do Engenhão.

É verdade, pelas leis do consumidor, de fato tem. O "problema" é que o velho esporte bretão não é teatro nem cinema, por mais que esteja em curso a elitização dos estádios, a implementação do futebol moderno. Uma torcida sempre foi mais comunismo do que capitalismo, mais Marx e menos Adam Smith, sempre foi aquela catarse de pessoas de todas as classes unidas, em uníssono, empurrando seu time para a vitória independentemente das condições da arquibancada, do conforto, da alimentação, da segurança, do tempo.

É claro que o mundo mudou, a modernização das arenas é necessária, mas estamos virando comedores de cachorro-quente, reclamões, cheios de direitos sagrados porque adquirimos nosso bilhete. Uns torcedores de beisebol. Não podemos ser gado, mas também não devemos – porém, estamos – perdendo a essência da brincadeira. Eu quero mais Maracanã e menos Camp Nou.

Os estádios costumam ter espaço para todos os tipos de fãs. Cadeiras para torcedores calmos e áreas para as pessoas que preferem ficar em pé. O problema é quando o sujeito evoca seu sagrado status de consumidor de ópera para ficar no meio da bagunça e pedir "senta aí, abaixa a bandeira". O futebol não é um mundo à parte, onde tudo é permitido, mas certamente tem as suas particularidades – e que ninguém que vai a um jogo diga que nunca foi apresentado a elas.

Eu não sei se é porque o Brasil está finalmente entrando no rol das maiores economias do mundo, mas coincidentemente – ou não – estamos nos aproximando destes países em frieza na hora de empurrar o clube que, teoricamente, amamos. Sempre achei as torcidas brasileiras um passo atrás das demais sul-americanas, como as argentinas e uruguaias. Pois agora ficamos quase uma maratona para trás, de tantos passos de curupira que demos. Levamos baile de chilenos, equatorianos, peruanos, colombianos… Se procurar lá no Suriname, certeza que são melhores. Logo nós, que pretensamente enchemos a boca para dizer que não há torcida como a brasileira. Tem sim. A espanhola, a suíça, a dinamarquesa…

O exemplo – negativo – da semana aconteceu no jogo do Vasco. O time ganhou do Lanús e mesmo assim os vascaínos estavam mais preocupados, durante todo o segundo tempo, em vaiar o técnico Cristóvão Borges. Ok, concordo que não dá para trocar Felipe por Fellipe Bastos, mas passar 45 minutos apupando é enervar e atrapalhar seu próprio clube. É jogar contra, sim. Sem contar que foram apenas 13 mil pagantes em uma oitava de final de Libertadores…

- Ah, amigo, não aguenta pressão, não joga em time grande.

Os jogadores vão continuar no clube, ganharão seu salário normalmente. Mesmo que sejam eliminados da competição. E aí? É para isso que o sujeito sai de casa, pega condução ruim, passa aperto, paga ingresso? Para atrapalhar seu próprio time?

Cada vez mais vejo amigos incomodados com suas próprias torcidas. A do Fla, grande como é, tem apoiado em poucos momentos. Na do Flu, percebo muita gente reclamando e até vendo como antipática a postura de um grupo que apoia incondicionalmente durante os 90 minutos. São tratados como alienados. O mais curioso é que, na Bombonera, vi vários tricolores, que claramente são corneteiros, boquiabertos com a cantoria dos xeneizes mesmo após a derrota. "Olha lá, impressionante, os caras apoiam na derrota, sabem torcer". Por que não faz o mesmo aqui? Basta repetir. Mas não, o melhor é vaiar, fazer piada da própria desgraça e achar que o gramado do vizinho é sempre mais verde.

A Argentina é um exemplo positivo. A começar pela seleção. Lá, o povo ainda torce por ela, um jogo no Monumental é pedreira, há cantos de futebol. Já experimentou ir a uma partida da Seleção Brasileira? É torcida de vôlei, é outro clima. Até mais familiar, diga-se. Mas não é futebol. Eu senti profunda vergonha na Copa da Alemanha. Havia muitos brasileiros, mas o máximo que se ouvia era o detestável "Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor". Música, aliás, copiada de uma versão hermana (!) para uma propaganda de chinelo (!!!).

Outra característica interessante dos argentinos é torcer por clubes menores, de bairro, e não só para os gigantes. Sem essa de dois times, de sou Flamengo e Bahia, Fluminense e Serra, Vasco e Ceará. Qualquer jogo de time pequeno, da segunda ou terceira divisão, tem dois, três, quatro mil pessoas, com bateria, barras, bandeiras e músicas próprias. Basta pesquisar. Platense, Chacarita, Nueva Chicago, Morón… Aqui no Rio, o América não consegue mais jogar para 300 pagantes. Em algum momento nos últimos anos, o brasileiro foi deixando pelo caminho a essência da palavra torcer. O sujeito parece muito mais preocupado em ir ao estádio para extravasar suas próprias frustrações do que para apoiar. O brasileiro está deixando de ser torcedor para ser um comemorador. Ele não faz mais parte do processo, apenas do fim – quando lhe é conveniente. O torcedor brasileiro virou um chato, um mala, um ranzinza.

- Que é isso, rapaz, aqui é o país do futebol – rebate meu amigo, com certo deboche.

Já foi mais. Estamos ficando tão familiarizados com a cultura americana que adotamos de vez a odiosa dualidade dos winners e losers. Queremos estar do lado vencedor – claro – mas sem gastar uma gota de suor, um pouquinho das nossas cordas vocais. O brasileiro gosta do seu clube, quer vê-lo vencer, mas o deixa de lado se ele perder, some dos estádios e vai ao cinema. Hoje, quem gosta de futebol é o argentino, o chileno, o uruguaio. O brasileiro gosta é de ganhar.


SAV
RODRIGO

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Repercussão

07/05/2012 16h31
Rodrigo Sibut Vieira

Toda essa discussão em torno do clássico ainda se dá por conta da incompetência.

Se tivéssemos ganho os dois turnos, a exemplo do ano passado, nada disso aconteceria.

Pelo contrário, estaríamos em festa há mais tempo.

Por isso entendo que o objetivo da FPF e de seus "ajudantes" era desestabilizar o Coritiba.

Os "ajudantes" começaram quando atrapalharam a negociação do Pinheirão e ali se revelaram.

Só que esqueceram com quem estavam lidando no outro lado.

Vilson Ribeiro de Andrade, o presidente do Coritiba.

Conhecido pela seriedade no mundo corporativo, deu mostras que com esse tipo de assunto, não se brinca.

E desde que ele assumiu de fato, com o Coritiba não se brinca mais.

Nem fora, nem dentro da instituição.




Fomos levados ao STJD numa ação histórica em que a FPF agiu contra um filiado, o Coritiba, para defender os interesses de outro, o A.Paranaense.

E mesmo com as negociações concluídas com o time tricolor, a ação foi mantida pela FPF e seus "ajudantes" no STJD.

Uma vergonha para o estado e também para o país.

Parte da instituição parece se redimir e como que numa peça teatral, age contra o seu provedor quando nega sumariamente a vinda de árbitros de fora do estado para conduzir o clássico atleTIBA.

Até porque seria um segundo tiro contra.

Imaginem se somássemos o possível e forçado desprestígio da FPF para com a arbitragem do estado com o caso supra citado.

Onde estaria a coerência ?




Por falar em arbitragem...

Perdeu? Empatou? Ganhou?

Ficou sem estádio?

Enganou seu eleitorado?

Choveu? Fez sol? Ventou?

Recuou o time? Avançou em demasia?

Foi multado?

Está sem dinheiro?

CAIU PARA A SEGUNDA DIVISÃO?

De quem é a culpa de tudo isso? Do árbitro!!




Por fim, quero agradecer a todos os jogadores oriundos no lado rubro negro e que depois, quando passaram para o lado alviverde, fizeram história.

Muito Obrigado Zé Roberto, Rafael Camarota, Heraldo, Roberto Costa, Tuta, Anderson Gomes, Marcos Aurélio, Anderson Aquino.

E Chico, que você continue a cumprir a belíssima história que é jogar e jogar bem, nos trazendo títulos e conquistas.

SAV RODRIGO
Twitter - @RodrigoVieira71
Rede COXA - RSVieira

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Vamos pra cima deles Verdão!!

22/04/2012 00h59
Rodrigo Sibut Vieira

 / Foto:


Hoje não vou me prolongar. Nem precisa!

Torcida única, tem que empurrar, tem que fazer valer a pena.

O canto na arquibancada não pode parar.

VAMOS, VAMOS MEU VERDÃO!
VAMOS NÃO PARE DE LUTAR!!

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S.W.O.T.

19/04/2012 13h05
Rodrigo Sibut Vieira

 / Foto: boradebike.blogspot.com



Uma ferramenta, usada principalmente como apoio para tomada de decisão, é conhecida por matriz S.W.O.T., cujo acrônimo corresponde a:
- Forças (Strengths);
- Fraquezas (Weaknesses);
- Oportunidade (Opportunities);
- Ameaças (Threats);

Essa matriz é utilizada nas empresas com o fim de trazer aos gestores as oportunidades e ameaças emergentes, bem como aperfeiçoar forças e reconhecer as fraquezas. As forças e fraquezas são tratadas como ambiente interno, a realidade atual da empresa, ao passo que as oportunidades e ameaças, o ambiente externo representam o futuro do mercado.

Tendo identificados os ambientes interno e externo, fica mais fácil definir as prioridades para atingir um determinado objetivo, quer dizer, ao saber o que ajuda e o que atrapalha, deve-se ainda manter sob olhar crítico, as ameaças.

A ideia principal é tirar o máximo de proveito das forças quando em conjunto com as oportunidades que aparecerem no mercado, mantendo controle nas possíveis ameaças, pois elas ditam o aparecimento de um serviço concorrente ou um novo produto no mercado.

Isto posto, trago o conceito para a realidade do Coritiba e abaixo seguem listados alguns itens pertencentes a cada variável da matriz, onde uma vez combinados, podem produzir resultados excelentes:

- Forças: Estrutura profissional, que possibilita aquisição de novos patrocinadores, bem como a entrada de novos sócios e o afastamento daquele conceito de empresa familiar, onde os sobrenomes comandavam; Imagem positiva no mercado, sendo clube de alta credibilidade pelas atitudes que tem tomado em relação ao cumprimento dos compromissos e respeito ético na transação de atletas; Estádio próprio e centro de treinamento, com clubes de outros países usando as instalações para pré-temporadas; Com mais de 1.2 milhões de torcedores a sua faixa entre 16 anos e 35 anos, representa 62% da massa de torcedores com alto poder aquisitivo (média de R$ 3.000,00 reais).

- Fraquezas: Estado financeiro que não permite ao clube gastos fora do planejamento, portanto, não contrate um jogador ou um novo técnico; Estatuto do clube ainda necessita de muitos ajustes, como por exemplo, o item que cita a espera em 6 meses consecutivos e inadimplentes para desligar um associado; Contribuição de sócios aliado exclusivamente ao resultado do campo o que inibe planejamento adequado a realidade para investimentos; Diferença absurda da cota de televisão que considera os grandes do eixo RJ e SP principalmente; Pouca exposição na mídia, principalmente pela cobertura da mídia paranaense voltada mais aos clubes de fora do que os próprios do nosso estado; Valores pagos de publicidade abaixo dos grandes clubes, incluindo a falta de comprometimento das empresas paranaense, com raras exceções.

- Oportunidades: Único time do estado na série A, uma boa hora para lançar alguns dos recursos da base no time profissional e também de usar e abusar do marketing, da imagem do Coritiba e de marcas como seu patrocinador esportivo, a Nike; Aproveitamento da base de sócios, considerando a faixa etária e a base de renda de R$ 3.000,00 reais; Melhoria das relações com os patrocinadores revendo preços e retorno aos mesmos, considerando o crescimento de todas as categorias do clube; Melhoria considerável da base nos últimos anos, sendo considerada por pesquisa recente como a 3ª. do Brasil; Retorno à serie A do campeonato brasileiro, possibilitando novos investidores; Aproveitamento com pequenos investimentos, junto ao Couto Pereira, possibilitando a inclusão de novas fontes de receitas.

- Ameaças: Ao lançar um recurso da base, ele podem “estourar” (jogar muito bem) e aí, corre-se o risco do clube ter que vendê-lo, ou simplesmente desligá-lo sem faturar, financeiramente falando, o que se projetava; Alto custo de investimentos no mercado de jogadores, com valores absurdos o que inviabiliza a contratação de grandes talentos, obrigando os clubes médios, a fazerem contratações pontuais; Riscos da lei Pelé que tirou o poder dos clubes em manter os seus grandes atletas, como por exemplo Marlus, Adriano, Rafinha, Keirrison, Henrique; Calendário desumano que obriga os clubes a jogarem em média 80 partidas por ano, gerando contusões e necessidade de manter enormes elencos para aguentar as competições; Empresários sem comprometimento com o projeto dos clubes, buscando apenas o retorno financeiro de seus investimentos. Vale lembrar que é evidente a existência de empresários sérios, porém ainda em minoria; Exigência da torcida acima dos limites financeiros dos clubes, o que leva os dirigentes na emoção investirem no que não podem pagar, gerando prejuízos enorme ao clube; Legislação Trabalhista extremamente rigorosa aos clubes gerando passivos impagáveis; Correntes políticas que pensam em seus interesses, esquecendo a grandeza da instituição e a sua importância.




Como torcedor do Coritiba, em muitas situações procuro entender o que se passa dentro de campo. Busco entender o comportamento de parte da torcida que ainda vaia, é impaciente e intolerante. Quando não é o jogador, é o técnico que erra. Se não é o técnico, é o depto de futebol. Seja uma jogada, uma escalação, um posicionamento dentro de campo ou até numa substituição, nada agrada.

Ao mesmo tempo, nesse quesito, fica o silêncio da diretoria que demonstra não se abater com isso, tampouco aparenta deixar passar tais demonstrações da torcida para dentro. E agindo assim, esta diretoria deixa o recado: nenhuma atitude que venha onerar, prejudicar o clube será tomada.

Certo ou errado nesta atitude, espero que essa matriz seja usada, até porque estamos ficando sem jogadores, principalmente pela quantidade de contusões, o que nos deixa automaticamente sem opções para o banco de reservas.

E NÃO! Não quero de volta nenhum desses: Bill, Léo Gago, Marcos Aurélio, Jéci, Leonardo, Davi.

SAV
RODRIGO

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O Chefe Mandou...

17/04/2012 11h01
Rodrigo Sibut Vieira

No primeiro turno, ficou claro que o pedido partiu por parte da presidência do time rubro negro, pedido esse que foi prontamente aceito pela PM, pois na época por conta do carnaval, tinha seu maior contingente destacado para as praias.

O Coritiba, através de seu presidente, deixou claro que somente aceitaria o pedido baseado numa condição: que FPF, PM e MP dessem a autorização para que o evento ocorresse.

Ouviu-se a PM e o MP, este que inclusive lançou a famosa frase: "Rasgamos o estatuto do torcedor autorizando um jogo nessa maneira".

E a FPF, para variar, não se pronunciou.

Você lembra da brincadeira de infância "O chefe mandou..."?

E do ditado: "Fingiu de morto pra pegar o coveiro" ?

O CHEFE MANDOU FINGIR DE MORTO.

Essa é a postura que a FPF tomou ao ser questionada sobre a possibilidade do clássico atleTIBA ser realizado com torcida única.

Tal postura reflete a presidência da entidade.

E qual foi a resposta? "Quem fez isso [torcida única] foi o Ministério Público, a federação não foi nem convocada para a reunião", comentou Amilton Stival, vice-presidente da entidade.

Quer dizer, numa hora em que se exige a importância do cargo, o presidente não aparece e larga a bomba no colo do seu vice.

Agora não pensem que vou cair nesse teatro.

A imprensa, de um lado, começou a jogar gasolina e já está com o fósforo aceso.

Quem quer ver o circo pegar fogo? Eu não.

Você que é da imprensa, meu amigo, sabe do que estou falando.

Eu quero ver jogo no campo e torcida fazendo festa.

Mesmo que ainda seja no circo.

Já comentei com meus amigos e familiares que quero o clássico com as duas torcidas no Couto.

O motivo é simples: clássico nunca pode ser chamado como tal, se efetuado com torcida única.

Quem não se lembra do jogo do primeiro turno?

Jogo com torcida única perde o brilho, o carisma, a tradição.

É pobre em tudo.

E já basta a pobreza da FPF para afundar a imagem e o futebol do estado.

Eu acredito no jogo com a presença das duas torcidas.

Eu quero de volta o clássico.

O maior do futebol paranaense.

EU QUERO O CLÁSSICO COM DUAS TORCIDAS.

Principalmente para poder gritar para o lado visitante: ÃO ÃO ÃO SEGUNDA DIVISÃO!!!

SAV
RODRIGO

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Mais sorte que juízo...

12/04/2012 10h59
Rodrigo Sibut Vieira

O jogo contra o ASA ontem, 11, além de ter sido a passagem para as oitavas-de-final da Copa do Brasil, foi marcado por uma peculiaridade: a entrada de Gil quando Willian se machucou, ainda no primeiro tempo.

Essa substituição foi marcada por uma onda de torcedores que costumeiramente assistem os jogos sempre situados atrás do banco de reservas do Coritiba.

Seja com o intuito de auxiliar e/ou cornetar.

Deve-se frisar que a substituição aconteceu antes da metade do primeiro tempo.

Ou seja, tinha muito jogo ainda pela frente.

William se machucou e seu substituto imediato era Junior Urso, afinal ele é primeiro volante de ofício.

Eis que os auxiliares e/ou corneteiros pediram por Gil ao invés de Junior Urso.

Marcelo Oliveira acatou.

E só o fez porque ele já jogou com o time outras vezes assim, com Jonas recuado e Gil, como ala.

Mas seria a primeira vez com a presença de Tcheco, Lincoln e Rafinha.

Com Roberto "comendo a grama", veio o pênalti.

DETALHE: O lance aconteceu quando faltavam apenas 10 minutos para encerrar a primeira etapa.

E com a conversão do lance em gol pelo aniversariante Tcheco, a retranca do adversário desmoronou.

Tanto que com 11 minutos depois, já nos descontos, Aquino fez o segundo.

Veio o segundo tempo e com ele, a arrumação dentro de campo.

Hora de sacar Roberto, destaque do primeiro tempo e colocar Junior Urso.

Com a marcação consertada, era a hora de atacar pelo outro lado.

Sai Lincoln. Entra Éverton Ribeiro.

Eis que surge: Tcheco, Rafinha, Éverton Ribeiro e Anderson Aquino.

Éverton Ribeiro, gol relâmpago.

Fora o baile, inclusive na solidez da defesa.

E foi assim que Marcelo Oliveira e seus auxiliares técnicos e/ou corneteiros tiveram mais sorte do que juízo.

O Coritiba de ontem numa palavra: CONTUNDENTE.

SAV RODRIGO

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Consciência

06/04/2012 15h58
Rodrigo Sibut Vieira

"Futebol é uma das coisas mais bacanas do mundo. Um bando de imbecis não podem estragar isso. Torcedor é torcedor, bandido é bandido.", Leonardo Mendes Júnior, em seu blog BOLA NO CORPO que comenta sobre os emails anônimos que o presidente Vilson Ribeiro de Andrade recebeu.

A que ponto chega o ser humano!

Ameaça uma pessoa utilizando-se de meios os quais pensa serem seguros para proteção da sua identidade.

Mas de uma coisa essa eu tenho certeza: este ser nunca vai conseguir fugir de sua própria consciência.

Ela vai martelar todo santo dia na cabeça deste ser pela besteira que fez.

Sem muito mais para falar sobre isso, espero que este ser reflita sobre seu ato enquanto é tempo.

Senhor presidente, meus votos de apoio, coragem e luta incessantes.

Que todos tenhamos uma Feliz Páscoa com Luz, Paz e Amor.

SAV
RODRIGO

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O Efeito Surpresa

05/04/2012 16h30
Rodrigo Sibut Vieira

Um dos itens de grande importância em projetos são os riscos

São eles que quando mapeados, podem trazer uma certa vantagem para quem executa o projeto, desde que saiba trabalhar para evitá-los, ou agir na eminência do acontecimento ou ainda remediar, caso venha a se tornar realidade. 

Agora pensando fora do ambiente de projetos, quem já não foi pego de surpresa com a ocorrência de um novo evento? 

É um pneu que fura no meio de uma viagem, é uma gravidez, ou ainda um bilhete premiado da Timemania. 

Para alguém ganhar na loteria é preciso que esse mesmo alguém aposte

Já o pneu não fura porque o motorista daquele carro quis

Nesse caso ele só vai atrasar ainda mais sua viagem para a próxima cidade, onde pretendia chegar em determinado horário. 

Vejam, são situações como essas que trazem o elemento surpresa, aquele componente por muitos conhecido por sorte ou azar, nome que varia conforme o contexto. 

Quando dois times de futebol jogam, milhões de variáveis envolvidas aparecem, sendo o elemento surpresa, uma delas. 

E como ela é preenchida? 

No nosso exemplo, se for com competência, traz a sorte, o resultado positivo. 

Mas se não houver competência, o resultado é negativo, logo azar. 

E existe meio termo

O que não é sorte nem azar é o que? 

Vale lembrar que uma boa sequência de jogos traz uma corrente positiva e todos estão no paraíso

Do contrário, uma má sequência de jogos, repercute em queda de divisão, o verdadeiro inferno

O Coritiba esse ano disputou até o momento, 21 partidas

Seu desempenho é de 14 vitórias, 5 empates e 2 derrotas

Para mim, o Coritiba está no meio termo, entre sorte e azar, ainda fazendo experiências no estadual, mesmo que não declaradas oficialmente. 

A competência existente talvez não seja suficiente para trazer a sorte para seu lado, ou por não saber usá-la da melhor maneira ou por não ser a melhor hora para aplicá-la. 

Agora será que o Coritiba está mesmo assim tão ruim como divulgam na imprensa? 

Aliás é a mesma imprensa que também divulga que o técnico uruguaio deve perder a confiança do elenco rubronegro se continuar a realizar substituições logo no inicio do jogo, como habitualmente tem feito. 

Os caras entendem mesmo hein? 

Sugiro então que os clubes comecem a pensar na possibilidade de contratação, principalmente desses ícones, os famosos comentaristas da bola, para seus futuros técnicos. 

Quem sabe eles consigam acertar a escalação, o esquema tático, ganhem seus jogos e sejam sortudos. 

SAV
RODRIGO

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